futuro do Grêmio como saf caseira: as previsões de Celso Rigo

Celso Rigo explicou durante entrevista à Rádio Gaúcha neste domingo (3) o modelo de gestão que pode transformar o Grêmio em uma "SAF caseira". Ele abordou as mudanças administrativas em andamento no clube e comentou o modelo de gestão previsto caso Marcelo Marques vença a eleição presidencial no fim do ano.

Rigo destacou que, mesmo com a manutenção do formato associativo, o clube avança para uma gestão com traços de uma SAF caseira, seguindo exemplos de Leila Pereira, no Palmeiras, e Pedro Lourenço, no Cruzeiro, com investimentos pessoais, mas sem abrir mão da identidade do clube. Segundo ele, o modelo proposto não envolve grupos estrangeiros nem entrega o controle do futebol a empresas externas, e gira em torno de aportes diretos de gremistas com vínculo emocional e histórico com o clube.

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“O que a Leila fez no Palmeiras, o Pedro Lourenço fez no Cruzeiro… É uma SAF mais caseira, de torcedor, dirigente e empresário. É mais ou menos isso que vai acontecer aqui no Grêmio”, disse Rigo.

O empresário acredita que o equilíbrio entre paixão, responsabilidade financeira e gestão profissional pode garantir competitividade ao Tricolor sem sacrificar sua essência. Ele também destacou sua relação com Pedro Lourenço, apontando o Cruzeiro como exemplo de transformação feita com identidade. A possível eleição de Marcelo Marques e sua influência direta na aquisição da Arena são vistos como passos concretos nessa nova fase. A tendência é que o modelo ganhe força no debate político gremista nos próximos meses.

“Somos um clube associativo. Fazer uma SAF é entregar a alma pro diabo. É difícil pra quem é torcedor”, afirmou.



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