Foto: Reprodução
Renato Portaluppi transitou entre reconhecer a falha da defesa no gol de Gustavo Gómez e criticar a arbitragem após a derrota do Grêmio por 1 a 0 para o Palmeiras, neste domingo, na Arena, pelo jogo de ida da final da Copa do Brasil. Em sua entrevista coletiva, o treinador ainda manteve as esperanças acesas de uma virada para conquistar o hexa no Allianz Parque.
Logo na primeira resposta, o técnico afirmou que o Tricolor "deu mole" no gol que definiu a partida. A mesma expressão já foi usada outras vezes pelo treinador para explicar insucessos do time.
Renato afirmou que faltou atenção ao seu sistema defensivo na marcação ao zagueiro paraguaio rival. Gómez subiu sozinho e venceu Paulo Victor de cabeça após cobrança escanteio ainda no primeiro tempo.
– Uma decisão é assim mesmo. Até dei o exemplo para o meu grupo, que na final da Libertadores entre Palmeiras e Santos, praticamente não teve chance de gol também. O que não pode na decisão é você errar. Demos mole no gol do Palmeiras, faltou atenção para a nossa equipe. Uma decisão dessas é decidida por detalhezinhos. Infelizmente, por causa de um detalhezinho, perdemos o jogo – disse o treinador.
Em seguida, Renato afirmou que não reclamaria da arbitragem. Mas desatou a citar dois lances nos quais, em sua visão, o Grêmio acabou prejudicado. O técnico elencou um toque de mão de Raphael Veiga na jogada que originou o escanteio do gol do Palmeiras e um suposto pênalti de Gustavo Gómez em Pepê.
O treinador reiterou mais de uma vez que está cansado de reclamar da arbitragem e que isso é "chover no molhado". Mas cobrou explicações do chefe da arbitragem da CBF, Leonardo Gaciba, especialmente sobre o lance que envolveu Pepê. Renato quer saber por que o árbitro Marcelo de Lima Henrique não foi chamado para rever a jogada na cabine do VAR.
– Quero que vocês coloquem no ar dois lances. Não vou dar opinião. Quero que analisem como houve o escanteio no gol do Palmeiras. E quero que vocês analisem o pênalti que ocorreu no Pepê. A pergunta que eu gostaria que vocês especialistas respondessem, e que o Gaciba viesse a público. Gaciba, você como árbitro: isso é pênalti ou não? - questionou Renato.
Um erro desses custa um título que a gente trabalha o ano todo. Aí, a gente vai falar o que sobre o VAR? No momento em que vocês obrigarem o árbitro do jogo nesses lances decisivos, ir lá observar, aí pode ser que o futebol melhore. Enquanto o VAR decidir o que é e o que não é, para que a ferramenta? Deixa a ferramenta para lá. Já gastei saliva suficiente nesses oito meses. Nada muda.
— Renato Portaluppi
Entre críticas à arbitragem, Renato manteve vivas as esperanças de buscar a virada em São Paulo. O treinador negou que o Grêmio tenha jogado mal na Arena e disse que a equipe tem "todas as condições" de ser campeã na Copa do Brasil.
– Meu grupo é experiente o suficiente. Não tem nada decidido. A gente tem todas as condições de chegar lá e vencer a equipe do Palmeiras. É uma partida de 180 minutos e jogamos os primeiros 90. Vejo muitos jogos da Europa, do Brasil. Vejo todas as equipes jogando mal. Por que o Grêmio tem que jogar sempre bem? Não achei que o Grêmio jogou mal. Nenhuma das duas equipes criou situações. Foi um descuido nosso – analisou.
Com a derrota, o Grêmio precisa vencer o jogo da volta por dois gols de diferença para ser campeão. Uma vitória por um gol leva a decisão para os pênaltis.
As duas equipes fazem o duelo decisivo no próximo domingo, às 18h, no Allianz Parque, em São Paulo. Antes, o Tricolor estreia no Gauchão na quarta-feira, às 19h, quando recebe o Brasil de Pelotas na Arena, em partida válida pela 2ª rodada.
