O destino age por suas próprias regras. Fatos na vida de cada um de nós soam inexplicáveis, acontecem por que têm que acontecer. Foi assim com Hugo Nogueira, de 20 anos. Ainda no início de sua trajetória no futebol, era atacante, até que, em um treinamento, o goleiro da equipe precisou sair e o treinador pediu para algum dos jogadores assumir a meta por breves momentos. O avô de Hugo, da arquibancada, indicou que o ainda menino fosse. E hoje ele é goleiro do Grêmio. Isso aconteceu quando Hugo tinha 9 anos. José Gervásio Nogueira, o avô, e os técnicos Daniel Polezzi e Tenne Pereira pesaram na mudança de rota que acabou sendo positiva. Ao invés de fazer gols, evitá-los.
"No início eu atuava como atacante, o objetivo era simplesmente estar no meio do futebol, independentemente da posição. Mas aos 9 anos descobri que o gol era meu lugar. Em um treino de finalização precisou de um voluntário para ir ao gol e dar continuidade ao treinamento, aceitei o desafio e acabei me destacando. Meus treinadores da época, Daniel Polezzi e Tenne Pereira, me perguntaram se eu não tinha interesse em investir na profissão. Desde então nunca mais deixei as luvas e hoje sou muito grato a eles", contou ao UOL Esporte. "Eu levava jeito como jogador de linha, poderia até ter conseguido algo na época, mas o que estou vivendo hoje somente as luvas me proporcionariam. Fazer .
"Eu levava jeito como jogador de linha, poderia até ter conseguido algo na época, mas o que estou vivendo hoje somente as luvas me proporcionariam. Fazer parte de um elenco histórico no Mirassol e estar vivendo grandes experiências no Grêmio é extraordinário para mim", completou. O destino agiu. Ainda que no momento não parecesse nada extraordinário, ter aceito o desafio de ir para debaixo das traves acabou mudando o rumo da vida do atleta.
"O fato de eu aceitar um desafio daqueles, enfrentar um treino de finalizações e acabar me destacando foi essencial para eu me tornar goleiro. As oportunidades aparecem no momento certo. Naquele dia eu não sabia, mas estava tendo uma das maiores oportunidades da minha carreira", explicou. A relação com o avô, conhecido como Nogueira, também está nas memórias do goleiro até hoje. "Meu avô é uma pessoa super importante na minha vida e carreira. No início de tudo, foi ele que conseguiu minha primeira chuteira. Não media esforços para atravessar a cidade inteira para me levar aos treinos em sua bicicleta. Hoje, eu vejo que todo o esforço dele valeu a pena e sou muito grato a tudo que .elefez por mim"
Mas agora Hugo está pronto. Se tudo der errado e o destino novamente atuar inesperadamente na vida dele, o próprio já criou alternativas. Enquanto trabalha para conquistar espaço de luvas, chuteiras, uniforme e no gramado, o futuro também reserva a alternativa de brilhar nos tribunais, de terno, gravata e usando as palavras, e não as mãos para fazer defesas. Ele cursa faculdade de direito na Universidade LaSalle. "O futebol é muito incerto, por isso invisto no meu futuro adquirindo conhecimento e estudos. Espero estar formado nos próximos anos e apto a atuar para quando for o momento certo de colocar em prática o outro do sonho", contou.
"O futebol é muito incerto, por isso invisto no meu futuro adquirindo conhecimento e estudos. Espero estar formado nos próximos anos e apto a atuar para quando for o momento certo de colocar em prática o outro do sonho", contou. "Advogado desportivo é uma aérea que pretendo seguir. Porém, com os avanços dos semestres e a empolgação com os novos aprendizados, o concurso público também pode vir ser uma meta futura", completou.
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"No início eu atuava como atacante, o objetivo era simplesmente estar no meio do futebol, independentemente da posição. Mas aos 9 anos descobri que o gol era meu lugar. Em um treino de finalização precisou de um voluntário para ir ao gol e dar continuidade ao treinamento, aceitei o desafio e acabei me destacando. Meus treinadores da época, Daniel Polezzi e Tenne Pereira, me perguntaram se eu não tinha interesse em investir na profissão. Desde então nunca mais deixei as luvas e hoje sou muito grato a eles", contou ao UOL Esporte. "Eu levava jeito como jogador de linha, poderia até ter conseguido algo na época, mas o que estou vivendo hoje somente as luvas me proporcionariam. Fazer .
"Eu levava jeito como jogador de linha, poderia até ter conseguido algo na época, mas o que estou vivendo hoje somente as luvas me proporcionariam. Fazer parte de um elenco histórico no Mirassol e estar vivendo grandes experiências no Grêmio é extraordinário para mim", completou. O destino agiu. Ainda que no momento não parecesse nada extraordinário, ter aceito o desafio de ir para debaixo das traves acabou mudando o rumo da vida do atleta.
"O fato de eu aceitar um desafio daqueles, enfrentar um treino de finalizações e acabar me destacando foi essencial para eu me tornar goleiro. As oportunidades aparecem no momento certo. Naquele dia eu não sabia, mas estava tendo uma das maiores oportunidades da minha carreira", explicou. A relação com o avô, conhecido como Nogueira, também está nas memórias do goleiro até hoje. "Meu avô é uma pessoa super importante na minha vida e carreira. No início de tudo, foi ele que conseguiu minha primeira chuteira. Não media esforços para atravessar a cidade inteira para me levar aos treinos em sua bicicleta. Hoje, eu vejo que todo o esforço dele valeu a pena e sou muito grato a tudo que .elefez por mim"
Mas agora Hugo está pronto. Se tudo der errado e o destino novamente atuar inesperadamente na vida dele, o próprio já criou alternativas. Enquanto trabalha para conquistar espaço de luvas, chuteiras, uniforme e no gramado, o futuro também reserva a alternativa de brilhar nos tribunais, de terno, gravata e usando as palavras, e não as mãos para fazer defesas. Ele cursa faculdade de direito na Universidade LaSalle. "O futebol é muito incerto, por isso invisto no meu futuro adquirindo conhecimento e estudos. Espero estar formado nos próximos anos e apto a atuar para quando for o momento certo de colocar em prática o outro do sonho", contou.
"O futebol é muito incerto, por isso invisto no meu futuro adquirindo conhecimento e estudos. Espero estar formado nos próximos anos e apto a atuar para quando for o momento certo de colocar em prática o outro do sonho", contou. "Advogado desportivo é uma aérea que pretendo seguir. Porém, com os avanços dos semestres e a empolgação com os novos aprendizados, o concurso público também pode vir ser uma meta futura", completou.
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