Aos 28 anos de idade, oito deles vividos em solo europeu, Alex Telles nunca esqueceu suas raízes e sempre deixou muito claro o sentimento de gratidão aos clubes que lhe abriram as portas ao futebol: Juventude e Grêmio.
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Em entrevista exclusiva à RBS TV, o jogador do Manchester United falou sobre sua trajetória no futebol gaúcho, a possibilidade de um dia voltar a vestir as camisas de Juventude e Grêmio e sua expectativa para o duelo entre os dois clubes nesta quarta-feira, pelo Campeonato Brasileiro.
Vivendo na Inglaterra desde os últimos meses de 2020, o lateral aproveitou as férias do clube para voltar a Caxias do Sul, visitar a família, dar um pulo no Jaconi e ver com anda o seu projeto social, o Projeto Gol de Ouro Alex Telles, que ajuda crianças carentes da serra gaúcha.
Natural de Caxias do Sul, foi no Juventude que o lateral deu os primeiros passos no futebol. Nas categorias de base do Alviverde, fez amigos dentro de campo e que o acompanharam para Porto Alegre, quando se transferiu para o Grêmio. Folmann, Bressan e Ramiro são exemplos disso.
"Se um dia eu voltar ao Brasil, o Grêmio e o Juventude são clubes que tenho um carinho muito grande, seria uma prazer vestir essas camisas. Mas hoje minha vontade é continuar na Europa", declarou o jogador.
Mas a conversa não ficou restrita ao passado no Rio Grande do Sul. Alex Telles passou a limpo suas passagens pelos clubes do Velho Continente. Lembrou da relação com fanática torcida turca quando esteve no Galatasaray, a evolução tática e no estilo (fora dos gramados) no futebol italiano, na Inter de Milão, e o auge no Porto.
O lateral-esquerdo se transferiu ao Manchester United em outubro do ano passado. Segundo o jogador, jogar a Premier League era um sonho e ele afirma sem sombra de dúvidas que está no melhor futebol do mundo. Na Inglaterra, Telles viveu um primeiro ano de adaptação e agora foca em virar titular, manter a regularidade e se possível retornar para a seleção brasileira.
Confira trechos da entrevista:
ge: Como foi voltar para Caxias do Sul e voltar a visitar o Alfredo Jaconi, agora reformado para a Série A?
Alex Telles: Pra mim é um prazer voltar à minha cidade natal e obviamente que sempre vou no Jaconi para rever meus amigos. O Jonas que está lá e foi meu primeiro treinador e me lapidou. Voltar e ver o Jaconi reformado, nível Série A, para mim é uma alegria grande ver que o clube está evoluindo. Muito importante ver o crescimento do clube e, sim, posso dizer que é padrão europeu aquele gramado. Pude ver de perto e da até vontade de jogar em um gramado daquele.
Passa pela tua cabeça voltar um dia a atuar com as camisas de Juventude ou Grêmio?
Tenho um carinho especial pelo Juventude e pelo Grêmio, que foi o clube que me abriu as portas para o cenário mundial. Tive a oportunidade de jogar um Brasileiro pelo clube. Por mais que tenha sido pouco tempo, foi só um ano, mas foi muito intenso. Pude aprender bastante com os jogadores, os funcionários, a grandeza do clube. Tenho um carinho especial pelo Tricolor. Se um dia eu voltar ao Brasil, o Grêmio e o Juventude são clubes que tenho um carinho muito grande, seria uma prazer vestir essas camisas. Mas hoje minha vontade é continuar na Europa, fazendo minha trajetória aqui. Me considero um cara novo e acho que tenho muita coisa para dar aqui ainda.
Você lembra do seu primeiro gol com a camisa do Grêmio?
