Após o ataque ao ônibus da delegação que adiou o Gre-Nal 435 para o próximo dia 9, o Grêmio não pretende ser um mero espectador na busca pelos culpados. O clube analisa se fará movimentações para buscar a responsabilização do Inter pelo ato de torcedores que feriu seus jogadores na chegada ao Beira-Rio.
Depois de o clássico da nona rodada do Gauchão ser oficialmente adiado, o Conselho de Administração se reuniu com o departamento jurídico até a madrugada de domingo. A pauta era entender os passos do Tricolor na resolução do caso.
O primeiro movimento foi realizado ainda na chegada ao Beira-Rio, quando o presidente Romildo Bolzan Júnior comunicou que o Grêmio não entraria em campo. Até o momento, foi a única medida formal.
A posição do Grêmio está clara: os culpados pelos atos de vandalismo que resultaram em uma concussão cerebral em Villasanti, atingido por uma pedra, precisam ser penalizados. Como o fato ocorreu no entorno do Beira-Rio, o Inter, mandante da partida, também deveria ser responsabilizado, acreditam alguns tricolores.
Ônibus do Grêmio foi atingido por pedras e paus — Foto: Eduardo Moura
Ônibus do Grêmio foi atingido por pedras e paus — Foto: Eduardo Moura
Conforme apurou o ge, a direção ainda não tem uma definição sobre seu posicionamento em relação ao rival. Mas a hipótese de buscar a responsabilização do Colorado foi das versões estudadas na reunião da madrugada de sábado para domingo.
Nesta segunda-feira, o Conselho de Administração e o departamento jurídico do clube voltarão a se reunir presencialmente para tratar do assunto. Em entrevista a Rádio Guaíba no domingo, o presidente prometeu levar o caso às últimas consequências.
– O Grêmio não vai deixar passar em branco. Vai buscar as responsabilizações na área jurídica. O Internacional entendeu e condenou rapidamente as ações. Foi solidário conosco. Mas isso não evita a responsabilização – afirmou Bolzan.
Presidente fala sobre medidas tomadas após ataque a ônibus do Grêmio
Na primeira manifestação do Inter após o ataque, o presidente Alessandro Barcellos disse, ainda à beira do gramado do Beira-Rio, que o caso é de responsabilidade dos órgãos de segurança pública.
– Esses fatos vão ter que ser apurados. O episódio aconteceu fora das cercanias do Sport Club Internacional. O Internacional não é responsável pela segurança pública – declarou Barcellos.
O discurso colorado também refere o clube como vítima do atentado. A posição não agradou aos gremistas, o que gerou um conflito de versões e deixou um relacionamento desconfortável entre as presidências.
Qualquer ação do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Sul (TJD-RS) contra o Inter só pode ser realizada após a publicação da súmula da partida, o que deve acontecer nesta segunda-feira.
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Depois de o clássico da nona rodada do Gauchão ser oficialmente adiado, o Conselho de Administração se reuniu com o departamento jurídico até a madrugada de domingo. A pauta era entender os passos do Tricolor na resolução do caso.
O primeiro movimento foi realizado ainda na chegada ao Beira-Rio, quando o presidente Romildo Bolzan Júnior comunicou que o Grêmio não entraria em campo. Até o momento, foi a única medida formal.
A posição do Grêmio está clara: os culpados pelos atos de vandalismo que resultaram em uma concussão cerebral em Villasanti, atingido por uma pedra, precisam ser penalizados. Como o fato ocorreu no entorno do Beira-Rio, o Inter, mandante da partida, também deveria ser responsabilizado, acreditam alguns tricolores.
Ônibus do Grêmio foi atingido por pedras e paus — Foto: Eduardo Moura
Ônibus do Grêmio foi atingido por pedras e paus — Foto: Eduardo Moura
Conforme apurou o ge, a direção ainda não tem uma definição sobre seu posicionamento em relação ao rival. Mas a hipótese de buscar a responsabilização do Colorado foi das versões estudadas na reunião da madrugada de sábado para domingo.
Nesta segunda-feira, o Conselho de Administração e o departamento jurídico do clube voltarão a se reunir presencialmente para tratar do assunto. Em entrevista a Rádio Guaíba no domingo, o presidente prometeu levar o caso às últimas consequências.
– O Grêmio não vai deixar passar em branco. Vai buscar as responsabilizações na área jurídica. O Internacional entendeu e condenou rapidamente as ações. Foi solidário conosco. Mas isso não evita a responsabilização – afirmou Bolzan.
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Na primeira manifestação do Inter após o ataque, o presidente Alessandro Barcellos disse, ainda à beira do gramado do Beira-Rio, que o caso é de responsabilidade dos órgãos de segurança pública.
– Esses fatos vão ter que ser apurados. O episódio aconteceu fora das cercanias do Sport Club Internacional. O Internacional não é responsável pela segurança pública – declarou Barcellos.
O discurso colorado também refere o clube como vítima do atentado. A posição não agradou aos gremistas, o que gerou um conflito de versões e deixou um relacionamento desconfortável entre as presidências.
Qualquer ação do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Sul (TJD-RS) contra o Inter só pode ser realizada após a publicação da súmula da partida, o que deve acontecer nesta segunda-feira.
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Comentários
Comentários (1)
Uma vergonha ficar fora na primeira faze na copa do Brasil tempo que te reforço com este time não vai sobir da segundona é uma vergonha este time
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