Everton seria desfalque do Grêmio contra o Palmeiras por conta da convocação para a seleção brasileira. Cortado, ficará fora no fim pela lesão muscular na coxa direita sofrida no empate com o Bahia, no último sábado. Artilheiro gremista em 2018 com 17 gols, o camisa 11 é o principal jogador do time gaúcho por uma série de fatores. Hoje, nenhum atleta do elenco entrega as mesmas coisas do que Cebolinha.
Sem Everton, cada componente do time terá de se desdobrar para suprir ausência para o jogo de domingo, contra o Palmeiras, às 16h, no Pacaembu. O duelo direto na ponta da tabela deve ter o retorno de Ramiro, recuperado de pancada no joelho direito, o que coloca Alisson como o substituto direto. Com lesão muscular grau 2, tem parada de 15 dias estimada e é dúvida contra o River Plate, dia 23, na semi da Libertadores.
- O grupo é muito unido, forte. É costume quando jogador considerado titular não pode jogar, o grupo abraça o que vai entrar. O Everton faz falta, sim. Mas o grupo vai abraçar o que entrar. Pode ser que o jogador faça grande partida porque está procurando seu espaço - apontou o vice de futebol Duda Kroeff.
Confira abaixo as opções a Everton e quem pode dar o quê pelo time na ausência do camisa 11, independemente da substituição imediata. Ou seja, quem pode ajudar a assumir o protagonismo:
Momento: Alisson
O meia-atacante vem, desde a classificação às quartas da Libertadores, com participações decisivas e gols importantes, especialmente nos jogos de mata-mata. Portanto, é quem mais se aproxima do companheiro em termos de momento. Everton vive fase “iluminada” e coleciona duas convocações nos últimos meses. Não há ninguém, talvez no Brasil, próximo a ele. Mas o camisa 23 é uma saída para os gremistas. Nos últimos 12 gols marcados, participou efetivamente de cinco.
- Deixamos na mão do Renato novamente, um cara que vê o que é melhor para equipe. Estou preparado para receber as oportunidades, já atuei por ali (lado esquerdo), no Gre-Nal, contra o Santos, ele sabe o melhor para a equipe. O que ele decidir vai ser para ajudar o Grêmio - comentou Alisson, na semana passada.
Gols: Jael
A tarefa de balançar as redes sempre recai nas costas do camisa 9. Titular no empate com o Bahia, Jael fica com essa parte da responsabilidade de Everton. Com 10 gols no ano, é o terceiro na lista, atrás do artilheiro e de Luan, com 11. Apesar de ter diversas assistências para o Cebolinha, o Cruel tem dois gols nos últimos dois jogos, depois de ter retornado de cirurgia no joelho direito. Portanto, vem em boa sequência para se manter entre os goleadores gremistas.
Poder de decisão: Luan
Rei da América ano passado, o camisa 7 gremista retomou seu melhor caminho nos jogos anteriores ao empate com o Bahia. Anotou o gol da vitória sobre o Ceará, pelo Brasileirão, e também teve grande exibição contra o Atlético Tucumán, com um gol e participação efetiva na criação gremista. Ninguém mais duvida da força do atacante nos jogos decisivos, vide a final da Libertadores do ano passado, quando fez um golaço em pleno estádio do Lanús.
Luan, é claro, não fará a função de Everton contra o Palmeiras. Mas sem o Cebolinha, o camisa 7 passa a ser o principal candidato a protagonista no Tricolor gaúcho.
Dribles: Marinho
Recuperado de lesão, o meia-atacante sobe degraus na hierarquia interna do elenco. Contratado justamente por sua capacidade de ir para cima dos rivais, já deu uma mostra contra o Bahia. Tentou a jogada individual pelo lado direito e acabou com o pênalti, ainda que controverso, marcado pela arbitragem. O canhoto tem uma característica semelhante à de Everton: avançar em velocidade, cortar da direita para o meio e finalizar. Uma das principais receitas para os gols do camisa 11 no ano, no lado oposto.
- O Marinho abre as linhas, abre as defesas adversárias. Prova disso foi o lance do pênalti - disse Renato após o jogo com o Bahia.
Velocidade: Pepê
Aos 21 anos, o atacante já foi substituto de Everton em plena Libertadores, em jogo na Argentina, contra o Estudiantes, nas oitavas. Se há alguma semelhança entre os dois é exatamente na velocidade. Evidentemente, ainda há uma distância técnica e de amadurecimento entre os dois. Mas o jovem consegue repetir várias vezes a movimentação em diagonal de Everton, às costas da zaga adversária, pelo lado esquerdo do campo.
Também consegue conduzir a bola em velocidade como o camisa 11 e progredir com tabelas com Cortez e Luan. Claro, falta uma evolução especialmente na finalização, algo que o próprio Everton demorou para ter. Como já é utilizado, pode ajudar a dar mais dinâmica no segundo tempo. Marinho e Alisson também aparecem como possíveis alternativas para desafogar a equipe em escapadas rápidas.