Lembro. Foi no Maracanã contra o Botafogo. Foi o único praticamente, os outros foram de pênalti. Mas foi um gol muito bonito, foi uma noite muito especial. Acho que era o novo Maracanã. Era um ano de estreia. Lembro que estávamos num momento importante da temporada. Estávamos em disputa com o Botafogo, do Seedorf, por vaga para a Libertadores, e a gente acabou ganhando o jogo e deu um passo importante para ir para a Libertadores do próximo ano. Então foi um jogo muito importante e que até hoje eu guardo com carinho a chuteira daquele jogo. Tenho assinada a chuteira e está guardada no meu museu aí no Brasil.
Nesta quarta-feira tem Juventude x Grêmio. Para quem o Alex Telles vai torcer?
Eu fico em cima do muro, porque tenho um carinho grande pelo Juventude e pelo Grêmio. Tenho amigos dos dois lados. Sou a favor de que o que merecer vencer, fazer o melhor trabalho, vença. Óbvio que se for um empate para mim fica melhor. Mas os dois querem vencer. O Grêmio precisa fazer pontos, o Juventude precisa pontuar todos os jogos para se manter na Série A. Que vença o melhor.
Você tem uma cicatriz de um Gre-Nal, lembra como foi isso?
Está aqui ainda. Dos dois lados. Foi no Gre-Nal do Centenário (estádio), lembro que foi um empate. Bati a cabeça com o Gabriel, lateral-direito, e foi um lance bem feio. Foram quatro horas de cirurgia, teve que abrir toda a cabeça para poder reparar. Mas foi algo que evolui também como pessoa. Tive que ter paciência para voltar, estava me firmando no Tricolor e acabei tendo essa pausa. O Gabriel me ligou também pedindo desculpas, mas obviamente que ele não teve intenção, mas foi um episódio que marca e levo isso como aprendizado.
Como é teu contato com a turma que foi do Juventude para o Grêmio junto contigo?
A gente tem contato até hoje, grupo no Whats. Me encontrei nessas férias com o Bressan. Não conseguir me encontrar com o Ramiro nem com o Folmann, porque eles estavam em São Paulo e com essa pandemia é difícil ficar viajando pra lá e pra cá, fiquei mais com a minha família. Mas a gente tem diversos grupos de Whats. Hoje as redes sociais nos aproximam bastante. Temos o mesmo contato, claro que um pouco menor que antigamente por causa da distância. Mas sempre que nos encontramos é a mesma sintonia, alegria e conversas de sempre.
Falando sobre sua trajetória na Europa, como foi a época de Galatasaray?
Eu tenho um carinho muito grande por Istambul. Morei dois anos lá. E tenho um carinho especial pelo Galatasaray porque foi o clube que me abriu as portas na Europa. Me deu a oportunidade de jogar com o estádio lotado numa Champions League. Conheci esse fanatismo dos turcos, desde que eu cheguei no aeroporto, foi uma festa muito bonita, eu era jovem, foi um pouco assustador no início, mas depois me deu muita confiança. Fiquei dois anos lá, conquistei quatro títulos. Sem contar a cidade que é maravilhosa, é gigante, uma cultura diferente, uma língua diferente. Isso enriquece nosso lado pessoal e para mim foi uma passagem muito bonita na minha carreira e que vou levar pra sempre.
Dizem que vivendo em Milão a gente aprende a se vestir melhor. Foi assim contigo?
A gente sempre aprende um pouco mais. Sempre fui vaidoso, gosto de estar bem vestido. Então Milão fui um trecho muito importante na minha vida. Aprendi muito fora de campo, mas principalmente dentro de campo, porque é um jogo muito tático e quem me levou pra lá na época era o Mancini, mesmo treinador que me levou para o Galatasaray. Então tenho uma gratidão enorme pelo Roberto Mancini, que hoje está na seleção da Itália. Ele me levou para esses dois clubes e me deu uma total confiança. Aprendi muito com ele, evolui como lateral, posicionamento e claro que fora de campo a gente aprende a comer melhor, a se vestir bem. Lá realmente é a cidade da moda, então acabamos aprendendo muito e mudando um pouco o estilo.
E no Porto você teve a passagem mais marcante até agora.
