O sonho do volante Adeilson Santana Soares Junior, de 16 anos, é comum para diversos meninos no futebol brasileiro: dar uma vida melhor para a família.
O que difere o jovem atleta, que está nas categorias de base do Grêmio desde 2015 e assinou seu primeiro contrato profissional neste mês, são as expectativas que o cercam. Em seu primeiro vínculo, o garoto conta com uma multa rescisória de 30 milhões de euros e vem recebendo elogios por seu desempenho categoria a categoria. Apesar da "pressão", Adeilson garante não se intimidar ou se sentir pressionado: "O foco está sempre na próxima semana e em trabalhar cada vez mais forte", explica em entrevista ao Correio do Povo.
Vem sendo assim, aliás, desde que ele veio para Porto Alegre. Quando deixou seu pai Adeilson e sua mãe Luciana em Juiz de Fora, Minas Gerais. Treinando no Sport Club Juiz de Fora desde os nove anos, o jogador, ainda atacante na época, foi se destacando na escolinha e chamou atenção dos olheiros gremistas. Assim, recebeu o convite para participar de treinamentos na Capital, quando foi aprovado, e veio morar no Rio Grande do Sul.
A mudança de cidade contou com o apoio dos pais, apesar da saudade e da pouca idade de Adeilson. "Nunca deixaram de me apoiar. Tem vezes que os pais fazem isso, os meus não. Sempre falaram: vai em frente, segue seus sonhos e se Deus quiser vai dar tudo certo", relembra. "Agora eles estão morando aqui. Antes, ficaram longe nos meus primeiros anos. Foi pesado para administrar a saudade, mas sabia do risco que ia correr. Ligava todo dia para minha mãe. Mãe é mãe, né? Não dá para deixar de ligar (risos)", acrescenta.
O pai, que também tentou ser jogador, é o principal incentivador da carreira do filho. "Jogo bola desde os três anos e ele sempre olhou diferente para o meu futebol. Ele jogava na mesma posição que eu, acabou não indo adiante, mas está sempre me dando várias dicas".
Os exemplos e o suporte fora do campo são levados como foco e determinação para dentro dos gramados. Logo na primeira atividade em Porto Alegre, Adeilson conviveu com uma nova mudança: a de posição. "Lembro até hoje que no meio do primeiro coletivo teste o treinador me disse: 'Ó, tu, vai de volante' e eu que sempre joguei de atacante me sai bem nessa função e nunca mais mudei de lugar", revela.
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O que difere o jovem atleta, que está nas categorias de base do Grêmio desde 2015 e assinou seu primeiro contrato profissional neste mês, são as expectativas que o cercam. Em seu primeiro vínculo, o garoto conta com uma multa rescisória de 30 milhões de euros e vem recebendo elogios por seu desempenho categoria a categoria. Apesar da "pressão", Adeilson garante não se intimidar ou se sentir pressionado: "O foco está sempre na próxima semana e em trabalhar cada vez mais forte", explica em entrevista ao Correio do Povo.
Vem sendo assim, aliás, desde que ele veio para Porto Alegre. Quando deixou seu pai Adeilson e sua mãe Luciana em Juiz de Fora, Minas Gerais. Treinando no Sport Club Juiz de Fora desde os nove anos, o jogador, ainda atacante na época, foi se destacando na escolinha e chamou atenção dos olheiros gremistas. Assim, recebeu o convite para participar de treinamentos na Capital, quando foi aprovado, e veio morar no Rio Grande do Sul.
A mudança de cidade contou com o apoio dos pais, apesar da saudade e da pouca idade de Adeilson. "Nunca deixaram de me apoiar. Tem vezes que os pais fazem isso, os meus não. Sempre falaram: vai em frente, segue seus sonhos e se Deus quiser vai dar tudo certo", relembra. "Agora eles estão morando aqui. Antes, ficaram longe nos meus primeiros anos. Foi pesado para administrar a saudade, mas sabia do risco que ia correr. Ligava todo dia para minha mãe. Mãe é mãe, né? Não dá para deixar de ligar (risos)", acrescenta.
O pai, que também tentou ser jogador, é o principal incentivador da carreira do filho. "Jogo bola desde os três anos e ele sempre olhou diferente para o meu futebol. Ele jogava na mesma posição que eu, acabou não indo adiante, mas está sempre me dando várias dicas".
Os exemplos e o suporte fora do campo são levados como foco e determinação para dentro dos gramados. Logo na primeira atividade em Porto Alegre, Adeilson conviveu com uma nova mudança: a de posição. "Lembro até hoje que no meio do primeiro coletivo teste o treinador me disse: 'Ó, tu, vai de volante' e eu que sempre joguei de atacante me sai bem nessa função e nunca mais mudei de lugar", revela.
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Comentários
Comentários (2)
Karlinski, o Grêmio tem uma das melhores bases do Brasil. Se tu não é Gremista, não precisa acompanhar as notícias do nosso clube e não vem falar mal. Mostra um Arthur, um Cebolinha, um Douglas Costa do teu time. Depois vem encher o saco. Salta fora meu. Tu não é GREMISTA.
Palhaçada, direção encheu a bola de mais um João Ninguém. É so no Gremio. Kkkkkk
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