Três semanas. Esse é o tempo que o Grêmio considera como ideal para recuperar o ritmo dos seus atletas antes do primeiro jogo após a paralisação por conta da pandemia de coronavírus. Assim que retomar as atividades, o Tricolor espera contar com o prazo de 21 dias para preparar seus jogadores para uma eventual reestreia na temporada.
No entanto, a indefinição por conta do calendário pode prejudicar o prazo ideal. Isso porque, conforme os meses forem avançando, o tempo para realização dos jogos pode ser encurtado, e o ideal projetado pode não ser dado pelas organizações, já que o calendário ficará apertado.
O preparador físico do Grêmio, Marcio Meira, considera necessária três semanas de preparação a partir da volta aos trabalhos até a data do primeiro jogo. Na avaliação dele, são necessárias duas semanas de treino completas, mais a semana do jogo, com dias a menos, para condicionar os jogadores. “Eles já estão com condicionamento, mas as atividades feitas em casa durante a parada estão muito longe de um treinamento”, alerta.
Caso isso não aconteça, Meira admite o risco de lesões, por conta da intensidade e, especialmente, pela sequência projetada de jogos. Haverá a necessidade de equilibrar os dias de intervalo, já que a tendência é de jogos a cada dois ou três dias. “É algo que vai ter que receber muita atenção, e que certamente depende de atleta para atleta”, avalia.
Apesar de ter ciência da necessidade de mais tempo, o Grêmio trabalha para atuar em outros prazos. De acordo com Meira, o planejamento de intertemporada para recuperação da parte física será feito de acordo com o tempo dado da reapresentação até o primeiro jogo. “Não tem como inventar. A gente tem que começar devagar e a aceleração vai comandar o trabalho. A intensidade vai depender se são cinco, quinze ou vinte dias até o primeiro jogo”, avalia.
Os "recém-recuperados"
Se é possível ver algum tipo de “ponto positivo” durante a paralisação pelo coronavírus, no Grêmio ela está relacionada aos jogadores que voltavam recentemente de lesão, como Geromel e Jean Pyerre.Recuperando-se enquanto a temporada evoluía, agora a dupla terá condição igual às dos demais companheiros quando o futebol for retomado, já que as lesões não representarão mais problemas para eles.
Grêmio, recuperação
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No entanto, a indefinição por conta do calendário pode prejudicar o prazo ideal. Isso porque, conforme os meses forem avançando, o tempo para realização dos jogos pode ser encurtado, e o ideal projetado pode não ser dado pelas organizações, já que o calendário ficará apertado.
O preparador físico do Grêmio, Marcio Meira, considera necessária três semanas de preparação a partir da volta aos trabalhos até a data do primeiro jogo. Na avaliação dele, são necessárias duas semanas de treino completas, mais a semana do jogo, com dias a menos, para condicionar os jogadores. “Eles já estão com condicionamento, mas as atividades feitas em casa durante a parada estão muito longe de um treinamento”, alerta.
Caso isso não aconteça, Meira admite o risco de lesões, por conta da intensidade e, especialmente, pela sequência projetada de jogos. Haverá a necessidade de equilibrar os dias de intervalo, já que a tendência é de jogos a cada dois ou três dias. “É algo que vai ter que receber muita atenção, e que certamente depende de atleta para atleta”, avalia.
Apesar de ter ciência da necessidade de mais tempo, o Grêmio trabalha para atuar em outros prazos. De acordo com Meira, o planejamento de intertemporada para recuperação da parte física será feito de acordo com o tempo dado da reapresentação até o primeiro jogo. “Não tem como inventar. A gente tem que começar devagar e a aceleração vai comandar o trabalho. A intensidade vai depender se são cinco, quinze ou vinte dias até o primeiro jogo”, avalia.
Os "recém-recuperados"
Se é possível ver algum tipo de “ponto positivo” durante a paralisação pelo coronavírus, no Grêmio ela está relacionada aos jogadores que voltavam recentemente de lesão, como Geromel e Jean Pyerre.Recuperando-se enquanto a temporada evoluía, agora a dupla terá condição igual às dos demais companheiros quando o futebol for retomado, já que as lesões não representarão mais problemas para eles.
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