Porto é uma página da minha vida, porque eu fiquei praticamente quatro anos lá, foi o clube que eu mais fiquei na minha vida, então fiz muitos amigos, pessoas que tive um laço grande. Com o clube tive um laço muito forte, até hoje tenho amigos lá. É um clube que tenho no meu coração que entrou de uma forma muito forte, onde tenho os títulos mais importantes e acho que meus maiores números foram no Porto. Então tenho um carinho especial pela cidade, pelos amigos que fiz lá. Quem me conhece sabe que sempre que posso passo por lá para poder matar a saudade e estar perto de Portugal.
Qual é a diferença da Premier League para os outros países e para o futebol sul-americano?
Eu sabia que esse passo que eu daria viriam muitas mudanças e muitas adaptações. Tanto fisicamente, como taticamente e culturalmente também. A língua é diferente e eu estou aprendendo. Eu evolui muito como atleta. E mais ainda fisicamente, ganhei alguns quilos de massa para aguentar o físico do futebol inglês. Para mim é o futebol mais competitivo do mundo, onde tem os melhores jogadores. Acho que dei um salto muito grande na minha carreira. Era um sonho meu e é ainda jogar a Premier League, jogar em clube como é o Manchester United. Estou muito feliz e realizado e por isso que falei, que tenho muito a oferecer ao United. Quero me firmar aqui, quero entrar para história desse clube, como fiz no Porto. A nível físico e tático é muito mais forte, mais intenso. Mas é tudo questão de prática e acho que estou no caminho certo.
A seleção brasileira ainda é um objetivo para tua vida?
Demais, um dos objetivos da minha vinda também para Premier é ir para a seleção brasileira. Dessa vez não aconteceu, mas sou um cara que nunca desiste. Acho que fui para a seleção um pouco tarde, fui com 25, 26 anos, hoje estou com 28, então acredito que tenho alguma coisa a oferecer. Tudo vai depender do meu trabalho aqui no clube, da minha sequência de jogos e acredito no meu potencial. Então estou trabalhando para poder dar esse salto e voltar à seleção, que é meu objetivo.
Grêmio, Alex Telles, Relação, Europa, Juventude, Imortal
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Em entrevista exclusiva à RBS TV, o jogador do Manchester United falou sobre sua trajetória no futebol gaúcho, a possibilidade de um dia voltar a vestir as camisas de Juventude e Grêmio e sua expectativa para o duelo entre os dois clubes nesta quarta-feira, pelo Campeonato Brasileiro.
Vivendo na Inglaterra desde os últimos meses de 2020, o lateral aproveitou as férias do clube para voltar a Caxias do Sul, visitar a família, dar um pulo no Jaconi e ver com anda o seu projeto social, o Projeto Gol de Ouro Alex Telles, que ajuda crianças carentes da serra gaúcha.
Natural de Caxias do Sul, foi no Juventude que o lateral deu os primeiros passos no futebol. Nas categorias de base do Alviverde, fez amigos dentro de campo e que o acompanharam para Porto Alegre, quando se transferiu para o Grêmio. Folmann, Bressan e Ramiro são exemplos disso.
"Se um dia eu voltar ao Brasil, o Grêmio e o Juventude são clubes que tenho um carinho muito grande, seria uma prazer vestir essas camisas. Mas hoje minha vontade é continuar na Europa", declarou o jogador.
Mas a conversa não ficou restrita ao passado no Rio Grande do Sul. Alex Telles passou a limpo suas passagens pelos clubes do Velho Continente. Lembrou da relação com fanática torcida turca quando esteve no Galatasaray, a evolução tática e no estilo (fora dos gramados) no futebol italiano, na Inter de Milão, e o auge no Porto.
O lateral-esquerdo se transferiu ao Manchester United em outubro do ano passado. Segundo o jogador, jogar a Premier League era um sonho e ele afirma sem sombra de dúvidas que está no melhor futebol do mundo. Na Inglaterra, Telles viveu um primeiro ano de adaptação e agora foca em virar titular, manter a regularidade e se possível retornar para a seleção brasileira.
