Foto: Lucas Uebel / Grêmio, DVG
Os dois últimos anos e a nova temporada alçaram Marcelo Grohe a um novo nível junto à torcida do Grêmio. O camisa 1 se consolidou como ídolo do clube, especialmente após ser decisivo no título da Libertadores. Às vésperas do Gre-Nal deste domingo, às 17h, no Estádio Beira-Rio, deve estar sentindo um frio na barriga familiar. Afinal, vai para o seu 26º clássico com a camisa gremista. É quem mais atuou no elenco tricolor em duelos com o maior rival.
Por quem, aliás, Marcelo sempre nutriu muito respeito. Inclusive, tinha relação na adolescência com Muriel e Alisson, ex-goleiros do Inter. Afinal, cresceram em cidades vizinhas – Campo Bom e Novo Hamburgo. Grohe disputou 25 jogos como o deste domingo com a camisa gremista, com 13 empates, seis vitórias e seis derrotas.
O primeiro deles foi logo decisivo: a primeira partida da final do Gauchão de 2006. Então titular, Galatto se machucou, e a oportunidade caiu no colo de um Marcelo Grohe com 19 anos, ainda inexperiente e que havia feito sua estreia pouco tempo antes – hoje, o camisa 1 é o mais longínquo goleiro da história gremista, com 12 anos de clube ininterruptos.
Aquela participação terminou com título gaúcho em cima do time que se sagraria campeão do mundo em dezembro. Convive com o clássico, portanto, há 12 anos – na verdade, mais, pelo período nas categorias de base.
– Gre-Nal sempre é bom. São jogos às vezes mais truncados, às vezes mais abertos. A gente está preocupado com o nosso trabalho, procurar fazer um grande clássico. Vamos encarar o Inter, uma grande equipe, como a nossa também é. Vai ser um grande jogo – analisou Grohe após a vitória sobre o São Paulo-RS, na última quarta.
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Grohe tem 25 Gre-Nais na carreira (Foto: Diego Guichard/GloboEsporte.com)
Dos 25 jogos, Marcelo tem momentos emblemáticos, como a goleada por 5 a 0 sobre o Inter, em 2015, na Arena; a vitória por 3 a 2 na final do Gauchão de 2011, em pleno Beira-Rio, que acabaria amarga pelo troco e título do rival no Olímpico – mas, nesta partida, Victor atuou –, ou a vitória por 4 a 1 sobre os colorados na Arena, sob o comando de Felipão.
Os últimos anos, porém, é que são emblemáticos no significado de Grohe junto ao torcedor e na história do clube. No Tricolor desde 2000, a partir de 2014 assumiu a titularidade. Em 2016, foi decisivo na campanha do título da Copa do Brasil ao defender pênalti nas oitavas de final da competição e garantir a classificação contra o Atlético-PR. Em 2017, basta citar o Tri da América e tudo se autoexplica. Grohe foi um dos símbolos da conquista com a defesa na semifinal, contra o Barcelona de Guayaquil, à queima-roupa.
Em 2018, apesar de apenas três meses de temporada, o título da Recopa também recai sobre seus ombros. Na disputa de pênaltis contra o Independiente, foi determinante ao defender a última cobrança e dar mais uma conquista à massa tricolor. Neste domingo, pode ampliar a idolatria. Conhecimento ele tem de sobra.
Grohe em Gre-Nais:
25 jogos
6 vitórias
13 empates
6 derrotas
24 gols sofridos
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Por quem, aliás, Marcelo sempre nutriu muito respeito. Inclusive, tinha relação na adolescência com Muriel e Alisson, ex-goleiros do Inter. Afinal, cresceram em cidades vizinhas – Campo Bom e Novo Hamburgo. Grohe disputou 25 jogos como o deste domingo com a camisa gremista, com 13 empates, seis vitórias e seis derrotas.
O primeiro deles foi logo decisivo: a primeira partida da final do Gauchão de 2006. Então titular, Galatto se machucou, e a oportunidade caiu no colo de um Marcelo Grohe com 19 anos, ainda inexperiente e que havia feito sua estreia pouco tempo antes – hoje, o camisa 1 é o mais longínquo goleiro da história gremista, com 12 anos de clube ininterruptos.
Aquela participação terminou com título gaúcho em cima do time que se sagraria campeão do mundo em dezembro. Convive com o clássico, portanto, há 12 anos – na verdade, mais, pelo período nas categorias de base.
– Gre-Nal sempre é bom. São jogos às vezes mais truncados, às vezes mais abertos. A gente está preocupado com o nosso trabalho, procurar fazer um grande clássico. Vamos encarar o Inter, uma grande equipe, como a nossa também é. Vai ser um grande jogo – analisou Grohe após a vitória sobre o São Paulo-RS, na última quarta.
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Grohe tem 25 Gre-Nais na carreira (Foto: Diego Guichard/GloboEsporte.com)
Dos 25 jogos, Marcelo tem momentos emblemáticos, como a goleada por 5 a 0 sobre o Inter, em 2015, na Arena; a vitória por 3 a 2 na final do Gauchão de 2011, em pleno Beira-Rio, que acabaria amarga pelo troco e título do rival no Olímpico – mas, nesta partida, Victor atuou –, ou a vitória por 4 a 1 sobre os colorados na Arena, sob o comando de Felipão.
Os últimos anos, porém, é que são emblemáticos no significado de Grohe junto ao torcedor e na história do clube. No Tricolor desde 2000, a partir de 2014 assumiu a titularidade. Em 2016, foi decisivo na campanha do título da Copa do Brasil ao defender pênalti nas oitavas de final da competição e garantir a classificação contra o Atlético-PR. Em 2017, basta citar o Tri da América e tudo se autoexplica. Grohe foi um dos símbolos da conquista com a defesa na semifinal, contra o Barcelona de Guayaquil, à queima-roupa.
Em 2018, apesar de apenas três meses de temporada, o título da Recopa também recai sobre seus ombros. Na disputa de pênaltis contra o Independiente, foi determinante ao defender a última cobrança e dar mais uma conquista à massa tricolor. Neste domingo, pode ampliar a idolatria. Conhecimento ele tem de sobra.
Grohe em Gre-Nais:
25 jogos
6 vitórias
13 empates
6 derrotas
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