Grêmio vai ter de ser um leão a quase 4.000 metros de altitude em La Paz; e os erros absurdos de arbitragem da FGF continuam
Hoje, terça-feira, 2 de abril de 2024, o Grêmio enfrenta sua primeira partida em busca da “Glória Eterna da Libertadores”. E não vai ser fácil: contra o The Strongest, em La Paz, a quase 4.000 metros acima do nível do mar. Esse tem sido o grande triunfo dos bolivianos, a altitude que rareia o oxigênio e “maltrata” a capacidade física dos adversários. Mas o Grêmio é o Grêmio, nunca foi fácil e não vai ser. O jogo começa às 21h, horário do Brasil, e o Tricolor fretou um voo para que a viagem fosse menos desgastante e mais rápida.
A equipe de Renato Portaluppi vai com reservas - mais o lateral-esquerdo Mayk, que foi expulso no jogo de ida do Gauchão, contra o Juventude em Caxias. Os titulares ficaram em Porto Alegre, treinando para o confronto deste sábado, 6, contra o bom Juventude de Roger Machado - ex-técnico e jogador gremista -, que “colocou o Inter na roda” nas duas partidas das semifinais, em que eliminou os vermelhos nos pênaltis. Só não foi pior para os colorados pela “ajudinha” do VAR, constante, especialmente neste Gauchão 2024, e até na estreia na Copa do Brasil. Sempre os mesmos árbitros.
Já varreram as contas dos árbitros que erraram repetidamente contra o Grêmio e a favor do Inter, de Hocsman na FGF e Novelletto, conselheiro colorado, na CBF, aliás? Ou há algo a ser escondido?
Grêmio supostamente condiciona arbitragem, mas nunca deu resultado? O erro que poderia ter mudado o jogo de ida contra o Juventude
Alguns jornalistas e a direção colorada têm acusado o Grêmio de “condicionar a arbitragem” no Gauchão 2024. Pelo jeito, não tem dado certo, porque o Imortal tem sido prejudicado em absolutamente todos os jogos das fases finais, ao contrário do seu rival, antes de ser desclassificado, o Inter, e ainda na fase de grupos. Os erros são tão absurdos que fica difícil não desconfiar de má-fé da FGF e dos árbitros. O Colorado não ganha o Campeonato Gaúcho há incríveis oito anos, não vai a uma final há três, e ver o Grêmio erguer o Hepta seria ainda mais desastroso para eles.
O “erro” que poderia ter mudado o jogo de ida das finais, contra o Juventude em Caxias do Sul, foi protagonizado por Daronco, que já havia “operado” o Grêmio no GREnal mais recente, para garantir a vitória, no fim, daquela que era chamada a “seleção do Inter”. Não vimos essa Seleção, e o Grêmio estava desfalcado e em formação. Provavelmentesuperestimaram o Inter e subestimaram o Grêmio. Algo que tem sido comum. Além da distribuição ridícula de amarelos desnecessários ao Grêmio, a violência do Ju não foi punida adequadamente.
O “ápice” foi gravíssimo: o goleiro do time da Serra toca com a mão na bola fora da área para tirá-la de Diego Costa - e o derruba na área, inclusive. Supondo que não tenha sido pênalti - o que deveria, por si só, ser motivo para o VAR solicitar análise -, a regra afirma que, em perigo de gol, e era Diego Costa contra o goleiro deles, nesse caso deveriam ter aplicado vermelho ao goleiro e tiro livre indireto para a maior torcida do Sul. O VAR não chamou. Era lance para vermelho, deveria ter chamado. No VAR: Jean Pyerre Gonçalves de Lima, o mesmo que, no jogo anterior contra o Caxias, amarelou todo o time do Grêmio e chegou a ofender com palavras de baixo calão o técnico Renato Portaluppi, à beira do gramado.
A direção do Grêmio precisa ter mais força política e agir nos bastidores.
É, meus amigos, todo jogo, ao menos um erro grave contra os primeiros campeões mundiais do Rio Grande do Sul. Em jogo diante do Caxias, gol irregular deles na ida - o caxiense participa ativamente da jogada na pequena área, impedido, atrapalhando o goleiro e jogadores gremistas, VAR chamou para anular, o árbitro nada fez - Jean Pyerre Gonçalves de Lima, o mesmo do VAR vergonhoso contra o Juventude em Caxias. Na volta, em Porto Alegre, a arbitragem não foi nem um pouco caseira para o Grêmio.
Reclamação justa: o Grêmio tem sido prejudicado há anos na FGF, CBF e até Conmebol
Nós gremistas estamos cansados de sermos acusados de “teoria da conspiração”, ou “tem de jogar bola e não reclamar”. Título e classificação, entre grandes times, se ganham nos detalhes ou se perdem nos detalhes. Já não bastou o Brasileirão 2023 provavelmente perdido por um pênalti claríssimo de Yuri Alberto a favor do Grêmio. Em 2018, nos tiraram a Libertadores com gol de mão de Borré e não punição, prevista na Lei, para o suspenso técnico do River, Gallardo, que esteve no jogo e até no vestiário em Porto Alegre: perda de 3 pontos ou, simplesmente, desclassificação sumária. Nada foi feito pela Conmebol.