Confira trechos da entrevista:
ge: Como foi voltar para Caxias do Sul e voltar a visitar o Alfredo Jaconi, agora reformado para a Série A?
Alex Telles: Pra mim é um prazer voltar à minha cidade natal e obviamente que sempre vou no Jaconi para rever meus amigos. O Jonas que está lá e foi meu primeiro treinador e me lapidou. Voltar e ver o Jaconi reformado, nível Série A, para mim é uma alegria grande ver que o clube está evoluindo. Muito importante ver o crescimento do clube e, sim, posso dizer que é padrão europeu aquele gramado. Pude ver de perto e da até vontade de jogar em um gramado daquele.
Passa pela tua cabeça voltar um dia a atuar com as camisas de Juventude ou Grêmio?
Tenho um carinho especial pelo Juventude e pelo Grêmio, que foi o clube que me abriu as portas para o cenário mundial. Tive a oportunidade de jogar um Brasileiro pelo clube. Por mais que tenha sido pouco tempo, foi só um ano, mas foi muito intenso. Pude aprender bastante com os jogadores, os funcionários, a grandeza do clube. Tenho um carinho especial pelo Tricolor. Se um dia eu voltar ao Brasil, o Grêmio e o Juventude são clubes que tenho um carinho muito grande, seria uma prazer vestir essas camisas. Mas hoje minha vontade é continuar na Europa, fazendo minha trajetória aqui. Me considero um cara novo e acho que tenho muita coisa para dar aqui ainda.
Você lembra do seu primeiro gol com a camisa do Grêmio?
Lembro. Foi no Maracanã contra o Botafogo. Foi o único praticamente, os outros foram de pênalti. Mas foi um gol muito bonito, foi uma noite muito especial. Acho que era o novo Maracanã. Era um ano de estreia. Lembro que estávamos num momento importante da temporada. Estávamos em disputa com o Botafogo, do Seedorf, por vaga para a Libertadores, e a gente acabou ganhando o jogo e deu um passo importante para ir para a Libertadores do próximo ano. Então foi um jogo muito importante e que até hoje eu guardo com carinho a chuteira daquele jogo. Tenho assinada a chuteira e está guardada no meu museu aí no Brasil.
Nesta quarta-feira tem Juventude x Grêmio. Para quem o Alex Telles vai torcer?
Eu fico em cima do muro, porque tenho um carinho grande pelo Juventude e pelo Grêmio. Tenho amigos dos dois lados. Sou a favor de que o que merecer vencer, fazer o melhor trabalho, vença. Óbvio que se for um empate para mim fica melhor. Mas os dois querem vencer. O Grêmio precisa fazer pontos, o Juventude precisa pontuar todos os jogos para se manter na Série A. Que vença o melhor.
Você tem uma cicatriz de um Gre-Nal, lembra como foi isso?
Está aqui ainda. Dos dois lados. Foi no Gre-Nal do Centenário (estádio), lembro que foi um empate. Bati a cabeça com o Gabriel, lateral-direito, e foi um lance bem feio. Foram quatro horas de cirurgia, teve que abrir toda a cabeça para poder reparar. Mas foi algo que evolui também como pessoa. Tive que ter paciência para voltar, estava me firmando no Tricolor e acabei tendo essa pausa. O Gabriel me ligou também pedindo desculpas, mas obviamente que ele não teve intenção, mas foi um episódio que marca e levo isso como aprendizado.
Como é teu contato com a turma que foi do Juventude para o Grêmio junto contigo?
A gente tem contato até hoje, grupo no Whats. Me encontrei nessas férias com o Bressan. Não conseguir me encontrar com o Ramiro nem com o Folmann, porque eles estavam em São Paulo e com essa pandemia é difícil ficar viajando pra lá e pra cá, fiquei mais com a minha família. Mas a gente tem diversos grupos de Whats. Hoje as redes sociais nos aproximam bastante. Temos o mesmo contato, claro que um pouco menor que antigamente por causa da distância. Mas sempre que nos encontramos é a mesma sintonia, alegria e conversas de sempre.
