O Grêmio, que conquistou a classificação para disputar a final da Taça Libertadores de 2017, no segundo jogo contra o Barcelona de Guayaquil, não teve a postura aguerrida que todos esperavam dele. Foi mais um passo importante para a conquista, mas na final contra o Lanús será necessária atenção para não repetir essa forma de jogar.
Como já possuía vantagem construída no primeiro jogo, o Grêmio manteve-se na administração do resultado e não amargou a derrota por 1 a 0 porque não lhe tirou a classificação. Concordo que a ausência do atacante Lucas Barrios teve influência significativa para a queda de rendimento do time gaúcho, mas a equipe não estava totalmente focada e cometeu vários erros bobos de passes, o que não é permitido em confrontos decisivos.
Por alguns momentos, tive receio de que a história do outro confronto, também da semifinal da Libertadores, se repetisse. O River que também tinha vantagem contra o Lanús permitiu que seu adversário virasse o placar e o eliminasse. Após ter feito 2 a 0 no bom primeiro tempo, River Plate cedeu espaços e a virada do Lanús aconteceu por 4 a 2, que o colocou na final.
Como Grêmio e Lanús são equipes de escolas parecidas e ambos têm como premissa a valorização da posse de bola, o Grêmio não poderá cometer as mesmas falhas que teve na segunda partida contra o time de Guayaquil. Por isso, advém o temor de que o time Tricolor Gaúcho comece a dar espaço para o adversário e que não seja possível reverter a situação, desperdiçando a oportunidade de construir vantagem segura, que lhe foi de valor incomparável nas semifinais.
No jogo contra o Barcelona de Guayaquil, o sistema montado por Renato Gaúcho não conseguiu funcionar corretamente com a ausência de Barrios. O meia atacante Cícero, que o substituiu, não possui as mesmas características físicas e técnicas. Não ficou à vontade na função de atacante de referência, provocando a dificuldade tática do Grêmio. Luan também sentiu a falta de diálogo com Barrios e o Grêmio perdeu sua referência.
Se, Lucas Barrios ainda não estiver liberado para a próxima partida, decisiva, contra o Lanús, Renato Gaúcho poderá utilizar Jael, como o fez no final da segunda partida contra o Barcelona. Com Jael em campo, ficou claro que a configuração tática da equipe principal do Grêmio, tornou-se mais parecida com a original, além de dar maior agressividade e confiança, que é o habitual do time.
É primordial a qualquer time titular ter padrão de jogo e que todos os jogadores estejam bem entrosados, que saibam e consigam exercer sua função da melhor forma para que o coletivo da equipe apareça. E, como para as partidas da final da Libertadores ainda há tempo considerável, não seria sensato deixar o time titular afastado de competições oficiais, ou seja, do Brasileirão.
Assim, mesmo sendo a Libertadores o foco principal do Grêmio, a comissão técnica já declarou que irá montar equipe mais próxima possível da formação ideal, para que o Tricolor Gaúcho não perca o ritmo de jogo e continue mostrando seu futebol coletivo e competitivo, no Brasileirão. Acredito que essa decisão de não preservar a equipe titular como um todo é acertada, pois a busca da continuidade do padrão de jogo é importante.
Nosso único representante na Libertadores tem chances reais de ficar com o título, se colocar em prática seu padrão baseado na posse de bola, na compactação e na troca de passes rápidos. Têm chances de ser superior ao Lanús que mostrou ser qualificado pelo futebol apresentado e por ter derrubado o River Plate da competição.
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Como já possuía vantagem construída no primeiro jogo, o Grêmio manteve-se na administração do resultado e não amargou a derrota por 1 a 0 porque não lhe tirou a classificação. Concordo que a ausência do atacante Lucas Barrios teve influência significativa para a queda de rendimento do time gaúcho, mas a equipe não estava totalmente focada e cometeu vários erros bobos de passes, o que não é permitido em confrontos decisivos.
Por alguns momentos, tive receio de que a história do outro confronto, também da semifinal da Libertadores, se repetisse. O River que também tinha vantagem contra o Lanús permitiu que seu adversário virasse o placar e o eliminasse. Após ter feito 2 a 0 no bom primeiro tempo, River Plate cedeu espaços e a virada do Lanús aconteceu por 4 a 2, que o colocou na final.
Como Grêmio e Lanús são equipes de escolas parecidas e ambos têm como premissa a valorização da posse de bola, o Grêmio não poderá cometer as mesmas falhas que teve na segunda partida contra o time de Guayaquil. Por isso, advém o temor de que o time Tricolor Gaúcho comece a dar espaço para o adversário e que não seja possível reverter a situação, desperdiçando a oportunidade de construir vantagem segura, que lhe foi de valor incomparável nas semifinais.
No jogo contra o Barcelona de Guayaquil, o sistema montado por Renato Gaúcho não conseguiu funcionar corretamente com a ausência de Barrios. O meia atacante Cícero, que o substituiu, não possui as mesmas características físicas e técnicas. Não ficou à vontade na função de atacante de referência, provocando a dificuldade tática do Grêmio. Luan também sentiu a falta de diálogo com Barrios e o Grêmio perdeu sua referência.
Se, Lucas Barrios ainda não estiver liberado para a próxima partida, decisiva, contra o Lanús, Renato Gaúcho poderá utilizar Jael, como o fez no final da segunda partida contra o Barcelona. Com Jael em campo, ficou claro que a configuração tática da equipe principal do Grêmio, tornou-se mais parecida com a original, além de dar maior agressividade e confiança, que é o habitual do time.
É primordial a qualquer time titular ter padrão de jogo e que todos os jogadores estejam bem entrosados, que saibam e consigam exercer sua função da melhor forma para que o coletivo da equipe apareça. E, como para as partidas da final da Libertadores ainda há tempo considerável, não seria sensato deixar o time titular afastado de competições oficiais, ou seja, do Brasileirão.
Assim, mesmo sendo a Libertadores o foco principal do Grêmio, a comissão técnica já declarou que irá montar equipe mais próxima possível da formação ideal, para que o Tricolor Gaúcho não perca o ritmo de jogo e continue mostrando seu futebol coletivo e competitivo, no Brasileirão. Acredito que essa decisão de não preservar a equipe titular como um todo é acertada, pois a busca da continuidade do padrão de jogo é importante.
Nosso único representante na Libertadores tem chances reais de ficar com o título, se colocar em prática seu padrão baseado na posse de bola, na compactação e na troca de passes rápidos. Têm chances de ser superior ao Lanús que mostrou ser qualificado pelo futebol apresentado e por ter derrubado o River Plate da competição.
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Comentários
Comentários (3)
primeiro tempo muito ruim, conseguimos a virada mas fica o alerta, Fernandinho parou de jogar faz tempo, Jael bom bem vou comentar... hoje Everton evitou a derrota!
uma vergonha e uma falta de respeito com o torcedor q ta pagando ingresso caro nesse jogo de hj contra o flamengo time sem vontade e desse geito q acham q vao ser campeos?falta de garra de vontade duvido q mudem ate o jogo contra o lanus.to preocupado faz tempo com esse gremio desde q.parou de.joga aquele.futebol.do 1 semestre, luam durmindo em campo fernandinho nada da certo jael nao chega a bola nele criaçao de jogadas zero, ramiro e edilsom tbm sem motivaçao nenhuma espera acaba o jogo e serao as mesmas desculpas to d saco cheio ja,nao tem uma.jogada nada.
E a atuação contra o Flamengo hoje me preocupou mais ainda!
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Aplicativo Gremio Avalanche
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