Grêmio e Juventude foram a campo na Arena do Grêmio no domingo (15), às 17h30, pela ida da semifinal do Campeonato Gaúcho, em um duelo que terminou empatado por 1 a 1 e deixou a decisão totalmente aberta para o jogo da volta na Serra. Tetê marcou para o Tricolor ainda no primeiro tempo, mas Patryck buscou a igualdade na etapa final, e o que parecia caminho para uma vitória em casa virou frustração — principalmente porque o Grêmio teve superioridade numérica no fim e não conseguiu transformar o cenário em vantagem no placar.
O empate foi daqueles que incomodam, não pelo resultado isolado, mas pelo contexto que o cercou. O Grêmio controlou boa parte da partida, saiu na frente e viu o Juventude sentir o jogo por momentos, porém a equipe visitante reagiu na segunda etapa e deixou tudo igual. Para completar o roteiro de “chance perdida”, o Tricolor passou os minutos finais com um jogador a mais após a expulsão de Léo Índio, mas não aproveitou a vantagem para construir o resultado que deixaria a semifinal encaminhada. O placar de 1 a 1, portanto, ficou com sabor de oportunidade desperdiçada diante da própria torcida.
E foi justamente aí que o pós-jogo virou assunto. Nas redes sociais, torcedores do Grêmio direcionaram cobranças ao técnico Luís Castro, com críticas ao desempenho, à condução do time e à incapacidade de transformar domínio e cenário favorável em vitória. A reação foi forte e deixou claro que parte da torcida esperava mais do Tricolor em um jogo de semifinal dentro de casa, ainda mais com a vantagem numérica nos instantes decisivos. O ambiente, que já é naturalmente tenso em mata-mata, ganhou um componente extra de pressão após o apito final.
Dentro de campo, o roteiro começou com o Grêmio mais presente, pressionando e buscando as principais ações ofensivas. A equipe conseguiu abrir o placar com Tetê, que apareceu bem para finalizar e colocar a Arena em clima de vantagem. O Juventude, porém, voltou mais agressivo no segundo tempo, encontrou espaços, equilibrou a partida e chegou ao empate com Patryck. A partir daí, o jogo ficou ainda mais nervoso, com disputas intensas e decisões que inflamaram os ânimos, culminando na expulsão de Léo Índio na reta final — um detalhe que, no papel, era a “senha” para o Grêmio matar o confronto, mas que não se converteu em gol.
Com o 1 a 1, o confronto vira uma decisão total no jogo da volta, agora em Caxias do Sul, com o Grêmio precisando mostrar mais eficiência e controle emocional para não transformar a semifinal em uma dor de cabeça maior. A margem de erro diminui, cada bola parada vira um capítulo e a pressão cresce — especialmente sobre Luís Castro, que já saiu do primeiro duelo com cobrança explícita da arquibancada digital e com o time obrigado a dar resposta imediata no próximo encontro.
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