Foto: Lucas Uebel
Comece pelo desconto inevitável de enfrentar outra vez um time muito, muito fraco. No Gauchão, meio de tabela seria título, se me permitem o exagero. Feito o necessário, o Grêmio dos meninos respondeu bem no Equador. Cada garoto colocou Libertadores no corpo e a resposta variou entre o bom e o ótimo.
O goleiro Brenno, o zagueiro Juan, o volante Lucas Araújo e Guilherme Azevedo estiveram numa zona variável entre estes dois estágios. Ricardinho também estaria, mas centroavante que faz gol leva salvo-conduto na mesma hora. Assim, o menino que veio da base do São Paulo se somou ao grande destaque da partida.
Ferreira já era titular há bastante tempo, menos para Renato Portaluppi. De novo, não estou tirando Ferreira para Garrincha, um piano que ele não precisa carregar nas costas. Estou, sim, comparando o que o atacante está fazendo em campo já há algumas partidas, de antes do primeiro Grêmio x Palmeiras valendo título da Copa do Brasil.
O treinador deveria ter percebido que tinha em mãos alguém tão diferente, demorou. Não resta a menor dúvida de que Ferreira é titular agora. Fez gol em Quito, driblou quem apareceu pela frente, pôs o jogo no bolso.
Tirando a facilidade imensa de enfrentar um time ruim, Ferreira vinha driblando laterais de qualidade no Brasileirão e na Copa do Brasil. Faz três jogos que Ferreira deixa o gol dele. Ainda sou do tempo, e creio que este tempo não vai terminar, em que atacante artilheiro tem prioridade. Então, Pepê ficando ou indo mais cedo para Portugal, Ferreira merece estar entre os onze.
Lucas Araújo, até sentir cãibras, tomava conta da primeira posição do meio. Guilherme Azevedo partia para cima invertido, pé esquerdo no corredor direito, com sucesso. Não são todos ao mesmo tempo que virarão titulares do Grêmio 2021, mas Brenno e Ferreira caminham irreversivelmente para esta condição.
Lucas Araújo pode trilhar esta estrada se tiver chances reiteradas. Do mercado, já disse o presidente, virão poucos jogadores, todos eles em condição de titularidade. Demora. Jogador raro e caro custa tempo, lábia, sedução. Romildo chegou a falar em gente chegando para maio. Até lá, o treinador vai ter que encontrar soluções caseiras, o que já incluirá fase de grupos. O Grêmio enfrentará o Independiente del Valle, que faz e toma muito gol. Aí já é assunto para outra coluna.
Grêmio, Opinião, Maurício Saraiva
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Ferreira já era titular há bastante tempo, menos para Renato Portaluppi. De novo, não estou tirando Ferreira para Garrincha, um piano que ele não precisa carregar nas costas. Estou, sim, comparando o que o atacante está fazendo em campo já há algumas partidas, de antes do primeiro Grêmio x Palmeiras valendo título da Copa do Brasil.
O treinador deveria ter percebido que tinha em mãos alguém tão diferente, demorou. Não resta a menor dúvida de que Ferreira é titular agora. Fez gol em Quito, driblou quem apareceu pela frente, pôs o jogo no bolso.
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Lucas Araújo, até sentir cãibras, tomava conta da primeira posição do meio. Guilherme Azevedo partia para cima invertido, pé esquerdo no corredor direito, com sucesso. Não são todos ao mesmo tempo que virarão titulares do Grêmio 2021, mas Brenno e Ferreira caminham irreversivelmente para esta condição.
Lucas Araújo pode trilhar esta estrada se tiver chances reiteradas. Do mercado, já disse o presidente, virão poucos jogadores, todos eles em condição de titularidade. Demora. Jogador raro e caro custa tempo, lábia, sedução. Romildo chegou a falar em gente chegando para maio. Até lá, o treinador vai ter que encontrar soluções caseiras, o que já incluirá fase de grupos. O Grêmio enfrentará o Independiente del Valle, que faz e toma muito gol. Aí já é assunto para outra coluna.
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Comentários
Comentários (1)
Não adianta o Renato retorna e deixar os guris no anonimato como sempre 3 anos pra lapidar um jogador da base com o Renato com seus bruxos, falar em bruxos thaciano e cortez sendo eles mesmo jogando nada
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