Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA
O sucesso desportivo deixou de ser prioridade em 2020. Com tantas incertezas quanto ao futuro próximo, a falta de perspectiva de reinício das competições e a queda vertiginosa de receitas, o Grêmio colocou a saúde financeira em primeiro plano. Isso não significa que o clube deixará de brigar pelos títulos e ser competitivo nos campeonatos que terá pela frente, mas os maiores esforços, até o final do ano, estarão voltados para o enfrentamento da crise com o menor trauma possível.
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O presidente Romildo Bolzan Júnior tem defendido a ideia de que os clubes que conseguirem atravessar 2020 de uma maneira mais sólida no aspecto financeiro entrarão 2021 como fortes candidatos a ganhar campeonatos. E o trabalho do Conselho de Administração tem se pautado nesse sentido.
“O Grêmio tem uma governança muito estabilizada e competente. Nós jogamos pela última vez no dia 15 de março, no dia seguinte o Conselho de Administração (CA) aprovou um primeiro plano de contingência, que vem sendo acompanhado diariamente. Tivemos um enxugamento muito sério dos nossos recebíveis, não estamos entregando o nosso produto, que é o futebol”, diz o vice de futebol do clube, Paulo Luz, que também é integrante do CA.
“É uma situação muito delicada, mas que está sendo tratada com seriedade e responsabilidade, no sentido de priorizar que o clube mantenha a solidez”, confirma o dirigente. A partir de julho, o Grêmio entrará em uma segunda fase de contingenciamento e seguirá repactuando pagamentos com fornecedores, reduzindo custos, entre outras medidas.
“Nós levamos anos para construir essa solidez, que é a sustentabilidade econômica e financeira do Grêmio. O futebol é importante, mas teremos que achar um ponto de equilíbrio entre cuidar das finanças e ter um time e elenco fortes, vitorioso, fazer essa condução com sabedoria quando do retorno do futebol”, finaliza Paulo Luz.
Por enquanto, o Grêmio não cogita reduzir os salários do elenco profissional, mas essa medida poderá ser adotada dependendo do tempo que o clube ainda ficar sem os jogos.
Grêmio, Crise, Equilíbrio, Financeiro, Pandemia, Imortal
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“O Grêmio tem uma governança muito estabilizada e competente. Nós jogamos pela última vez no dia 15 de março, no dia seguinte o Conselho de Administração (CA) aprovou um primeiro plano de contingência, que vem sendo acompanhado diariamente. Tivemos um enxugamento muito sério dos nossos recebíveis, não estamos entregando o nosso produto, que é o futebol”, diz o vice de futebol do clube, Paulo Luz, que também é integrante do CA.
“É uma situação muito delicada, mas que está sendo tratada com seriedade e responsabilidade, no sentido de priorizar que o clube mantenha a solidez”, confirma o dirigente. A partir de julho, o Grêmio entrará em uma segunda fase de contingenciamento e seguirá repactuando pagamentos com fornecedores, reduzindo custos, entre outras medidas.
“Nós levamos anos para construir essa solidez, que é a sustentabilidade econômica e financeira do Grêmio. O futebol é importante, mas teremos que achar um ponto de equilíbrio entre cuidar das finanças e ter um time e elenco fortes, vitorioso, fazer essa condução com sabedoria quando do retorno do futebol”, finaliza Paulo Luz.
Por enquanto, o Grêmio não cogita reduzir os salários do elenco profissional, mas essa medida poderá ser adotada dependendo do tempo que o clube ainda ficar sem os jogos.
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