Foto: Lucas Uebel
O Estádio Olímpico do Grêmio, localizado na Avenida Dr. Carlos Barbosa, em Porto Alegre, encontra-se abandonado desde 2013, quando o clube gremista inaugurou sua Arena e passou a utilizá-la para os jogos oficiais da equipe.
Porém, nos tempos áureos do Olímpico - principalmente nos idos da década de 1980 e 1990 -, o clube decidia finais e recebia milhares de torcedores no estádio porto alegrense. Além disso, o local servia como abrigo para as categorias de base, que moravam debaixo das arquibancadas da construção.
E é daí que começa as histórias bizarras que circundam o antigo estádio tricolor, trazendo uma série de relatos sobre fantasmas, barulhos estranhos e fenômenos 'paranormais' dentro do Olímpico.
Primeiro, o antigo estádio era utilizado para velórios de conselheiros do clube. Ex-jogador da equipe gremista, o zagueiro Léo, atualmente no Cruzeiro, já deu seus relatos sobre os fatos estranhos que surgiam dessas cerimônias.
-Tinha uma área lá só para isso e quando tinha algum defunto, os caras ficavam com mais medo ainda. Quando tínhamos que passar lá perto, os seguranças, para botar 'pilha', falavam pra gente: 'Fomos ali nos camarotes e desligamos as luzes, só que na hora em que descemos elas estavam acesas de novo'. E todo mundo morria de medo. Conta Léo em entrevista à ESPN.
Léo relata que as histórias eram passadas aos novatos, o que criava um clima de medo por conta dos possíveis 'acontecidos' com outros atletas.
-Para todo jogador novato que chegava, os caras contavam que uma torcedora tinha morrido durante um jogo. E de noite, ela ficava passeando. O pior é que todo dia precisávamos atravessar por lá à noite (risos). citou Léo, que ainda continuou.
-Era tudo escuro e depois de uma partida tinha muita sujeira, copo e ventania. Com isso, tinha uns barulhos estranhos e ficávamos com muito medo mesmo (risos). Tinha uns meninos que contavam que tinham visto a mulher de branco, outros diziam que as televisões dos camarotes ligavam sozinhas. .
Para além do terror, as histórias eram utilizadas como brincadeiras com os mais novos, assustando os meninos de 15, 16 anos que acabavam de chegar à base tricolor. Segundo Léo, o goleiro Cássio, atualmente ídolo do Corinthians, foi bastante 'zoado' pelos colegas à época.
-Aprontavam alguma coisa direto com o Cássio, era muito engraçado. Depois, ele ficou malandro e assustava os mais novos. finaliza Léo.
E você, acredita nas histórias do velho Olímpico?
Não deixe de conferir o vídeo com a história completa:
Grêmio, Halloween, Estádio Olímpico
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Porém, nos tempos áureos do Olímpico - principalmente nos idos da década de 1980 e 1990 -, o clube decidia finais e recebia milhares de torcedores no estádio porto alegrense. Além disso, o local servia como abrigo para as categorias de base, que moravam debaixo das arquibancadas da construção.
E é daí que começa as histórias bizarras que circundam o antigo estádio tricolor, trazendo uma série de relatos sobre fantasmas, barulhos estranhos e fenômenos 'paranormais' dentro do Olímpico.
Primeiro, o antigo estádio era utilizado para velórios de conselheiros do clube. Ex-jogador da equipe gremista, o zagueiro Léo, atualmente no Cruzeiro, já deu seus relatos sobre os fatos estranhos que surgiam dessas cerimônias.
-Tinha uma área lá só para isso e quando tinha algum defunto, os caras ficavam com mais medo ainda. Quando tínhamos que passar lá perto, os seguranças, para botar 'pilha', falavam pra gente: 'Fomos ali nos camarotes e desligamos as luzes, só que na hora em que descemos elas estavam acesas de novo'. E todo mundo morria de medo. Conta Léo em entrevista à ESPN.
Léo relata que as histórias eram passadas aos novatos, o que criava um clima de medo por conta dos possíveis 'acontecidos' com outros atletas.
-Para todo jogador novato que chegava, os caras contavam que uma torcedora tinha morrido durante um jogo. E de noite, ela ficava passeando. O pior é que todo dia precisávamos atravessar por lá à noite (risos). citou Léo, que ainda continuou.
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Para além do terror, as histórias eram utilizadas como brincadeiras com os mais novos, assustando os meninos de 15, 16 anos que acabavam de chegar à base tricolor. Segundo Léo, o goleiro Cássio, atualmente ídolo do Corinthians, foi bastante 'zoado' pelos colegas à época.
-Aprontavam alguma coisa direto com o Cássio, era muito engraçado. Depois, ele ficou malandro e assustava os mais novos. finaliza Léo.
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