Kannemann vive o auge na carreira no Grêmio. Chamado nas últimas convocações para a seleção argentina e campeão da Copa do Brasil e da Libertadores em Porto Alegre, o zagueiro sisudo e viril dentro de campo dá lugar ao pai de primeira viagem em casa. Todas as atenções estão voltadas a Juliana, primeira filha do casamento com Carolina Aladro.
Na semana de estreia na Libertadores de 2019, o defensor recebeu o GloboEsporte.com e a RBS TV no CT Luiz Carvalho e falou da expectativa para o jogo com o Rosario Central, na quarta-feira. Entre outros assuntos, elegeu o Grêmio como um dos clubes mais importantes de sua carreira e nutre desejo de disputar a Copa América na Arena.
Em tom bem humorado, Kannemann falou ainda sobre a divisão do chimarrão no vestiário e escolheu a preferência pelos apelidos que ganhou das torcidas por onde passou: Viking ou Cãonnemann. Confira abaixo trechos da entrevista:
Estreia na Libertadores
"Vai ser um jogo difícil. Ninguém vai querer perder, vai estar todo mundo focado. Vamos tentar fazer um jogo desse jeito, sem dar espaço para ninguém, impor o jogo do Grêmio e ver se conseguimos fazer o gol ou não. Sabemos que trocaram de treinador faz pouco tempo, mas tem bons jogadores, foram os últimos campeões da Copa da Argentina."
"Estou focado no clube. Todo mundo aqui quer ser convocado para suas seleções. Mas estou feliz, tranquilo, tratando de chegar ao meu melhor condicionamento. Vamos ver o que acontece" (sobre a seleção argentina)
Receita do Grêmio para vencer
"Concentração. Todo mundo disposto. Aconteça o que acontecer, é dar o máximo pelo clube, pelo companheiro. Tem que esquecer tudo, focar só no jogo. Isso ajuda muito."
Jogos importantes e calendário em março
"Sabemos que vem um calendário pesado, bom de se jogar, onde todo mundo tem que estar preparado. Vai ter espaço para todo mundo dentro do time. Estamos focados no treinamento. Quem treina forte, joga forte. Nosso trabalho agora é treinar forte."
Convocação para Argentina e Copa América na Arena
"Estou focado no clube. Todo mundo aqui quer ser convocado para suas seleções. Mas estou feliz, tranquilo, tratando de chegar ao meu melhor condicionamento. Vamos ver o que acontece. Deu casualidade da Argentina jogar aqui (na Copa América), onde joga o Grêmio. Mas não acho que seja algo relevante para minha convocação ou não."
Convocação por um time brasileiro, e não argentino
"O Grêmio e o San Lorenzo são os times mais importantes na minha história, campeões da Libertadores. Aqui no Grêmio estou muito feliz, a instituição tem parte do meu coração. Ter sido convocado foi um sonho para mim, tenho que agradecer ao Grêmio por isso. Todo mundo respeita o futebol brasileiro, quantidade e qualidade dos jogadores que saem daqui."
Na seleção brasileira, o Everton foi convocado, e o Geromel, não. O zagueiro também merecia?
"Acho que sim. Não porque é meu companheiro e amigo, mas tem muito nível, vem demonstrando. A Copa América é daqui três meses e ele está a tempo, tem idade de jogar. Mas no Brasil acontece como na Argentina, tem muitos jogadores de bom nível."
Consciência tática do argentino x brasileiro
"Ao meu entender, isso acontece porque no Brasil são muitos jogadores, 200 milhões de habitantes. São muito rápidos e técnicos. Na Argentina, não somos. Nossa estrutura física é diferente, vocês têm muita mistura. Acabamos sendo mais aguerridos. Às vezes supera, às vezes equipara."
Primeiros dias como pai
"Estou curtindo, aproveitando, gostando. É gaúcha, nasceu aqui. São poucos dias ainda para ter uma opinião sobre isso. Procuro ajudar, brincar, ela ainda não entende nada (risos). Mas ajudo quando está chorando ou querendo alguma coisa."
Com a saída do Ramiro e do Jael, quem faz o chimarrão?
