Foto: Eduardo Gabardo / Agência RBS
A pandemia de coronavírus afetou a todos os clubes do futebol do mundo, mas um em especial pode ficar sem treinador durante a paralisação dos campeonatos. O América de Cali, adversário da dupla Gre-Nal na Libertadores, suspendeu os contratos de sua comissão técnica. Neste domingo (31), o técnico Alexandre Guimarães, que é brasileiro mas mora na Costa Rica, concedeu entrevista à Rádio Gaúcha e comentou a situação.
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— Com as fronteiras fechadas, não podemos voltar à Colômbia neste momento. Então, o clube está tendo que tomar algumas decisões que podem fazer com que nós não tenhamos continuidade — declarou ele — Eu ainda sou o técnico porque, apesar de eles nos mandarem uma carta de suspensão de contrato no dia 14 de maio, nosso contrato termina agora em 14 de junho. Até lá, se não acontecer nenhuma mudança nas negociações entre meu representante e o presidente do clube, é muito provável que depois desta data eu já não sou mais o técnico do América. Então, neste momento, somos, mas não somos. É um pouco estranho — complementou.
Quando o Campeonato Colombiano foi interrompido, o América de Cali era o sétimo colocado, mas a apenas três pontos do líder Atlético Nacional de Medellín. No Grupo E da Libertadores, o time vinha de uma vitória fora de casa, contra a Universidad Católica, e se preparava para encarar o Inter, no Beira-Rio.
— Nós estávamos vendo com bastante otimismo porque, apesar de perdermos em casa para o Grêmio (na estreia), fizemos muito boa partida. Conversamos com os atletas sobre o que era jogar uma Libertadores e enfrentar times com uma qualidade diferente. Isso fez com que nós fizéssemos um jogo muito bom e ganhássemos no Chile, o que nos deixou bem posicionados, ainda mais com o empate no Gre-Nal. E nós iríamos jogar contra o Inter em Porto Alegre, depois das expulsões dos jogadores do Inter, e estávamos todos empolgados, mesmo sabendo que é dificílimo ganhar lá dentro. Agora mudou tudo. É começar tudo de novo — analisou o treinador.
Guimarães está à frente do América de Cali há quase um ano e tem sua comissão técnica composta por mais dois brasileiros: o auxiliar Juliano Fontoura e o preparador físico Rodrigo Poletto. Gaúchos, os dois profissionais retornaram ao Rio Grande do Sul e aguardam uma definição sobre o futuro.
— Chegamos em Cali em junho do ano passado e a experiência tem sido magnífica, não só em termos profissionais. Conseguimos o título nacional depois de 11 anos em que um clube tão grande como o América não ganhava. Colocamos ele de volta na Libertadores e, claro, a ideia era dar continuidade pelo menos até dezembro. Mas nem sempre as coisas são como você pensa ou quer, ainda mais no futebol. Então, vamos esperar. Se não puder continuar, a vida segue e vamos ver o que vem adiante — destacou o técnico.
Grêmio, Libertadores, Crise, América de Cali, Técnico, Rival, Imortal
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— Com as fronteiras fechadas, não podemos voltar à Colômbia neste momento. Então, o clube está tendo que tomar algumas decisões que podem fazer com que nós não tenhamos continuidade — declarou ele — Eu ainda sou o técnico porque, apesar de eles nos mandarem uma carta de suspensão de contrato no dia 14 de maio, nosso contrato termina agora em 14 de junho. Até lá, se não acontecer nenhuma mudança nas negociações entre meu representante e o presidente do clube, é muito provável que depois desta data eu já não sou mais o técnico do América. Então, neste momento, somos, mas não somos. É um pouco estranho — complementou.
Quando o Campeonato Colombiano foi interrompido, o América de Cali era o sétimo colocado, mas a apenas três pontos do líder Atlético Nacional de Medellín. No Grupo E da Libertadores, o time vinha de uma vitória fora de casa, contra a Universidad Católica, e se preparava para encarar o Inter, no Beira-Rio.
— Nós estávamos vendo com bastante otimismo porque, apesar de perdermos em casa para o Grêmio (na estreia), fizemos muito boa partida. Conversamos com os atletas sobre o que era jogar uma Libertadores e enfrentar times com uma qualidade diferente. Isso fez com que nós fizéssemos um jogo muito bom e ganhássemos no Chile, o que nos deixou bem posicionados, ainda mais com o empate no Gre-Nal. E nós iríamos jogar contra o Inter em Porto Alegre, depois das expulsões dos jogadores do Inter, e estávamos todos empolgados, mesmo sabendo que é dificílimo ganhar lá dentro. Agora mudou tudo. É começar tudo de novo — analisou o treinador.
Guimarães está à frente do América de Cali há quase um ano e tem sua comissão técnica composta por mais dois brasileiros: o auxiliar Juliano Fontoura e o preparador físico Rodrigo Poletto. Gaúchos, os dois profissionais retornaram ao Rio Grande do Sul e aguardam uma definição sobre o futuro.
— Chegamos em Cali em junho do ano passado e a experiência tem sido magnífica, não só em termos profissionais. Conseguimos o título nacional depois de 11 anos em que um clube tão grande como o América não ganhava. Colocamos ele de volta na Libertadores e, claro, a ideia era dar continuidade pelo menos até dezembro. Mas nem sempre as coisas são como você pensa ou quer, ainda mais no futebol. Então, vamos esperar. Se não puder continuar, a vida segue e vamos ver o que vem adiante — destacou o técnico.
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