O Grêmio deu início a uma das etapas mais importantes de sua modernização estrutural: a troca completa do gramado da Arena por um modelo de alta tecnologia, ainda inédito em estádios brasileiros. O novo campo usa a variedade Tahoma, reconhecida mundialmente pela performance e resistência.
A engenheira agrônoma Maristela Kuhn, responsável técnica pelo processo, explica que a grama Tahoma — da espécie Bermuda — está entre as mais modernas do mercado global. A substituição começa pela remoção do gramado antigo, instalado às pressas após a enchente de 2024, e agora dá lugar a um sistema pensado para performance de elite.
O trabalho emprega maquinário de última geração para preservar o nivelamento do campo e inclui um reforço com fibras sintéticas costuradas sob o gramado. O pacote também contempla iluminação artificial suplementar, projetada para simular incidência solar em áreas naturalmente sombreadas da Arena.
A Tahoma utilizada no projeto é cultivada em Santo Antônio da Patrulha (RS) e se destaca pela rápida recuperação pós-jogo, além da resistência ao frio e à sombra. Não por acaso, foi a variedade escolhida para seis estádios da Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos — um indicativo do nível tecnológico que o Grêmio leva para seu campo.
Palavras-chave: Grêmio, Arena do Grêmio, gramado Tahoma, modernização, Copa de 2026, estrutura, campo híbrido
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