Foto: Lucas Uebel
Por mais que as atuações pouco inspiradas do Grêmio possam interferir no ambiente interno do vestiário, a entrevista de Maicon foi esclarecedora. Ele explicou, que ao pedir para sair do jogo contra o Bragantino — quando deixou o campo de forma intempestiva — estava apenas inconformado com o seu momento e com o desempenho da equipe em 2020.
Realmente, o camisa 8 gremista faz uma temporada muito abaixo do normal. Todo mundo concorda que é extra-classe a qualidade técnica do atleta. Mas os problemas físicos atormentam o jogador de 35 anos. Maicon não consegue ter uma sequência de jogos. É muito importante os profissionais da bola terem capacidade de indignação. Não podem se acomodar com o desempenho que o time vem apresentando.
Ainda sobre a partida pelo Brasileirão da segunda-feira à noite, a reação de Pepê foi normal, quando demonstrou insatisfação na hora em que deixou o campo para a entrada de Cortez. Não conheço nenhum jogador que goste de ser substituído durante a partida. Como peça importante da equipe gremista, certamente Pepê estava irritado por não ter conseguido ser protagonista como foi em outras partidas.
O que fica de tudo isso é a confirmação de algo que todo mundo já sabia. Renato Portaluppi ainda continua dando as cartas no vestiário gremista. A principal qualidade do treinador sempre foi saber gerir o grupo.
Mesmo estando há quatro anos no comando, o que poderia gerar desgastes, Renato sempre blinda o vestiário, defendendo seus atletas publicamente, chamando para si as críticas que chegam pelas atuações ruins na temporada. Internamente, é óbvio que a cobrança é forte.
Não tem como ser diferente. O próprio Renato falou na entrevista pós-jogo que quando não tiver mais o comando do grupo, ele vai embora. Por tudo o que significa para o Grêmio, Renato ainda é soberano da porta para dentro do vestiário.
Grêmio, Renato Gaúcho, Maicon, Luciano Périco
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Mesmo estando há quatro anos no comando, o que poderia gerar desgastes, Renato sempre blinda o vestiário, defendendo seus atletas publicamente, chamando para si as críticas que chegam pelas atuações ruins na temporada. Internamente, é óbvio que a cobrança é forte.
Não tem como ser diferente. O próprio Renato falou na entrevista pós-jogo que quando não tiver mais o comando do grupo, ele vai embora. Por tudo o que significa para o Grêmio, Renato ainda é soberano da porta para dentro do vestiário.
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Comentários
Comentários (2)
Conversa prá boi dormir
Mais ninguém esta cobrando os jogadores sim o técnico porque a 4 anos nosso time joga num coletivo e depois as individualidades eo capita esta certo em cobrar do técnico jogadores são pagos pra jogar e o técnico pra treinar partes taticas técnica e cobrar seus profissionais pela parte fisica quando ele escala quando faz as trocas então estas cobranças seram sempre ao técnico não jogadores
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