Com a saída de Tiago Nunes no último domingo, o Grêmio não tinha uma passagem tão curta de um técnico desde 2011. Anunciado no dia 21 de abril deste ano, o treinador ficou 74 dias no cargo, só à frente no quesito tempo de trabalho de Julinho Camargo, que permaneceu 33 dias em 2011.
A saída do comandante se deu após a derrota por 1 a 0 para o Atlético-GO, na Arena, na noite de domingo. O Tricolor não vence há sete jogos e é lanterna do Brasileirão, com dois pontos.
Há 10 anos,a temporada iniciou com Renato Portaluppi ganhando sequência como técnico. O comandante ficou de agosto de 2010 até junho de 2011 no cargo, para depois Julinho assumir e passar o bastão para Celso Roth, que saiu em dezembro.
Os 74 dias de Tiago Nunes foram os mesmos de Vágner Mancini. O técnico iniciou o trabalho em dezembro de 2007 e saiu em fevereiro de 2008. Caio Júnior teve tempo similar, com 78 dias entre o final de 2011 e início de 2012 (veja abaixo).
Sucessor de Renato Portaluppi, que ficou quatro anos e sete meses no cargo, Tiago conquistou o Gauchão e teve uma arrancada de oito vitórias seguidas nos primeiros oito jogos. Mas teve apenas dois triunfos nas 12 partidas seguintes. No Brasileirão, deixou o time na lanterna, com dois pontos.
Nas outras competições, assegurou a melhor campanha na fase de grupos da Copa Sul-Americana e classificou o time às oitava de final da Copa do Brasil ao superar o Brasiliense na terceira fase.
Agora, o tempo será o menor dos problemas do Grêmio, que dá prioridade ao resultado positivo. Afinal, a missão passa ser evitar o rebaixamento no Brasileirão. O próximo compromisso será já nesta quarta-feira, contra o Palmeiras, no Allianz Parque. O interino Thiago Gomes, da equipe sub-21, comandará o time.
O tempo de permanência dos técnicos do Grêmio na última década:
Tiago Nunes (2021) - 74 dias
Renato Portaluppi (2016-2021) - 1670 dias
Roger Machado (2015-2016) - 477 dias
Luiz Felipe Scolari (2014-2015) - 294 dias
Enderson Moreira (2013-2014) - 223 dias
Renato Portaluppi (2013) - 168 dias
Vanderlei Luxemburgo (2012-2013) - 494 dias
Caio Júnior (2011-2012) - 78 dias
Celso Roth (2011) - 122 dias
Julinho Camargo (2011) - 33 dias
Renato Portaluppi (2010-2011) - 324 dias
Grêmio, Tiago Nunes
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A saída do comandante se deu após a derrota por 1 a 0 para o Atlético-GO, na Arena, na noite de domingo. O Tricolor não vence há sete jogos e é lanterna do Brasileirão, com dois pontos.
Há 10 anos,a temporada iniciou com Renato Portaluppi ganhando sequência como técnico. O comandante ficou de agosto de 2010 até junho de 2011 no cargo, para depois Julinho assumir e passar o bastão para Celso Roth, que saiu em dezembro.
Os 74 dias de Tiago Nunes foram os mesmos de Vágner Mancini. O técnico iniciou o trabalho em dezembro de 2007 e saiu em fevereiro de 2008. Caio Júnior teve tempo similar, com 78 dias entre o final de 2011 e início de 2012 (veja abaixo).
Sucessor de Renato Portaluppi, que ficou quatro anos e sete meses no cargo, Tiago conquistou o Gauchão e teve uma arrancada de oito vitórias seguidas nos primeiros oito jogos. Mas teve apenas dois triunfos nas 12 partidas seguintes. No Brasileirão, deixou o time na lanterna, com dois pontos.
Nas outras competições, assegurou a melhor campanha na fase de grupos da Copa Sul-Americana e classificou o time às oitava de final da Copa do Brasil ao superar o Brasiliense na terceira fase.
Agora, o tempo será o menor dos problemas do Grêmio, que dá prioridade ao resultado positivo. Afinal, a missão passa ser evitar o rebaixamento no Brasileirão. O próximo compromisso será já nesta quarta-feira, contra o Palmeiras, no Allianz Parque. O interino Thiago Gomes, da equipe sub-21, comandará o time.
O tempo de permanência dos técnicos do Grêmio na última década:
Tiago Nunes (2021) - 74 dias
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Vanderlei Luxemburgo (2012-2013) - 494 dias
Caio Júnior (2011-2012) - 78 dias
Celso Roth (2011) - 122 dias
Julinho Camargo (2011) - 33 dias
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