Às vésperas do segundo confronto entre Grêmio e Juventude pela semifinal do Campeonato Gaúcho, o volante Edenilson participou do programa Gremismo, no canal 4D TV, no YouTube, e falou sobre as diferenças entre os trabalhos de Quinteros e Renato Portaluppi. O jogador de 35 anos trabalhou na última temporada com o maior ídolo gremista e neste ano, está se adaptando ao novo estilo de jogo que está sendo implementado pelo argentino naturalizado boliviano. “São jeitos diferentes de trabalhar. O Renato dá muita liberdade para os jogadores, por exemplo, para pegar a bola e ir de um lado para o outro. O Quinteros prefere uma organização maior. Ele não gosta que o lateral passe e conduza a bola por dentro, mas sim que haja triangulações. Às vezes, isso é complicado porque nem todos os atletas entendem exatamente o que ele quer. Por outro lado, o estilo do Renato também pode ser problemático, já que a liberdade excessiva pode levar à desorganização da equipe”, contou.
Edenilson se manifesta pela primeira vez sobre seu gol anulado Ex-Grêmio pede para sair nos pênaltis e Boca Juniors é eliminado da Libertadores “É mais uma questão de os jogadores entenderem e se adaptarem ao que o Renato quer. Essa liberdade tem um limite; o jogador não pode fazer o que quiser com a bola. Da mesma forma, o Quinteros precisa flexibilizar um pouco seus mecanismos para permitir mais liberdade. O ideal é encontrar um equilíbrio entre organização e liberdade”, complementou.
“São jeitos diferentes de trabalhar. O Renato dá muita liberdade para os jogadores, por exemplo, para pegar a bola e ir de um lado para o outro. O Quinteros prefere uma organização maior. Ele não gosta que o lateral passe e conduza a bola por dentro, mas sim que haja triangulações. Às vezes, isso é complicado porque nem todos os atletas entendem exatamente o que ele quer. Por outro lado, o estilo do Renato também pode ser problemático, já que a liberdade excessiva pode levar à desorganização da equipe”, contou.
“É mais uma questão de os jogadores entenderem e se adaptarem ao que o Renato quer. Essa liberdade tem um limite; o jogador não pode fazer o que quiser com a bola. Da mesma forma, o Quinteros precisa flexibilizar um pouco seus mecanismos para permitir mais liberdade. O ideal é encontrar um equilíbrio entre organização e liberdade”, complementou.
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