Foto: Reprodução/Facebook Comentarista Diori Vasconcelos fala sobre lance no jogo do Grêmio Em sua coluna de opinião no portal GZH, o comentarista Diori Vasconcelos demonstrou forte indignação com a arbitragem da partida entre Godoy Cruz e Grêmio . Para ele, o lance em que Barrea acerta uma cotovelada em Kannemann, fora da disputa de bola, deveria ter sido punido com cartão vermelho direto. “Barrea agrediu Kannemann com uma cotovelada na boca, fora da disputa de bola. Um gesto claro com gatilho, intencional, com o único objetivo de atingir o adversário. O árbitro chileno Francisco Gilabert deixou o lance seguir e só parou o jogo quando o defensor ficou caído”, iniciou o comentarista. Diori considerou o gesto claro e intencional, sem margem para dúvidas ou interpretações sobre intensidade. Ele afirmou que o árbitro de campo ainda pode ter deixado passar por não estar focado na jogada, mas destacou que a ausência de interferência do VAR foi o ponto mais grave. “O problema mais grave foi a omissão do árbitro de vídeo, o equatoriano Franklin Congo, que tinha a responsabilidade de recomendar a revisão do lance. Não há como descaracterizar a agressão. Não se trata de um lance dúbio ou de intensidade discutível: é um gesto evidente para aplicação do cartão vermelho direto”, acrescentou. Felipão pode chegar a sua 5ª passagem pelo Tricolor; relembre todas O dia em que o Imortal liberou um atacante e ele virou o ‘Messi Paraguaio’ Segundo o comentarista, a responsabilidade do árbitro de vídeo era clara, e a omissão revela um padrão preocupante na utilização do VAR em competições da Conmebol. Para ele, o recurso tecnológico foi ignorado em um lance que pedia revisão imediata e acabou prejudicando o Tricolor . “Esse é o típico lance para intervenção do VAR. Dá até pra entender que o árbitro de campo não tenha visto, por se tratar de uma situação fora da disputa de bola. O que não se explica é a ausência total de interferência do VAR. Há muitas críticas ao recurso no Brasileirão, mas o padrão adotado pela Conmebol também está muito abaixo do aceitável”, completou.
“Barrea agrediu Kannemann com uma cotovelada na boca, fora da disputa de bola. Um gesto claro com gatilho, intencional, com o único objetivo de atingir o adversário. O árbitro chileno Francisco Gilabert deixou o lance seguir e só parou o jogo quando o defensor ficou caído”, iniciou o comentarista.
“O problema mais grave foi a omissão do árbitro de vídeo, o equatoriano Franklin Congo, que tinha a responsabilidade de recomendar a revisão do lance. Não há como descaracterizar a agressão. Não se trata de um lance dúbio ou de intensidade discutível: é um gesto evidente para aplicação do cartão vermelho direto”, acrescentou.
“Esse é o típico lance para intervenção do VAR. Dá até pra entender que o árbitro de campo não tenha visto, por se tratar de uma situação fora da disputa de bola. O que não se explica é a ausência total de interferência do VAR. Há muitas críticas ao recurso no Brasileirão, mas o padrão adotado pela Conmebol também está muito abaixo do aceitável”, completou.
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