Falando sobre sua trajetória na Europa, como foi a época de Galatasaray?
Eu tenho um carinho muito grande por Istambul. Morei dois anos lá. E tenho um carinho especial pelo Galatasaray porque foi o clube que me abriu as portas na Europa. Me deu a oportunidade de jogar com o estádio lotado numa Champions League. Conheci esse fanatismo dos turcos, desde que eu cheguei no aeroporto, foi uma festa muito bonita, eu era jovem, foi um pouco assustador no início, mas depois me deu muita confiança. Fiquei dois anos lá, conquistei quatro títulos. Sem contar a cidade que é maravilhosa, é gigante, uma cultura diferente, uma língua diferente. Isso enriquece nosso lado pessoal e para mim foi uma passagem muito bonita na minha carreira e que vou levar pra sempre.
Dizem que vivendo em Milão a gente aprende a se vestir melhor. Foi assim contigo?
A gente sempre aprende um pouco mais. Sempre fui vaidoso, gosto de estar bem vestido. Então Milão fui um trecho muito importante na minha vida. Aprendi muito fora de campo, mas principalmente dentro de campo, porque é um jogo muito tático e quem me levou pra lá na época era o Mancini, mesmo treinador que me levou para o Galatasaray. Então tenho uma gratidão enorme pelo Roberto Mancini, que hoje está na seleção da Itália. Ele me levou para esses dois clubes e me deu uma total confiança. Aprendi muito com ele, evolui como lateral, posicionamento e claro que fora de campo a gente aprende a comer melhor, a se vestir bem. Lá realmente é a cidade da moda, então acabamos aprendendo muito e mudando um pouco o estilo.
E no Porto você teve a passagem mais marcante até agora.
Porto é uma página da minha vida, porque eu fiquei praticamente quatro anos lá, foi o clube que eu mais fiquei na minha vida, então fiz muitos amigos, pessoas que tive um laço grande. Com o clube tive um laço muito forte, até hoje tenho amigos lá. É um clube que tenho no meu coração que entrou de uma forma muito forte, onde tenho os títulos mais importantes e acho que meus maiores números foram no Porto. Então tenho um carinho especial pela cidade, pelos amigos que fiz lá. Quem me conhece sabe que sempre que posso passo por lá para poder matar a saudade e estar perto de Portugal.
Qual é a diferença da Premier League para os outros países e para o futebol sul-americano?
Eu sabia que esse passo que eu daria viriam muitas mudanças e muitas adaptações. Tanto fisicamente, como taticamente e culturalmente também. A língua é diferente e eu estou aprendendo. Eu evolui muito como atleta. E mais ainda fisicamente, ganhei alguns quilos de massa para aguentar o físico do futebol inglês. Para mim é o futebol mais competitivo do mundo, onde tem os melhores jogadores. Acho que dei um salto muito grande na minha carreira. Era um sonho meu e é ainda jogar a Premier League, jogar em clube como é o Manchester United. Estou muito feliz e realizado e por isso que falei, que tenho muito a oferecer ao United. Quero me firmar aqui, quero entrar para história desse clube, como fiz no Porto. A nível físico e tático é muito mais forte, mais intenso. Mas é tudo questão de prática e acho que estou no caminho certo.
A seleção brasileira ainda é um objetivo para tua vida?
Demais, um dos objetivos da minha vinda também para Premier é ir para a seleção brasileira. Dessa vez não aconteceu, mas sou um cara que nunca desiste. Acho que fui para a seleção um pouco tarde, fui com 25, 26 anos, hoje estou com 28, então acredito que tenho alguma coisa a oferecer. Tudo vai depender do meu trabalho aqui no clube, da minha sequência de jogos e acredito no meu potencial. Então estou trabalhando para poder dar esse salto e voltar à seleção, que é meu objetivo.
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