Uma noite para muita gente esquecer. E lembrar


Fonte: Blog Juca Kfouri/UOL

Uma noite para muita gente esquecer. E lembrar
Há noites em que você não deve sair de casa.

Ricardo Oliveira saiu, perdeu um pênalti no primeiro tempo e um gol imperdível no segundo.

Resultado: o Santos que poderia voltar para casa com uma vitória sobre o Atlético Paranaense, em Curitiba, voltou com um 0 a 0 amargo.


Mas pior foí a noite dos zagueiros vascaínos Rodrigo e Jomar.

O primeiro também perdeu dois gols incríveis no primeiro e no segundo tempos no Maracanã.

O outro deu para o Coritiba, nos acréscimos do jogo, o 1 a 0 de presente.

Celso Roth dirigiu o lanterna Vasco pela última vez e Eurico Miranda comprou passagem para Sibéria, espera-se que só de ida.



E ainda pior foi a noite de mais de 25 mil torcedores são-paulinos que foram ao Morumbi ver uma coisa e a viram com sinal invertido.

Em vez de golear um dos lanternas, o Goiás, o São Paulo foi goleado, por 3 a 0.

Impiedosamente, diga-se, e ficou barato.

O Goiás, aliás, adora aprontar em São Paulo.

No Brasileirão de 1973, no Pacaembu, contra o Santos de Pelé, perdia de 4 a 1 e nos 11 minutos finais do jogo empatou 4 a 4.

Em 2009, no mesmo palco, o Corinthians de Ronaldo levou de de 4 a 1.

A vítima agora foi o São Paulo que vinha todo pimpão e levou uma senhora porretada.

De fato, há noites nas quais o melhor que se faz é ficar em casa.

Claro que os alviverdes Coritiba e Goiás discordam.


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