Grêmio, Coletiva, Renato Gaúcho, Copa do Brasil
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Logo na primeira resposta, o técnico afirmou que o Tricolor "deu mole" no gol que definiu a partida. A mesma expressão já foi usada outras vezes pelo treinador para explicar insucessos do time.
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– Uma decisão é assim mesmo. Até dei o exemplo para o meu grupo, que na final da Libertadores entre Palmeiras e Santos, praticamente não teve chance de gol também. O que não pode na decisão é você errar. Demos mole no gol do Palmeiras, faltou atenção para a nossa equipe. Uma decisão dessas é decidida por detalhezinhos. Infelizmente, por causa de um detalhezinho, perdemos o jogo – disse o treinador.
Em seguida, Renato afirmou que não reclamaria da arbitragem. Mas desatou a citar dois lances nos quais, em sua visão, o Grêmio acabou prejudicado. O técnico elencou um toque de mão de Raphael Veiga na jogada que originou o escanteio do gol do Palmeiras e um suposto pênalti de Gustavo Gómez em Pepê.
O treinador reiterou mais de uma vez que está cansado de reclamar da arbitragem e que isso é "chover no molhado". Mas cobrou explicações do chefe da arbitragem da CBF, Leonardo Gaciba, especialmente sobre o lance que envolveu Pepê. Renato quer saber por que o árbitro Marcelo de Lima Henrique não foi chamado para rever a jogada na cabine do VAR.
– Quero que vocês coloquem no ar dois lances. Não vou dar opinião. Quero que analisem como houve o escanteio no gol do Palmeiras. E quero que vocês analisem o pênalti que ocorreu no Pepê. A pergunta que eu gostaria que vocês especialistas respondessem, e que o Gaciba viesse a público. Gaciba, você como árbitro: isso é pênalti ou não? - questionou Renato.
Um erro desses custa um título que a gente trabalha o ano todo. Aí, a gente vai falar o que sobre o VAR? No momento em que vocês obrigarem o árbitro do jogo nesses lances decisivos, ir lá observar, aí pode ser que o futebol melhore. Enquanto o VAR decidir o que é e o que não é, para que a ferramenta? Deixa a ferramenta para lá. Já gastei saliva suficiente nesses oito meses. Nada muda.
— Renato Portaluppi
Entre críticas à arbitragem, Renato manteve vivas as esperanças de buscar a virada em São Paulo. O treinador negou que o Grêmio tenha jogado mal na Arena e disse que a equipe tem "todas as condições" de ser campeã na Copa do Brasil.
– Meu grupo é experiente o suficiente. Não tem nada decidido. A gente tem todas as condições de chegar lá e vencer a equipe do Palmeiras. É uma partida de 180 minutos e jogamos os primeiros 90. Vejo muitos jogos da Europa, do Brasil. Vejo todas as equipes jogando mal. Por que o Grêmio tem que jogar sempre bem? Não achei que o Grêmio jogou mal. Nenhuma das duas equipes criou situações. Foi um descuido nosso – analisou.
Com a derrota, o Grêmio precisa vencer o jogo da volta por dois gols de diferença para ser campeão. Uma vitória por um gol leva a decisão para os pênaltis.
As duas equipes fazem o duelo decisivo no próximo domingo, às 18h, no Allianz Parque, em São Paulo. Antes, o Tricolor estreia no Gauchão na quarta-feira, às 19h, quando recebe o Brasil de Pelotas na Arena, em partida válida pela 2ª rodada.
Grêmio, Coletiva, Renato Gaúcho, Copa do Brasil
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Comentários
Comentários (5)
Estou começando a me convencer que realmente sera un grande erro manter o Renato, pois acho que não tem mais comando no grupo, demora demais a substituir e si sabe falar besteira, talvez seja melhor dar lugar a outro, só não sei quem seria, só espero que a diretoria tenha a solução, pois não da pra ficar trazendo de novo quem ja não deu certo.
Sempre o mesmo papinho o VAR ,time que quer ser campeão ganha ,esse time é muito PODRE ,pode até ganhar mas é muito PODRE.
Cortina de fumaça. O Grêmio não sabe mais fazer gol; e o pior, não sabe se defender sem o Geromito.
Grêmio dá mole há 3 anos Renato piada nacional
Mas esse time só dá mole! É rotina!
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