A Arena Porto-Alegrense desligou uma série de funcionários nos últimos dias nesse período sem eventos, assim como o Allianz Parque, estádio do Palmeiras. Em Porto Alegre, no entanto, o quadro de colaboradores está "perto do zero", de acordo com relato de pessoas ligadas à companhia.
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O Grêmio tem representantes na diretoria da SPE (Sociedade de Propósito Específico), mas a administração é independente fora do clube. A diretoria gremista, inclusive, deve assumir o controle da Arena Porto-Alegrense no escopo do negócio da compra da gestão do estádio.
Inaugurado em dezembro de 2012, o estádio é centro de uma negociação entre Grêmio e OAS há sete anos. O clube quer assumir o controle do dia a dia do equipamento e em troca também deve se responsabilizar pela dívida no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social). No ano passado, o Grêmio avançou em acordos com credores e também em readequação de TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) em relação ao meio ambiente no entorno da Arena. A virada do ano esfriou as tratativas.
O jogo mais recente na Arena foi Grêmio x São Luiz-RS, pelo Gauchão, e ocorreu com portões fechados. Neste ano, o estádio recebeu seis partidas.
O Grêmio pretende manter a Arena POA como gestora do estádio. A ideia dos dirigentes é contratar um gerente geral específico para o equipamento.
A Arena não quis se pronunciar sobre os desligamentos de funcionários.
Grêmio, Arena, Funcionários, Demissão, Paralisação, Imortal
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