A compra dos direitos de gestão da Arena do Grêmio, anunciada por Marcelo Marques, pré-candidato à presidência, provocou mudanças no cenário da eleição do Grêmio. Paulo Caleffi retirou sua candidatura, citando questões familiares e uma suposta radicalização do processo eleitoral como justificativa. Ele reconheceu a influência da movimentação de Marques em sua decisão.
Gladimir Chiele indicou que também pode tomar uma decisão semelhante, mas aguardará a efetivação da negociação para a troca de gestão da Arena antes de formalizar sua escolha. Enquanto isso, os pré-candidatos Denis Abrahão e Sérgio Canozzi seguem no pleito, com foco na eleição para a renovação do Conselho Deliberativo do clube.
A eleição no Conselho Deliberativo do Grêmio está prevista para setembro, onde 150 dos 300 conselheiros, além de 30 dos 60 suplentes, serão renovados. Na sequência, em novembro, ocorre a eleição para a presidência do clube para o próximo triênio. No primeiro turno, as chapas precisam atingir 20% da cláusula de barreira para avançar ao segundo turno, quando os sócios participam da votação.
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