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Sem Everton, cada componente do time terá de se desdobrar para suprir ausência para o jogo de domingo, contra o Palmeiras, às 16h, no Pacaembu. O duelo direto na ponta da tabela deve ter o retorno de Ramiro, recuperado de pancada no joelho direito, o que coloca Alisson como o substituto direto. Com lesão muscular grau 2, tem parada de 15 dias estimada e é dúvida contra o River Plate, dia 23, na semi da Libertadores.
- O grupo é muito unido, forte. É costume quando jogador considerado titular não pode jogar, o grupo abraça o que vai entrar. O Everton faz falta, sim. Mas o grupo vai abraçar o que entrar. Pode ser que o jogador faça grande partida porque está procurando seu espaço - apontou o vice de futebol Duda Kroeff.
Confira abaixo as opções a Everton e quem pode dar o quê pelo time na ausência do camisa 11, independemente da substituição imediata. Ou seja, quem pode ajudar a assumir o protagonismo:
Momento: Alisson
O meia-atacante vem, desde a classificação às quartas da Libertadores, com participações decisivas e gols importantes, especialmente nos jogos de mata-mata. Portanto, é quem mais se aproxima do companheiro em termos de momento. Everton vive fase “iluminada” e coleciona duas convocações nos últimos meses. Não há ninguém, talvez no Brasil, próximo a ele. Mas o camisa 23 é uma saída para os gremistas. Nos últimos 12 gols marcados, participou efetivamente de cinco.
- Deixamos na mão do Renato novamente, um cara que vê o que é melhor para equipe. Estou preparado para receber as oportunidades, já atuei por ali (lado esquerdo), no Gre-Nal, contra o Santos, ele sabe o melhor para a equipe. O que ele decidir vai ser para ajudar o Grêmio - comentou Alisson, na semana passada.
Gols: Jael
A tarefa de balançar as redes sempre recai nas costas do camisa 9. Titular no empate com o Bahia, Jael fica com essa parte da responsabilidade de Everton. Com 10 gols no ano, é o terceiro na lista, atrás do artilheiro e de Luan, com 11. Apesar de ter diversas assistências para o Cebolinha, o Cruel tem dois gols nos últimos dois jogos, depois de ter retornado de cirurgia no joelho direito. Portanto, vem em boa sequência para se manter entre os goleadores gremistas.
Poder de decisão: Luan
Rei da América ano passado, o camisa 7 gremista retomou seu melhor caminho nos jogos anteriores ao empate com o Bahia. Anotou o gol da vitória sobre o Ceará, pelo Brasileirão, e também teve grande exibição contra o Atlético Tucumán, com um gol e participação efetiva na criação gremista. Ninguém mais duvida da força do atacante nos jogos decisivos, vide a final da Libertadores do ano passado, quando fez um golaço em pleno estádio do Lanús.
Luan, é claro, não fará a função de Everton contra o Palmeiras. Mas sem o Cebolinha, o camisa 7 passa a ser o principal candidato a protagonista no Tricolor gaúcho.
Dribles: Marinho
Recuperado de lesão, o meia-atacante sobe degraus na hierarquia interna do elenco. Contratado justamente por sua capacidade de ir para cima dos rivais, já deu uma mostra contra o Bahia. Tentou a jogada individual pelo lado direito e acabou com o pênalti, ainda que controverso, marcado pela arbitragem. O canhoto tem uma característica semelhante à de Everton: avançar em velocidade, cortar da direita para o meio e finalizar. Uma das principais receitas para os gols do camisa 11 no ano, no lado oposto.
- O Marinho abre as linhas, abre as defesas adversárias. Prova disso foi o lance do pênalti - disse Renato após o jogo com o Bahia.
Velocidade: Pepê
Aos 21 anos, o atacante já foi substituto de Everton em plena Libertadores, em jogo na Argentina, contra o Estudiantes, nas oitavas. Se há alguma semelhança entre os dois é exatamente na velocidade. Evidentemente, ainda há uma distância técnica e de amadurecimento entre os dois. Mas o jovem consegue repetir várias vezes a movimentação em diagonal de Everton, às costas da zaga adversária, pelo lado esquerdo do campo.
Também consegue conduzir a bola em velocidade como o camisa 11 e progredir com tabelas com Cortez e Luan. Claro, falta uma evolução especialmente na finalização, algo que o próprio Everton demorou para ter. Como já é utilizado, pode ajudar a dar mais dinâmica no segundo tempo. Marinho e Alisson também aparecem como possíveis alternativas para desafogar a equipe em escapadas rápidas.
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Comentários
Comentários (1)
Tem uma solução para colocar em pratica. de um jogador que tem entrado e esta jogando bem e fazendo gol juninho capixaba ajudaria a marcar e atacar pensem nisto
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Aplicativo Gremio Avalanche
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