A partir desta segunda-feira (12), o Grêmio pode pensar sem culpas no Athletico-PR — se é que em algum momento o foco deixou de estar nos paranaenses. De volta a Porto Alegre, o Tricolor realiza nesta tarde o primeiro treino, com todo o elenco à disposição, visando ao compromisso da próxima quarta, pela semifinal da Copa do Brasil.
No fim de semana, o Tricolor voltou a preservar titulares pelo Brasileirão. Apenas três foram enviados ao Rio de Janeiro — Cortez, Matheus Henrique e Everton, sendo que apenas o último entrou em campo, já na segunda etapa, na derrota para o Flamengo.
— Não tem como negar que, inconscientemente, pode ser que os jogadores acabem mais motivados nos mata-matas, porque a gente da direção e a comissão técnica também fica mais motivado quando passamos de fase. Levamos bem a sério o Campeonato Brasileiro, vamos conversar para somar mais pontos, mas admito que possa haver uma motivação bem maior nos mata-matas — avaliou o vice-presidente de futebol, Duda Kroeff.
Aliás, o tropeço no Maracanã deu fim a uma invencibilidade que já durava 10 jogos. Desde o retorno da Copa América, a equipe não sabia o que era perder. E, neste caso, não se pode dizer que o resultado influencie negativamente nas pretensões da temporada.
— Não adianta exigir. Quem muito quer, nada tem. Daqui a pouco nós conquistamos um título e dizem que deu tudo certo, como nos últimos anos. É lógico que uma hora vamos perder. Em três competições, você não vai botar titulares em todos os jogos, não vai ganhar sempre. Jogo a jogo, vamos pensando e buscando o que é melhor para o clube — sentenciou o técnico Renato Portaluppi.
E dentro deste planejamento já usual de preservação antes de jogos decisivos, uma ausência chamou atenção diante dos flamenguistas. Atualmente na reserva, Diego Tardelli foi um dos escolhidos para permanecer em Porto Alegre. Considerando que a maioria dos titulares continuou treinando normalmente no CT Luiz Carvalho, pode estar aí um indício de mudança na equipe que enfrentará os paranaenses na Arena.
— Vamos conversar com o departamento médico. Ele (Tardelli) estava com uma dor muito forte nos tendões. Acredito que ele já esteja melhor. Com todos os jogadores à disposição, vou tomar uma decisão — despistou o treinador, sem confirmar que André possa estar perdendo a posição no time.
O mistério adotado pelo comandante gremista é um prenúncio da forma como o duelo com o Athletico-PR será encarado: mais uma decisão. Há quase três anos, Renato desembarcava no Rio Grande do Sul para guiar o Tricolor diante do mesmo rival, pela mesma competição. Mas, após muito sofrimento, conquistou a classificação e, posteriormente, o título da Copa do Brasil. Portanto, experiência de sobra para acreditar que o filme pode se repetir.
— O Athletico vive um grande momento, assim como na minha chegada, em 2016, também estava vivendo. Tenho boas recordações de quando eliminamos eles nos pênaltis, na Arena. Mas eles vêm bem na competição, eliminaram o Flamengo dentro do Maracanã e têm todo o nosso respeito. Querem ser campeões, mas a gente vai trabalhar da mesma forma para passar de fase. São 180 minutos e, quarta-feira, são os primeiros 90 — completou o técnico.
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— Não tem como negar que, inconscientemente, pode ser que os jogadores acabem mais motivados nos mata-matas, porque a gente da direção e a comissão técnica também fica mais motivado quando passamos de fase. Levamos bem a sério o Campeonato Brasileiro, vamos conversar para somar mais pontos, mas admito que possa haver uma motivação bem maior nos mata-matas — avaliou o vice-presidente de futebol, Duda Kroeff.
Aliás, o tropeço no Maracanã deu fim a uma invencibilidade que já durava 10 jogos. Desde o retorno da Copa América, a equipe não sabia o que era perder. E, neste caso, não se pode dizer que o resultado influencie negativamente nas pretensões da temporada.
— Não adianta exigir. Quem muito quer, nada tem. Daqui a pouco nós conquistamos um título e dizem que deu tudo certo, como nos últimos anos. É lógico que uma hora vamos perder. Em três competições, você não vai botar titulares em todos os jogos, não vai ganhar sempre. Jogo a jogo, vamos pensando e buscando o que é melhor para o clube — sentenciou o técnico Renato Portaluppi.
E dentro deste planejamento já usual de preservação antes de jogos decisivos, uma ausência chamou atenção diante dos flamenguistas. Atualmente na reserva, Diego Tardelli foi um dos escolhidos para permanecer em Porto Alegre. Considerando que a maioria dos titulares continuou treinando normalmente no CT Luiz Carvalho, pode estar aí um indício de mudança na equipe que enfrentará os paranaenses na Arena.
— Vamos conversar com o departamento médico. Ele (Tardelli) estava com uma dor muito forte nos tendões. Acredito que ele já esteja melhor. Com todos os jogadores à disposição, vou tomar uma decisão — despistou o treinador, sem confirmar que André possa estar perdendo a posição no time.
O mistério adotado pelo comandante gremista é um prenúncio da forma como o duelo com o Athletico-PR será encarado: mais uma decisão. Há quase três anos, Renato desembarcava no Rio Grande do Sul para guiar o Tricolor diante do mesmo rival, pela mesma competição. Mas, após muito sofrimento, conquistou a classificação e, posteriormente, o título da Copa do Brasil. Portanto, experiência de sobra para acreditar que o filme pode se repetir.
— O Athletico vive um grande momento, assim como na minha chegada, em 2016, também estava vivendo. Tenho boas recordações de quando eliminamos eles nos pênaltis, na Arena. Mas eles vêm bem na competição, eliminaram o Flamengo dentro do Maracanã e têm todo o nosso respeito. Querem ser campeões, mas a gente vai trabalhar da mesma forma para passar de fase. São 180 minutos e, quarta-feira, são os primeiros 90 — completou o técnico.
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