O ex-volante relembrou a final do Gauchão de 2015, quando um erro seu acabou custando caro no Grenal decisivo. Ídolo de muitos torcedores nos tempos de Felipão, Fellipe Bastos abriu o coração ao lembrar do momento mais doloroso da sua carreira, e ele aconteceu com a camisa do Tricolor Gaúcho. Durante uma entrevista com Duda Garbi, ao lado de Maicon e Diego Souza, o ex-volante relembrou a final do Gauchão de 2015, quando um erro seu acabou custando caro no Grenal decisivo contra o Inter. Mesmo em boa fase, ele diz ter ido do “céu ao inferno em três segundos”. Bastos contou que chegou naquela decisão sentindo dores no joelho e que precisou de infiltração pra entrar em campo, algo que nunca tinha feito na carreira: Foi o pior dia da minha carreira. Eu tava na minha melhor fase no Grêmio. Era um clube que me abraçou. Mas naquela semana, meu joelho incomodou. Fiz exame, deu limpo, mas doía. O Felipão disse que só me colocava se eu treinasse no sábado. Fui mancando. No dia do jogo, entrei infiltrado — contou.
Na sequência, relembrou o lance que marcou a final: Bato a falta, ela vai na trave. No rebote, erro o passe e sai o gol do Inter com o Valdívia. Aquilo poderia ter mudado minha história no clube. O Grêmio tava há anos sem ganhar o Gauchão. Mas são coisas que o futebol ensina a gente a engolir. “Carrego o Grêmio no coração” Apesar do episódio, Bastos guarda carinho pelo clube e pela torcida: Realizei o sonho de jogar no Grêmio, era um sonho de criança. Sou de 1990, cresci vendo o Grêmio ganhar tudo. Mesmo com aquele momento, o Grêmio ficou no meu coração — completou. Na carreira, Fellipe Bastos passou ainda por Vasco, Corinthians, e clubes do exterior, com passagem recente pelo Amazonas, que disputa a Série B em 2025.
Foi o pior dia da minha carreira. Eu tava na minha melhor fase no Grêmio. Era um clube que me abraçou. Mas naquela semana, meu joelho incomodou. Fiz exame, deu limpo, mas doía. O Felipão disse que só me colocava se eu treinasse no sábado. Fui mancando. No dia do jogo, entrei infiltrado — contou.
Bato a falta, ela vai na trave. No rebote, erro o passe e sai o gol do Inter com o Valdívia. Aquilo poderia ter mudado minha história no clube. O Grêmio tava há anos sem ganhar o Gauchão. Mas são coisas que o futebol ensina a gente a engolir.
Realizei o sonho de jogar no Grêmio, era um sonho de criança. Sou de 1990, cresci vendo o Grêmio ganhar tudo. Mesmo com aquele momento, o Grêmio ficou no meu coração — completou.
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