"Isso é uma boa pergunta. Agora veio o 'Chaqueño', o Montoya. Ele gosta de fazer chimarrão. Mas tem vários da comissão técnica, os massagistas também tomam. Nos surpreendem às vezes."
Prefere qual apelido: Viking ou Cãonnemann?
"Acho que cão (risos)... Cãonnemann!"
Kannemann, Grêmio
VEJA TAMBÉM
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Em tom bem humorado, Kannemann falou ainda sobre a divisão do chimarrão no vestiário e escolheu a preferência pelos apelidos que ganhou das torcidas por onde passou: Viking ou Cãonnemann. Confira abaixo trechos da entrevista:
Estreia na Libertadores
"Vai ser um jogo difícil. Ninguém vai querer perder, vai estar todo mundo focado. Vamos tentar fazer um jogo desse jeito, sem dar espaço para ninguém, impor o jogo do Grêmio e ver se conseguimos fazer o gol ou não. Sabemos que trocaram de treinador faz pouco tempo, mas tem bons jogadores, foram os últimos campeões da Copa da Argentina."
"Estou focado no clube. Todo mundo aqui quer ser convocado para suas seleções. Mas estou feliz, tranquilo, tratando de chegar ao meu melhor condicionamento. Vamos ver o que acontece" (sobre a seleção argentina)
Receita do Grêmio para vencer
"Concentração. Todo mundo disposto. Aconteça o que acontecer, é dar o máximo pelo clube, pelo companheiro. Tem que esquecer tudo, focar só no jogo. Isso ajuda muito."
Jogos importantes e calendário em março
"Sabemos que vem um calendário pesado, bom de se jogar, onde todo mundo tem que estar preparado. Vai ter espaço para todo mundo dentro do time. Estamos focados no treinamento. Quem treina forte, joga forte. Nosso trabalho agora é treinar forte."
Convocação para Argentina e Copa América na Arena
"Estou focado no clube. Todo mundo aqui quer ser convocado para suas seleções. Mas estou feliz, tranquilo, tratando de chegar ao meu melhor condicionamento. Vamos ver o que acontece. Deu casualidade da Argentina jogar aqui (na Copa América), onde joga o Grêmio. Mas não acho que seja algo relevante para minha convocação ou não."
Convocação por um time brasileiro, e não argentino
"O Grêmio e o San Lorenzo são os times mais importantes na minha história, campeões da Libertadores. Aqui no Grêmio estou muito feliz, a instituição tem parte do meu coração. Ter sido convocado foi um sonho para mim, tenho que agradecer ao Grêmio por isso. Todo mundo respeita o futebol brasileiro, quantidade e qualidade dos jogadores que saem daqui."
Na seleção brasileira, o Everton foi convocado, e o Geromel, não. O zagueiro também merecia?
"Acho que sim. Não porque é meu companheiro e amigo, mas tem muito nível, vem demonstrando. A Copa América é daqui três meses e ele está a tempo, tem idade de jogar. Mas no Brasil acontece como na Argentina, tem muitos jogadores de bom nível."
Consciência tática do argentino x brasileiro
"Ao meu entender, isso acontece porque no Brasil são muitos jogadores, 200 milhões de habitantes. São muito rápidos e técnicos. Na Argentina, não somos. Nossa estrutura física é diferente, vocês têm muita mistura. Acabamos sendo mais aguerridos. Às vezes supera, às vezes equipara."
Primeiros dias como pai
"Estou curtindo, aproveitando, gostando. É gaúcha, nasceu aqui. São poucos dias ainda para ter uma opinião sobre isso. Procuro ajudar, brincar, ela ainda não entende nada (risos). Mas ajudo quando está chorando ou querendo alguma coisa."
Com a saída do Ramiro e do Jael, quem faz o chimarrão?
"Isso é uma boa pergunta. Agora veio o 'Chaqueño', o Montoya. Ele gosta de fazer chimarrão. Mas tem vários da comissão técnica, os massagistas também tomam. Nos surpreendem às vezes."
Prefere qual apelido: Viking ou Cãonnemann?
"Acho que cão (risos)... Cãonnemann!"
Kannemann, Grêmio
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Comentários
Comentários (1)
O lado bom do Kannemann e já ter uma idade avançada, pois do contrário o Grêmio não o teria segurado.
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Aplicativo Gremio Avalanche
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