Imagem: Gil Gomes/AGIF
O Grêmio entrou em campo contra o Cuiabá com um time diferente, alterado, e venceu. Tudo bem, a atuação não foi impecável e o time sofreu ao longo de todo segundo tempo. Mas até na dificuldade surgem argumentos para aprovar a estratégia de Luiz Felipe Scolari. O treinador mudou a escalação, injetou jogadores mais experientes e nos bastidores, entende que a rodagem maior na formação ajudou a lidar com a pressão e a adversidade.
Agora, o Grêmio soma 13 pontos no Brasileirão. O time ainda é o segundo pior do campeonato, mas com chance de subir na tabela na próxima rodada. Ou seja, o jogo em Cuiabá era chave.
Para vencer o duelo com clima de decisão e apreensão pelos eventos recentes — festa de aniversário flagrada no domingo, reuniões em série na segunda-feira no CT e protesto da torcida antes do embarque —, Scolari resolveu mudar. A forma como o time perdeu para o São Paulo também pesou.
"Em primeiro lugar, nós colocamos dois zagueiros que são jovens. Colocamos o capitão, Maicon, com experiência espetacular. Colocamos outro jogador com experiência espetacular, o Rafinha. Começamos a fazer algumas trocas depois do jogo contra o São Paulo. Entendemos que tínhamos de botar jogadores mais vividos pela dificuldade", disse Felipão, logo depois do jogo com o Cuiabá.
A busca por experiência era um tema frequente nos corredores do Grêmio. Semanas atrás, o próprio elenco levantou o tema em reunião com a comissão técnica. Felipão, à época, preferiu testar os jovens. No fim, chegou a conclusão de que faltava rodagem.
O jogo na Arena Pantanal testou a experiência. Ainda no início do segundo tempo, ficou nítido que o Grêmio passou a gastar tempo. Ruan e Jean Pyerre claramente levaram cartão dentro da ideia de impedir jogo com mais tempo de bola rolando.
Miguel Borja e Villasanti, recém-contratados, entraram no espírito. O volante paraguaio, que fez a estreia contra o Cuiabá, chegou a puxar o braço do árbitro para olhar o tempo de jogo na etapa final. Nos acréscimos, coube ao camisa 21 cavar um escanteio e arremesso lateral no ataque.
O Grêmio, agora, enfrenta o Bahia. No sábado (21), o time de Felipão joga em casa com desfalques. Thiago Santos e Vanderson levaram terceiro amarelo, Maicon saiu chorando após dores musculares e Lucas Silva recebeu pancada no joelho direito.
#gremio #imortal #tricolor #brasileirao #felipao
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"Em primeiro lugar, nós colocamos dois zagueiros que são jovens. Colocamos o capitão, Maicon, com experiência espetacular. Colocamos outro jogador com experiência espetacular, o Rafinha. Começamos a fazer algumas trocas depois do jogo contra o São Paulo. Entendemos que tínhamos de botar jogadores mais vividos pela dificuldade", disse Felipão, logo depois do jogo com o Cuiabá.
A busca por experiência era um tema frequente nos corredores do Grêmio. Semanas atrás, o próprio elenco levantou o tema em reunião com a comissão técnica. Felipão, à época, preferiu testar os jovens. No fim, chegou a conclusão de que faltava rodagem.
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Miguel Borja e Villasanti, recém-contratados, entraram no espírito. O volante paraguaio, que fez a estreia contra o Cuiabá, chegou a puxar o braço do árbitro para olhar o tempo de jogo na etapa final. Nos acréscimos, coube ao camisa 21 cavar um escanteio e arremesso lateral no ataque.
O Grêmio, agora, enfrenta o Bahia. No sábado (21), o time de Felipão joga em casa com desfalques. Thiago Santos e Vanderson levaram terceiro amarelo, Maicon saiu chorando após dores musculares e Lucas Silva recebeu pancada no joelho direito.
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Vamos que vamos meu grêmio
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