Exército faz segurança de regiões pelas quais seleções vão passar
Foto: Janaina Garcia / Terra
Homens do Exército começaram nesta terça-feira o monitoramento de hotéis que receberão, em São Paulo e região metropolitana, seleções de futebol participantes da Copa do Mundo. A primeira a desembarcar no Estado é a do Irã, que chega hoje às 16h30 no Aeroporto Internacional de Guarulhos e ficará hospedada em um hotel de luxo nas proximidades do Terminal 1.
Em torno e na entrada do hotel, a menos de 2 km do aeroporto, oficiais do Exército armados, a pé ou em caminhões, faziam rondas próximos a policiais militares do Comando de Policiamento da Copa (CPCopa).
Segundo o tenente-coronel Marcelo de Paiva, da 11ª Brigada de Infantaria, eventuais ações de controle de distúrbios civis – dentre as quais se encaixam, por exemplo, manifestações – não serão contidas pelo Exército, mas pela PM. Além das duas corporações, integram a força-tarefa de segurança das seleções durante a Copa as polícias Federal e Civil, além da Guarda Civil Metropolitana e de órgãos de trânsito como a Companhia de Engenharia de Tráfego.

Exército atuará na Copa do Mundo no Brasil
Foto: Janaina Garcia / Terra
Sigilo em torno da seleção do Irã
A assessoria da rede hoteleira não informou se haverá algum tipo de serviço diferenciado aos jogadores e comissão técnica do Irã, que, por ser país de maioria muçulmana, tem restrições não apenas a alguns alimentos –por exemplo, carne suína –como à forma de preparo deles. O espancamento ou o estrangulamento de animais mortos para consumo, por exemplo, não são admitidos –bem como bebidas alcoólicas.
A justificativa é que, por determinação da Fifa, estabelecida em contrato, as informações sobre serviço às seleções hóspedes são consideradas “sigilosas”. As diárias no hotel que receberá a seleção iraniana podem chegar a R$ 2.499, cerca de 3,5 salários mínimos.

Hotel em que a seleção iraniana ficará hospedada
Foto: Janaina Garcia / Terra
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Em torno e na entrada do hotel, a menos de 2 km do aeroporto, oficiais do Exército armados, a pé ou em caminhões, faziam rondas próximos a policiais militares do Comando de Policiamento da Copa (CPCopa).
Segundo o tenente-coronel Marcelo de Paiva, da 11ª Brigada de Infantaria, eventuais ações de controle de distúrbios civis – dentre as quais se encaixam, por exemplo, manifestações – não serão contidas pelo Exército, mas pela PM. Além das duas corporações, integram a força-tarefa de segurança das seleções durante a Copa as polícias Federal e Civil, além da Guarda Civil Metropolitana e de órgãos de trânsito como a Companhia de Engenharia de Tráfego.

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Foto: Janaina Garcia / Terra
Sigilo em torno da seleção do Irã
A assessoria da rede hoteleira não informou se haverá algum tipo de serviço diferenciado aos jogadores e comissão técnica do Irã, que, por ser país de maioria muçulmana, tem restrições não apenas a alguns alimentos –por exemplo, carne suína –como à forma de preparo deles. O espancamento ou o estrangulamento de animais mortos para consumo, por exemplo, não são admitidos –bem como bebidas alcoólicas.
A justificativa é que, por determinação da Fifa, estabelecida em contrato, as informações sobre serviço às seleções hóspedes são consideradas “sigilosas”. As diárias no hotel que receberá a seleção iraniana podem chegar a R$ 2.499, cerca de 3,5 salários mínimos.

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