Se o começo da temporada do Grêmio é conturbado, a situação da Seleção Brasileira é ainda mais delicada. Em meio a uma crise agravada pela goleada de 4 a 1 para a Argentina, a CBF deve anunciar, nesta sexta-feira (28), a saída do técnico Dorival Júnior. Junto com ele, o diretor Rodrigo Caetano, que já foi sondado pela direção gremista, também deve deixar seu cargo. Durante a campanha presidencial para suceder Romildo Bolzan, Alberto Guerra prometeu que, caso vencesse, Rodrigo Caetano, então no Atlético-MG, seria o diretor-executivo do Grêmio. Contudo, o atual diretor da Seleção Brasileira optou por recusar a proposta e seguir no clube mineiro.
Com a possível saída de Rodrigo Caetano da CBF, o nome do profissional começa a ganhar força nos bastidores do Grêmio. Apesar da indefinição sobre a reeleição de Guerra, a contratação do diretor da Seleção Brasileira poderia ser um movimento estratégico tanto para o atual presidente quanto para o possível sucessor. A função de executivo de futebol do clube segue sob responsabilidade de Luís Vagner Vivian.
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