Pedro Rocha é peça-chave no contra-ataque (Foto: Reprodução)
O Grêmio é um time que domina o adversário. Toca a bola e usa o jogo curto para avançar rumo ao gol. Especialmente quando joga em casa. Na vitória por 1 a 0 sobre o Cruzeiro, na Arena, entretanto, fugiu um pouco disto. Não pelo que propôs durante os 90 minutos, mas pela maneira como definiu a vantagem na semifinal da Copa do Brasil: um contra-ataque iniciado pelo goleiro Marcelo Grohe com 15 segundos de duração, oito toques na bola, cinco jogadores diferentes e um recado: o Tricolor sabe ser vertical quando é preciso.
O gol gremista saiu das mãos do camisa 1, que ficou com a bola após sobra na área. Acionou Michel, um dos melhores em campo, pelo meio. O volante deu cinco toques até dar um passe vertical que clareou o lance e encontrou Pedro Rocha pelo lado esquerdo. De primeira, para Luan, dentro da área. O camisa 7 também finalizou sem ajeitar. Fábio deu rebote e Barrios só escorou para a rede, também em um toque.
A construção teve participação fundamental de Pedro Rocha e Michel. O volante carrega, com espaço, sem ser acossado pelos cruzeirenses. Tem liberdade para avançar e esperar o movimento de Pedro Rocha pelo lado esquerdo. O camisa 32 ataca o espaço vazio, ganha alguns metros da marcação com finta de corpo e acha o melhor espaço para o passe.
– A gente tira os exemplos. Quem joga em casa, sempre sai mais para o jogo. Lá (no Mineirão), mais cedo ou mais tarde o Cruzeiro vai ter que sair para o jogo, e aí vai dar esapço. O Grêmio gosta de jogar assim, gosta de jogar no Mineirão também. Mas é um jogo de 180 minutos. Vencemos somente os primeiros 90 – disse o técnico Renato Portaluppi após o jogo.
Reconhecidamente, o time de Renato é daqueles que tratam bem a bola, como fazia o seu treinador nos tempos de jogador. Na linguagem técnica do futebol, "temporiza" o jogo. E isso não é novidade. Como não é também a faceta aguda de contra-ataque. No ano passado, já usou desta arma. Na semana passada, também, no 2 a 1 sobre o Godoy Cruz, pela Libertadores.
A velocidade para chegar ao gol adversário é uma das virtudes do time gaúcho desde a chegada de Renato. Dessa forma buscou a vantagem na semifinal da Copa do Brasil. E pode ser o caminho também para chegar a uma eventual vitória no Mineirão, por conta do contexto do jogo.
– A gente sabe que, fazendo um gol lá (em Minas Gerais), obriga o Cruzeiro a fazer três. Certamente eles vão pressionar a gente no começo do jogo, e o Renato com certeza vai passar tudo o que ele pretende da gente. É jogar como a gente vem jogando, com personalidade, com posse de bola, com velocidade – apontou Marcelo Grohe, único a passar na zona mista após o jogo.
Apesar de dominar o jogo na primeira etapa, o Grêmio parou duas vezes em Fábio, em cabeçada de Barrios e em chute colocado de Pedro Rocha. Contudo, não apresentou aquele volume avassalador de outras partidas. De qualquer forma, só foi sofrer na defesa em lance aos 47 minutos do segundo tempo, quando Raniel entrou na área e só não empatou porque Marcelo Grohe saiu em seus pés.
O Grêmio se reapresenta na tarde desta quinta-feira, no CT Luiz Carvalho. Pedro Geromel, lesionado, deve ser desfalque por conta de problema muscular – ele fará exame para se saber a gravidade da lesão. O próximo compromisso é no domingo, contra o Atlético-PR, às 11h, na Arena.
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O gol gremista saiu das mãos do camisa 1, que ficou com a bola após sobra na área. Acionou Michel, um dos melhores em campo, pelo meio. O volante deu cinco toques até dar um passe vertical que clareou o lance e encontrou Pedro Rocha pelo lado esquerdo. De primeira, para Luan, dentro da área. O camisa 7 também finalizou sem ajeitar. Fábio deu rebote e Barrios só escorou para a rede, também em um toque.
A construção teve participação fundamental de Pedro Rocha e Michel. O volante carrega, com espaço, sem ser acossado pelos cruzeirenses. Tem liberdade para avançar e esperar o movimento de Pedro Rocha pelo lado esquerdo. O camisa 32 ataca o espaço vazio, ganha alguns metros da marcação com finta de corpo e acha o melhor espaço para o passe.
– A gente tira os exemplos. Quem joga em casa, sempre sai mais para o jogo. Lá (no Mineirão), mais cedo ou mais tarde o Cruzeiro vai ter que sair para o jogo, e aí vai dar esapço. O Grêmio gosta de jogar assim, gosta de jogar no Mineirão também. Mas é um jogo de 180 minutos. Vencemos somente os primeiros 90 – disse o técnico Renato Portaluppi após o jogo.
Reconhecidamente, o time de Renato é daqueles que tratam bem a bola, como fazia o seu treinador nos tempos de jogador. Na linguagem técnica do futebol, "temporiza" o jogo. E isso não é novidade. Como não é também a faceta aguda de contra-ataque. No ano passado, já usou desta arma. Na semana passada, também, no 2 a 1 sobre o Godoy Cruz, pela Libertadores.
A velocidade para chegar ao gol adversário é uma das virtudes do time gaúcho desde a chegada de Renato. Dessa forma buscou a vantagem na semifinal da Copa do Brasil. E pode ser o caminho também para chegar a uma eventual vitória no Mineirão, por conta do contexto do jogo.
– A gente sabe que, fazendo um gol lá (em Minas Gerais), obriga o Cruzeiro a fazer três. Certamente eles vão pressionar a gente no começo do jogo, e o Renato com certeza vai passar tudo o que ele pretende da gente. É jogar como a gente vem jogando, com personalidade, com posse de bola, com velocidade – apontou Marcelo Grohe, único a passar na zona mista após o jogo.
Apesar de dominar o jogo na primeira etapa, o Grêmio parou duas vezes em Fábio, em cabeçada de Barrios e em chute colocado de Pedro Rocha. Contudo, não apresentou aquele volume avassalador de outras partidas. De qualquer forma, só foi sofrer na defesa em lance aos 47 minutos do segundo tempo, quando Raniel entrou na área e só não empatou porque Marcelo Grohe saiu em seus pés.
O Grêmio se reapresenta na tarde desta quinta-feira, no CT Luiz Carvalho. Pedro Geromel, lesionado, deve ser desfalque por conta de problema muscular – ele fará exame para se saber a gravidade da lesão. O próximo compromisso é no domingo, contra o Atlético-PR, às 11h, na Arena.
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Comentários
Comentários (3)
Parabéns pela vitória, mas o time sentiu flagrantemente o ritmo, time LENTO, sem segurança normal, meio nervoso e muitos CHUTÕES.
O Renato preserva os cara e eles não dão um chute no gol no segundo tempo, isso se chama falta de ritmo de jogo. Os jogadores do grêmio são muito estrela, teve jogador do Botafogo que jogou domingo e quarta. Não dá pra entender.
OLÁ VOCÊ DE TODO BRASIL QUE TEM TV POR ASSINATURA E TEM POUCOS CANAIS E PAGA CARO.
NÓS TEMOS A SOLUÇÃO
LIBERAMOS OS CANAIS E REDUZIMOS A FATURA
INTERESSADOS ZAP 11980799494
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Aplicativo Gremio Avalanche
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