Ídolo, eternizado no clube e na Copa, completa 57 anos e aumenta coleção de feitos na principal competição da América do Sul. Parabéns, ídolo!
O ano era 1962. O dia 9 de setembro. O Santos de Pelé acabara de conquistar o título da CONMEBOL Libertadores, em 30 de agosto, sob o comando de Lula, o primeiro treinador brasileiro a levar a Copa. O maior torneio do continente tinha apenas dois anos de existência quando nasceu Renato Portaluppi, no município de Guaporé, no Rio Grande do Sul.
Nascia aquele que no futuro seria eternizado na história do Grêmio e da Libertadores como Renato Gaúcho. Craque indiscutível quando conquistou o torneio como jogador, em 1983, Portaluppi hoje é técnico de ponta. E também há pouco a se discutir sobre isso, apesar de o lado folclórico ter sido colocado à frente de suas qualidades em grande parte da carreira deste treinador, que completa 57 anos.
Talvez você ainda conteste muitas das condutas deste polêmico personagem. Mas não poderá contestar alguns feitos. Está na história: Renato é o único brasileiro campeão da Libertadores como jogador e como técnico, façanha para uma seleta lista de apenas oito pessoas, entre elas Marcelo Gallardo, do River Plate, hoje também semifinalista e atual campeão.
Renato Gaúcho, campeão no banco de reservas do Grêmio em 2017, é o primeiro gremista a colocar o clube três vezes seguidas na semi da Copa. É o terceiro treinador brasileiro com a marca, igualando Lula, aquele que já erguia o troféu quando o gaúcho nasceu, e o mestre Telê Santana, bicampeão e vice com o São Paulo em 1992, 93 e 94.
No formato atual, no qual clubes campeões disputam a Libertadores desde o início, ao contrário do que acontecia nos anos 60 e 90, Renato é o primeiro no país com a trinca. É um feito enorme num Tricolor que troca peças, muitas deles criticadas, mas não perde o estilo de jogo, classificado sem modéstia por Portaluppi como o mais bonito do Brasil.
Renato entrega um futebol de primeira há três anos. Merece as reverências pelo que faz, merece ter a estátua na Arena pelo que fez. Parabéns, ídolo!
Grêmio, Renato Portaluppi, aniversário
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Nascia aquele que no futuro seria eternizado na história do Grêmio e da Libertadores como Renato Gaúcho. Craque indiscutível quando conquistou o torneio como jogador, em 1983, Portaluppi hoje é técnico de ponta. E também há pouco a se discutir sobre isso, apesar de o lado folclórico ter sido colocado à frente de suas qualidades em grande parte da carreira deste treinador, que completa 57 anos.
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Renato Gaúcho, campeão no banco de reservas do Grêmio em 2017, é o primeiro gremista a colocar o clube três vezes seguidas na semi da Copa. É o terceiro treinador brasileiro com a marca, igualando Lula, aquele que já erguia o troféu quando o gaúcho nasceu, e o mestre Telê Santana, bicampeão e vice com o São Paulo em 1992, 93 e 94.
No formato atual, no qual clubes campeões disputam a Libertadores desde o início, ao contrário do que acontecia nos anos 60 e 90, Renato é o primeiro no país com a trinca. É um feito enorme num Tricolor que troca peças, muitas deles criticadas, mas não perde o estilo de jogo, classificado sem modéstia por Portaluppi como o mais bonito do Brasil.
Renato entrega um futebol de primeira há três anos. Merece as reverências pelo que faz, merece ter a estátua na Arena pelo que fez. Parabéns, ídolo!
????? É do Tricolor o placar mais elástico nos cinco duelos entre @Gremio e @Flamengo pela #Libertadores : 5 a 1, no Olímpico, pelas semifinais da Copa em 1984.
— CONMEBOL Libertadores (@LibertadoresBR) August 31, 2019
?????? Sabe quem foi o autor do quarto gol gremista? Sim, ele mesmo, Renato Gaúcho. pic.twitter.com/7wXBeqNi9F
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O Renato nunca foi chamado de Renato Gaúcho enquanto esteve no Grêmio. Era Renato Portalupi. Só se torniu Renato Gaúcho quando foi para o Flamengo.
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