Foto: Eduardo Moura
A noite de domingo foi o início de um novo momento para o Grêmio. A vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense veio dos pés de Diego Souza, que se firma cada vez mais como peça determinante para o jogo fluir. Na primeira vez sem Everton, o Tricolor caiu mais para o lado direito, abusou do pivô do centroavante e teve Pepê com lampejos de Cebolinha.
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O camisa 29 chegou aos nove gols no ano no finalzinho do primeiro tempo. Mas a etapa havia sido de dificuldades para o Grêmio, que chegou a ficar menos com a bola. Nestes momentos, o time se ressentiu de repertório criativo no meio e ficou "torto".
Alisson e Orejuela eram escapes de velocidade do time pela direita. Pepê foi pouco acionado e participou menos do jogo durante a etapa inicial. Com Everton, o time atacava mais pela esquerda, além do Cebolinha ter liberdade para circular.
O recuo do Grêmio no segundo tempo deu campo para contra-atacar o Fluminense. Pepê, então, apareceu. Só que, como substituto do Cebolinha, não pode se dar ao luxo de ser apenas o escape de velocidade. O protagonismo deve aparecer com o tempo. Mas o Tricolor terá de se virar para ter um equilíbrio.
— O Pepê é um grande jogador, talhado e testado. Mas é normal que tenha jogos com alguma oscilação. Teremos que ter paciência. Possivelmente não terá nos primeiro momentos o mesmo rendimento, até porque o Everton é o jogador que todos conhecemos a qualidade — comentou o vice de futebol Paulo Luz.
Em dois lances, o jovem teve lampejos dignos do antigo titular. Da esquerda para o meio, partiu para cima da marcação e finalizou. Quase marcou. O próximo passo é criar também quando o adversário estiver mais fechado. Afinal, como disse o próprio Everton, agora é tudo com ele.
Pelo meio, Diego Souza volta a brilhar
As chances criadas pelo Grêmio surgiram a partir do sucesso de Diego Souza no pivô. O centroavante tinha sucesso na jogada, mas os companheiros não davam continuidade.
Até Maicon buscá-lo aos 44 minutos do primeiro tempo. Mesmo caindo, o toque achou Alisson, que estava mais próximo do centroavante, algo cobrado por Renato. Isaque também ajudou, e o gol surgiu.
— Temos só o Diego de área. É importante buscar. Não só de área, mas para o lado também. Principalmente com a saída do André e do Everton. A gente precisa repor. É um campeonato longo, difícil — destacou o técnico Renato Gaúcho.
No segundo tempo, quando Isaque finalizou cruzado, também foi a partir de passe por dentro, à procura de Diego no pivô. O Tricolor insistiu nessa jogada, na qual teve sucesso. Por outro lado, encontrou dificuldades para criar pelas laterais.
Renato esteve inquieto durante o primeiro tempo, irritado com o desempenho — em determinado momento, foi possível ouvir o treinador falando que "iria tirar" alguém, mas com o nome do atleta inaudível.
A estranheza da primeira vez sem Everton, titular há dois anos e no grupo desde 2014, já passou. Resta ao Grêmio e Pepê se adaptarem a este momento e afinarem as engrenagens. Há pouco tempo pela frente, já que na terça o time já viaja para Fortaleza, onde encara o Ceará às 21h30 de quarta.
Grêmio, Análise, Brasileirão, Pepê, Everton, Imortal
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Alisson e Orejuela eram escapes de velocidade do time pela direita. Pepê foi pouco acionado e participou menos do jogo durante a etapa inicial. Com Everton, o time atacava mais pela esquerda, além do Cebolinha ter liberdade para circular.
O recuo do Grêmio no segundo tempo deu campo para contra-atacar o Fluminense. Pepê, então, apareceu. Só que, como substituto do Cebolinha, não pode se dar ao luxo de ser apenas o escape de velocidade. O protagonismo deve aparecer com o tempo. Mas o Tricolor terá de se virar para ter um equilíbrio.
— O Pepê é um grande jogador, talhado e testado. Mas é normal que tenha jogos com alguma oscilação. Teremos que ter paciência. Possivelmente não terá nos primeiro momentos o mesmo rendimento, até porque o Everton é o jogador que todos conhecemos a qualidade — comentou o vice de futebol Paulo Luz.
Em dois lances, o jovem teve lampejos dignos do antigo titular. Da esquerda para o meio, partiu para cima da marcação e finalizou. Quase marcou. O próximo passo é criar também quando o adversário estiver mais fechado. Afinal, como disse o próprio Everton, agora é tudo com ele.
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Renato esteve inquieto durante o primeiro tempo, irritado com o desempenho — em determinado momento, foi possível ouvir o treinador falando que "iria tirar" alguém, mas com o nome do atleta inaudível.
A estranheza da primeira vez sem Everton, titular há dois anos e no grupo desde 2014, já passou. Resta ao Grêmio e Pepê se adaptarem a este momento e afinarem as engrenagens. Há pouco tempo pela frente, já que na terça o time já viaja para Fortaleza, onde encara o Ceará às 21h30 de quarta.
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