De cusparada na polícia à arremesso de dinheiro, o árbitro Matheus Delgado Candançan registrou na súmula o final caótico do empate entre Grêmio e CSA, que resultou na eliminação tricolor da Copa do Brasil.
O vice-presidente do Grêmio atirou uma nota de dois reais na direção de Candançan. Eduardo Magrisso, Alexandre Rossato (vice-presidente de futebol) e Cesar Augusto Peixoto (diretor de futebol) invadiram o campo ao final da partida.
O árbitro informou que foi chamado de "ladrão" e "bandido" pelos dirigentes tricolores, revoltados após a anulação do gol de Aravena por uma falta polêmica de Kannemann. Uma garrafa foi arremessada na direção da arbitragem já na entrada do vestiário. Dirigentes e jogadores do Grêmio teriam ido ao local para aguardar a chegada do árbitro e também protestar.
Candançan relatou que Pavón cuspiu no rosto de um policial. O árbitro foi informado do episódio pelo tenente responsável pelo policiamento da partida, porém a equipe de arbitragem não viu o ocorrido. Já no vestiário, foram informados pelo Tenente Rodrigues, da Brigada Militar, responsável pelo policiamento da partida, que o atleta de n° 7 da equipe mandante, Sr. Cristian David Pavón, cuspiu no rosto do soldado Parizotto no acesso de seu vestiário. Este incidente não foi visto pela equipe de arbitragem.
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