O Grêmio mais uma vez não conseguiu vencer o Internacional dentro da Arena, mas certamente seu torcedor dormirá mais satisfeito com a postura do time. Bem diferente da apatia e da desorganização vistas recentemente, o Imortal se impôs ao Colorado na 1ª etapa e abriu o placar. Mesmo com a melhora do Inter depois do intervalo, os donos da casa encaixaram ataques perigosos no final do jogo. Os visitantes tiveram muitos problemas para se livrar da forte marcação anfitriã, assim como controlar os contragolpes com Cristian Olivera, Braithwaite e Monsalve. Melhoraram com a entrada de Bruno Tabata e o crescimento do onipresente Alan Patrick no 2º tempo, autor do gol que selou o empate. O Grêmio reclama de um pênalti em Aravena na reta final da partida.
Escalações O interino James Freitas optou pela estreia do lateral-esquerdo Marlon, recém-chegado do Cruzeiro. Lucas Esteves saiu do time. Edenilson atuou na meia-central. Dodi fez dupla de volantes com Villasanti. Monsalve e Cristian Olivera partiram dos lados. Roger Machado teve os retornos de Victor Gabriel e Juninho, mas manteve Rogel na zaga ao lado de Vitão. Wesley voltou ao time.
Uma das características dos clássicos é a possível a diminuição da distância técnica entre as equipes por uma série de fatores envolvidos. A parte que está em baixa, no entanto, necessita se mobilizar para que isso realmente aconteça. E o Grêmio não negociou tal postura. Entrou em campo disposto a se impor fisicamente diante de seu torcedor. A mudança na intensidade da marcação da equipe foi abissal.
Obviamente que há motivação extra pelo confronto e pela mudança de treinador, mas a marcação gremista esteve mais organizada. Sem os espaços entre os setores vistos em partidas recentes. Não foi só algo inerente ao comportamento dos jogadores. Com encaixes e perseguições dentro de cada setor, os atletas do Imortal conseguiram combater com muita energia assim que os colorados tocavam na bola a partir da intermediária defensiva.
Quando os adversários trocavam de posição, os gremistas também mudavam o alvo de marcação de acordo com o setor. Se Alan Patrick, por exemplo, recuasse para artircular, e Bruno Henrique se projetasse, os volantes do Imortal trocavam de foco de maneira coordenada. Em poucos momentos isso falhou, bem como a entrega para não dar tempo de ação ao rival.
E isso explica a pouca capacidade de criação que o Inter teve até o intervalo. Foram apenas duas chegadas perigosas. Volpi foi muito bem ambas. Fernando era o jogador que mais conseguia algum refresco. Foi dele a jogada que terminou em finalização de Enner Valência após o cruzamento de Bernabei.
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