Crédito: Arte ZH
Um lance de azar ocorrido domingo, no Alfredo Jaconi, praticamente abreviou o ano de Ramiro no Grêmio. Ao prender, sozinho, o pé esquerdo no gramado em que tanto jogou nos tempos de Juventude, o volante, que atuava como lateral, rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho. Terá de passar por cirurgia e ficará afastado por seis meses.
Neste período, reviverá um drama que enfrentou ainda na pré-temporada. Porém, agora em maior intensidade. No amistoso contra o Novo Hamburgo, no último dia da preparação do Grêmio em Gramado, sua cidade natal, Ramiro sofreu uma entorse no mesmo joelho. Mas o ligamento era diferente: o colateral medial. Além disso, não houve ruptura. Parou por 43 dias.
— O Ramiro está muito chateado. Depois da lesão, voltou a ser titular e estava cumprindo duas, até três funções no time a pedido do Felipão. Mas ele tem uma boa cabeça e está tranquilo, já que será cuidado por bons profissionais — comenta seu pai, Gilnei Benetti.
A data da cirurgia ainda não foi marcada pelos médicos. Antes, Ramiro tem de fazer tratamento com gelo e analgésicos para desinchar o joelho. Só depois, passará pela intervenção para reconstruir o ligamento. Além de realizar um enxerto, utilizando parte do ligamento patelar, os médicos colocarão uma espécie de parafuso biodegradável para fixar o fêmur e a tíbia.
— Após a cirurgia, o joelho fica imobilizado por três semanas. Depois, fará fisioterapia para desatrofiar a musculatura e recuperar a mobilidade — explica o médico do Grêmio, Paulo Rabaldo.
Como mora sozinho na Capital, Ramiro teve a ajuda da irmã Manoela, em férias da faculdade, quando se lesionou em janeiro. Agora, seu pai ou sua namorada Gabriela, que cursa medicina em Caxias do Sul, devem lhe auxiliar enquanto o joelho estiver imobilizado. Mas, por dirigir um carro automático, o volante poderá se deslocar normalmente até o CT Luiz Carvalho.
— Nas vezes em que veio nos visitar em Gramado, ele trazia os equipamentos e fazia tratamento nele mesmo — relembra seu Gilnei.
Além da dedicação para voltar o mais rápido possível, Ramiro contará com o apoio de seus colegas de Grêmio na recuperação.
— Temos de dar força neste momento difícil. Vamos tentar conquistar esse título gaúcho para ele. É um cara que merece — promete o volante Fellipe Bastos.
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Neste período, reviverá um drama que enfrentou ainda na pré-temporada. Porém, agora em maior intensidade. No amistoso contra o Novo Hamburgo, no último dia da preparação do Grêmio em Gramado, sua cidade natal, Ramiro sofreu uma entorse no mesmo joelho. Mas o ligamento era diferente: o colateral medial. Além disso, não houve ruptura. Parou por 43 dias.
— O Ramiro está muito chateado. Depois da lesão, voltou a ser titular e estava cumprindo duas, até três funções no time a pedido do Felipão. Mas ele tem uma boa cabeça e está tranquilo, já que será cuidado por bons profissionais — comenta seu pai, Gilnei Benetti.
A data da cirurgia ainda não foi marcada pelos médicos. Antes, Ramiro tem de fazer tratamento com gelo e analgésicos para desinchar o joelho. Só depois, passará pela intervenção para reconstruir o ligamento. Além de realizar um enxerto, utilizando parte do ligamento patelar, os médicos colocarão uma espécie de parafuso biodegradável para fixar o fêmur e a tíbia.
— Após a cirurgia, o joelho fica imobilizado por três semanas. Depois, fará fisioterapia para desatrofiar a musculatura e recuperar a mobilidade — explica o médico do Grêmio, Paulo Rabaldo.
Como mora sozinho na Capital, Ramiro teve a ajuda da irmã Manoela, em férias da faculdade, quando se lesionou em janeiro. Agora, seu pai ou sua namorada Gabriela, que cursa medicina em Caxias do Sul, devem lhe auxiliar enquanto o joelho estiver imobilizado. Mas, por dirigir um carro automático, o volante poderá se deslocar normalmente até o CT Luiz Carvalho.
— Nas vezes em que veio nos visitar em Gramado, ele trazia os equipamentos e fazia tratamento nele mesmo — relembra seu Gilnei.
Além da dedicação para voltar o mais rápido possível, Ramiro contará com o apoio de seus colegas de Grêmio na recuperação.
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