Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA
Presidente do Grêmio com mandato até o fim de 2022, Romildo Bolzan também tem histórico político familiar e foi apontado recentemente como possível candidato ao governo do Estado do Rio Grande do Sul pelo PDT. Porém, ele nega que estará na corrida eleitoral em outubro do ano que vem.
Em entrevista a Mauro Cezar Pereira no programa Dividida, do UOL Esporte, Bolzan afirma que não quer utilizar o Grêmio como trampolim político e que pretende cumprir seu mandato atual no comando do clube até dezembro de 2022, deixando assim de concorrer ao Palácio Piratini.
"De uma maneira muito resumida, enquanto eu estiver no Grêmio, não tem absolutamente candidatura nenhuma. Não entendo que estar no Grêmio possa ser objeto de trampolim político, não gosto disso, não farei isso. A cultura que eu tenho pelo Grêmio é uma cultura de servir absolutamente ao clube, não gosto que isso seja objeto de uma consequência outra", afirma Bolzan.
"Isso, claro, saindo daqui, pode até haver, mas nesse momento não me passa nenhuma situação. Embora seja sondado, embora seja demandado, embora seja convidado e até mesmo instado para isso, não alimento absolutamente nada nesse sentido enquanto estiver no Grêmio", completa.
O dirigente justifica a participação na política por meio de seu pai, cita os mandatos que teve como prefeito na cidade de Osório, no litoral gaúcho, e a presidência de seu partido.
"Isso se confunde muito com a trajetória que a gente tem, quer dizer, eu já fui prefeito da minha cidade três vezes, eu não moro em Porto Alegre, eu moro em Osório, a 100 km daqui de Porto Alegre, exerci a presidência do meu partido por aproximadamente quase 8 anos. Sou filho de uma família, aqui no Rio Grande do Sul o trabalhismo é uma situação muito forte, é uma cultura política, é berço do trabalhismo", diz Bolzan.
"São ambientes políticos que se formaram aqui, meu pai era, me repassou todo esse legado também e a gente teve essa vida política", conclui.
#gremio #imortal #tricolor #bolzan #governo #riograndedosul
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"De uma maneira muito resumida, enquanto eu estiver no Grêmio, não tem absolutamente candidatura nenhuma. Não entendo que estar no Grêmio possa ser objeto de trampolim político, não gosto disso, não farei isso. A cultura que eu tenho pelo Grêmio é uma cultura de servir absolutamente ao clube, não gosto que isso seja objeto de uma consequência outra", afirma Bolzan.
"Isso, claro, saindo daqui, pode até haver, mas nesse momento não me passa nenhuma situação. Embora seja sondado, embora seja demandado, embora seja convidado e até mesmo instado para isso, não alimento absolutamente nada nesse sentido enquanto estiver no Grêmio", completa.
O dirigente justifica a participação na política por meio de seu pai, cita os mandatos que teve como prefeito na cidade de Osório, no litoral gaúcho, e a presidência de seu partido.
"Isso se confunde muito com a trajetória que a gente tem, quer dizer, eu já fui prefeito da minha cidade três vezes, eu não moro em Porto Alegre, eu moro em Osório, a 100 km daqui de Porto Alegre, exerci a presidência do meu partido por aproximadamente quase 8 anos. Sou filho de uma família, aqui no Rio Grande do Sul o trabalhismo é uma situação muito forte, é uma cultura política, é berço do trabalhismo", diz Bolzan.
"São ambientes políticos que se formaram aqui, meu pai era, me repassou todo esse legado também e a gente teve essa vida política", conclui.
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Comentários
Comentários (3)
Pra q se incomodar com politica, se entrar la vai ter q virar ladrao ou vao fazer da tua vida um inferno
Não vá se incomodar com Política Sr.Romildo,pois lá vai encontrar só mamador e mal intencionado! Vá descansar e curtir a vida numa bela praia!
Com certeza tomará que fica no grêmio mais tempo
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