: Fernando Becker/RBS TV
O retorno do Grêmio aos treinamentos na tarde desta quarta-feira foi marcado por um grande protesto da torcida em frente ao CT Luiz Carvalho, com pedras e rojões arremessados contra o ônibus do clube, tentativa de invasão e confronto com a Brigada Militar.
Quatro torcidas organizadas do clube estiveram presentes com faixas contra membros da diretoria e jogadores. No momento da chegada do ônibus da delegação para o treino, eles avançaram em direção ao veículo, houve conflito com a polícia e uma tentativa de invadir o local por um portão secundário.
Por volta das 14h15, o veículo do clube com os jogadores chegou ao local e foi "recebido" com pedras, rojões e xingamentos por parte dos cerca de 150 gremistas presentes. A Brigada Militar agiu com bombas de gás lacrimogênio para tentar controlar os ânimos e fez um cordão de isolamento para o ônibus entrar no portão do CT.
Depois, os policiais avançaram contra os torcedores para dispersar o protesto e afastar os presentes da entrada do centro de treinamentos. Nesse deslocamento, os torcedores também arremessaram pedras para dentro do local por cima do muro. E tentaram arrombar um portão secundário da estrutura gremista. Pela parte de dentro, policiais se deslocaram e evitaram a invasão.
Os torcedores cantavam "vergonha, vergonha, time sem vergonha", além de outras músicas que pediam para o time "jogar com raça" antes da chegada do veículo.
As faixas citavam os nomes do presidente Romildo Bolzan, do vice de futebol Marcos Herrmann e de atletas como Ferreira, Luiz Fernando, Diogo Barbosa, Cortez, Everton, Paulo Miranda e Victor Ferraz.
O protesto foi convocado pelas redes sociais por quatro torcidas organizadas: Geral do Grêmio, Torcida Jovem, Raça Tricolor e Rasta. No início de julho, outra manifestação já havia ocorrido, quando três integrantes foram recebidos no CT para uma rápida conversa.
O elenco gremista voltou aos treinamentos nesta quarta-feira após três dias de folga. O Tricolor perdeu para o Corinthians no último sábado, pelo Brasileirão, e segue na zona de rebaixamento do Brasileirão. O próximo compromisso será contra o Ceará, no dia 12 – o jogo com o Atlético-MG, que seria dia 5, foi adiado.
Grêmio, Protesto ,Torcida
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Quatro torcidas organizadas do clube estiveram presentes com faixas contra membros da diretoria e jogadores. No momento da chegada do ônibus da delegação para o treino, eles avançaram em direção ao veículo, houve conflito com a polícia e uma tentativa de invadir o local por um portão secundário.
Por volta das 14h15, o veículo do clube com os jogadores chegou ao local e foi "recebido" com pedras, rojões e xingamentos por parte dos cerca de 150 gremistas presentes. A Brigada Militar agiu com bombas de gás lacrimogênio para tentar controlar os ânimos e fez um cordão de isolamento para o ônibus entrar no portão do CT.
Depois, os policiais avançaram contra os torcedores para dispersar o protesto e afastar os presentes da entrada do centro de treinamentos. Nesse deslocamento, os torcedores também arremessaram pedras para dentro do local por cima do muro. E tentaram arrombar um portão secundário da estrutura gremista. Pela parte de dentro, policiais se deslocaram e evitaram a invasão.
Os torcedores cantavam "vergonha, vergonha, time sem vergonha", além de outras músicas que pediam para o time "jogar com raça" antes da chegada do veículo.
As faixas citavam os nomes do presidente Romildo Bolzan, do vice de futebol Marcos Herrmann e de atletas como Ferreira, Luiz Fernando, Diogo Barbosa, Cortez, Everton, Paulo Miranda e Victor Ferraz.
O protesto foi convocado pelas redes sociais por quatro torcidas organizadas: Geral do Grêmio, Torcida Jovem, Raça Tricolor e Rasta. No início de julho, outra manifestação já havia ocorrido, quando três integrantes foram recebidos no CT para uma rápida conversa.
O elenco gremista voltou aos treinamentos nesta quarta-feira após três dias de folga. O Tricolor perdeu para o Corinthians no último sábado, pelo Brasileirão, e segue na zona de rebaixamento do Brasileirão. O próximo compromisso será contra o Ceará, no dia 12 – o jogo com o Atlético-MG, que seria dia 5, foi adiado.
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Comentários
Comentários (3)
Temos um economista, político e comediante, falta um presidente competente pra gerir o Grêmio.
Grêmio precisa presidente ousado
Hoje concordo com o que Impresa faltava quem dava as ordens era Renato portalupi porque direção e vice não temos
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