Não era a noite imaginada pelo Grêmio. Em um jogo eletrizante, os comandados de Renato Portaluppi perderam por 5 a 4, em casa, para o Fluminense. O mais incrível é que o time chegou a estar vencendo por 3 a 0. Além de seguir sem vencer no Brasileirão, o Tricolor gaúcho precisava ir tranquilo para o confronto decisivo da próxima quarta-feira (8), contra a Universidad Católica, em partida que pode selar a classificação às oitavas da Libertadores. No entanto, o resultado deixa a equipe no rodapé da tabela nesta largada de campeonato, com apenas dois pontos ganhos, mesmo tendo feito duas partidas em casa.
A partida na Arena colocou frente a frente dois times que não haviam vencido ainda na competição nacional. E o primeiro tempo mostrou que ambos buscariam este objetivo. Mesmo preservando três titulares na defesa (Paulo Victor, Léo Moura e Geromel) e sem Diego Tardelli, que sentiu desconforto muscular e ficou de fora do banco de reservas, os gremistas agrediram o rival desde o início e deram indícios de que a parada seria tranquila. Aos seis minutos, Jean Pyerre acertou passe primoroso para Cortez, que cruzou na medida para André empurrar, de carrinho, para o fundo da rede. O VAR foi consultado, mas validou o grito de gol dos 16 mil torcedores. Aos 12, foi a vez de Alisson ir à linha de fundo e lançar a bola para que Everton desviasse no meio do caminho, vencendo o goleiro Rodolfo. Por fim, aos 21, Jean Pyerre avançou pelo meio-campo, tabelou com André e tocou entre as pernas do arqueiro para fazer o 3 a 0.
Porém, a larga vantagem no placar fez o Grêmio puxar o freio. Cedo demais. Aos 38, o Fluminense chegou à área gremista aos trancos e barrancos. Em um chute mascado, a bola caiu no pé do colombiano Yoni González, que se atirou para anotar o primeiro dos cariocas. O susto, contudo, não fez o time da casa acordar — dois minutos depois, o goleiro Julio César deixou isso bem claro. Tendo a bola recuada para si, o substituto de Paulo Victor tentou driblar o atacante Luciano, perdeu a bola e entregou o segundo gol ao seu ex-clube.
Mas se o camisa 22 foi ao vestiário abaixo de vaias, voltou do intervalo recebendo aplausos. Com um minuto de jogo, evitou o empate do Fluminense em duas belas defesas. Primeiro, em chute de fora da área de Bruno Silva. Depois, em cabeceio certeiro do zagueiro Nino, após cobrança de escanteio. A mudança de postura dos visitantes se devia também à alteração feita pelo técnico Fernando Diniz, que colocou o meia Danielzinho no lugar do volante Airton. Mas milagres têm limites. Aos nove minutos da segunda etapa, Julio César fez outra grande defesa após cabeceio de Luciano, em cobrança de falta de Gilberto. No rebote, Matheus Ferraz deixou tudo igual no placar. Ainda havia tempo de piorar.
Aos 23, o Kannemann abraçou Matheus Ferraz dentro da área e o árbitro Raphael Claus marcou o pênalti. Voltando de lesão, o centroavante Pedro tratou de converter e determinar a impressionante virada.
Desesperado, Renato começou a buscar coelhos na cartola. Um atrás do outro, começou a acionar o banco: Luan, Marinho e Vizeu. Através de um deles, Luan, que cobrou escanteio na cabeça de Kannemann, encontrou o empate. Mas o jogo era improvável. Já nos acréscimos, Yoni González aproveitou que o Grêmio se atirava ao ataque para dar o golpe letal: 5 a 4.
Confira os melhores lances da partida?
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A partida na Arena colocou frente a frente dois times que não haviam vencido ainda na competição nacional. E o primeiro tempo mostrou que ambos buscariam este objetivo. Mesmo preservando três titulares na defesa (Paulo Victor, Léo Moura e Geromel) e sem Diego Tardelli, que sentiu desconforto muscular e ficou de fora do banco de reservas, os gremistas agrediram o rival desde o início e deram indícios de que a parada seria tranquila. Aos seis minutos, Jean Pyerre acertou passe primoroso para Cortez, que cruzou na medida para André empurrar, de carrinho, para o fundo da rede. O VAR foi consultado, mas validou o grito de gol dos 16 mil torcedores. Aos 12, foi a vez de Alisson ir à linha de fundo e lançar a bola para que Everton desviasse no meio do caminho, vencendo o goleiro Rodolfo. Por fim, aos 21, Jean Pyerre avançou pelo meio-campo, tabelou com André e tocou entre as pernas do arqueiro para fazer o 3 a 0.
Porém, a larga vantagem no placar fez o Grêmio puxar o freio. Cedo demais. Aos 38, o Fluminense chegou à área gremista aos trancos e barrancos. Em um chute mascado, a bola caiu no pé do colombiano Yoni González, que se atirou para anotar o primeiro dos cariocas. O susto, contudo, não fez o time da casa acordar — dois minutos depois, o goleiro Julio César deixou isso bem claro. Tendo a bola recuada para si, o substituto de Paulo Victor tentou driblar o atacante Luciano, perdeu a bola e entregou o segundo gol ao seu ex-clube.
Mas se o camisa 22 foi ao vestiário abaixo de vaias, voltou do intervalo recebendo aplausos. Com um minuto de jogo, evitou o empate do Fluminense em duas belas defesas. Primeiro, em chute de fora da área de Bruno Silva. Depois, em cabeceio certeiro do zagueiro Nino, após cobrança de escanteio. A mudança de postura dos visitantes se devia também à alteração feita pelo técnico Fernando Diniz, que colocou o meia Danielzinho no lugar do volante Airton. Mas milagres têm limites. Aos nove minutos da segunda etapa, Julio César fez outra grande defesa após cabeceio de Luciano, em cobrança de falta de Gilberto. No rebote, Matheus Ferraz deixou tudo igual no placar. Ainda havia tempo de piorar.
Aos 23, o Kannemann abraçou Matheus Ferraz dentro da área e o árbitro Raphael Claus marcou o pênalti. Voltando de lesão, o centroavante Pedro tratou de converter e determinar a impressionante virada.
Desesperado, Renato começou a buscar coelhos na cartola. Um atrás do outro, começou a acionar o banco: Luan, Marinho e Vizeu. Através de um deles, Luan, que cobrou escanteio na cabeça de Kannemann, encontrou o empate. Mas o jogo era improvável. Já nos acréscimos, Yoni González aproveitou que o Grêmio se atirava ao ataque para dar o golpe letal: 5 a 4.
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