Até parece que muita gente, inclusive profissionais, não querem ver o Hepta do Grêmio. E essa data inapropriada de estreia da Libertadores entre as finais? FGF definiu já em novembro de 2023, sabendo que era quase certo que o Imortal jogaria a Libertadores por essa época, e Inter provavelmente ficaria de fora - mesmo que jogasse a Sul-Americana.
Para terminar, volto ao assunto mais importante de hoje: Renato Portaluppi acerta em enviar reservas a La Paz. Quase todos os times, mesmo com titulares, perdem lá, de River a grandes times brasileiros. Mas eu acredito. Um empatezinho. E, se não, é esse o jogo que pode ser perdido. Teremos jovens com mais fôlego, talvez ávidos por mostrar futebol, e um bom goleiro - ganhando ritmo de jogo -, de UEFA, multicampeão, que é Marchesín, ex-Seleção Argentina e Campeão da Copa América. Esperamos que Gustavo Martins, nosso zagueiro mais valorizado e com várias propostas da Europa, seja titular, e resolvam logo o imbróglio de sua renovação. Já “atletas” como Nathan Pescador e Galdino, não merecem continuar no Clube de Todos, o verdadeiro clube do povo do Rio Grande do Sul.
Contra tudo e contra todos, sempre foi assim.
O Grêmio tem - e recentes pesquisas demonstraram isso - a torcida mais fiel e fanática do Brasil. É isso que o sustenta, diante de tantas vezes vilipendiado, na CBF, FGF e até Conmebol - em 2017, na final houve pênalti claro não marcado em Jael, na ida na Arena do Grêmio, o que daria mais tranquilidade ao Tricolor, que cada vez mais ganha projeção global, que tem torcedores como Suárez e sua família, a irmã e a mãe de Cristiano Ronaldo, Gilberto Gil etc.
Dá-lhe Grêmio, hoje começa uma guerra e nós queremos vencê-la pela quarta vez! Deus nos conceda a honra de sermos os pioneiros no Tetra da Libertadores, o maior torneio continental da América, no Brasil. Lembrando que o time precisa de reforços urgentemente, principalmente zagueiros, 1o volante, e um 9 para fazer sombra a Diego Costa. Os R$ 63 milhões de 10% adiantados da Libra vão ajudar muito. Ainda dá tempo de construir um time apto a ser multicampeão, com ou sem apito.
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Hoje, terça-feira, 2 de abril de 2024, o Grêmio enfrenta sua primeira partida em busca da “Glória Eterna da Libertadores”. E não vai ser fácil: contra o The Strongest, em La Paz, a quase 4.000 metros acima do nível do mar. Esse tem sido o grande triunfo dos bolivianos, a altitude que rareia o oxigênio e “maltrata” a capacidade física dos adversários. Mas o Grêmio é o Grêmio, nunca foi fácil e não vai ser. O jogo começa às 21h, horário do Brasil, e o Tricolor fretou um voo para que a viagem fosse menos desgastante e mais rápida.
A equipe de Renato Portaluppi vai com reservas - mais o lateral-esquerdo Mayk, que foi expulso no jogo de ida do Gauchão, contra o Juventude em Caxias. Os titulares ficaram em Porto Alegre, treinando para o confronto deste sábado, 6, contra o bom Juventude de Roger Machado - ex-técnico e jogador gremista -, que “colocou o Inter na roda” nas duas partidas das semifinais, em que eliminou os vermelhos nos pênaltis. Só não foi pior para os colorados pela “ajudinha” do VAR, constante, especialmente neste Gauchão 2024, e até na estreia na Copa do Brasil. Sempre os mesmos árbitros.
Já varreram as contas dos árbitros que erraram repetidamente contra o Grêmio e a favor do Inter, de Hocsman na FGF e Novelletto, conselheiro colorado, na CBF, aliás? Ou há algo a ser escondido?
Grêmio supostamente condiciona arbitragem, mas nunca deu resultado? O erro que poderia ter mudado o jogo de ida contra o Juventude
Alguns jornalistas e a direção colorada têm acusado o Grêmio de “condicionar a arbitragem” no Gauchão 2024. Pelo jeito, não tem dado certo, porque o Imortal tem sido prejudicado em absolutamente todos os jogos das fases finais, ao contrário do seu rival, antes de ser desclassificado, o Inter, e ainda na fase de grupos. Os erros são tão absurdos que fica difícil não desconfiar de má-fé da FGF e dos árbitros. O Colorado não ganha o Campeonato Gaúcho há incríveis oito anos, não vai a uma final há três, e ver o Grêmio erguer o Hepta seria ainda mais desastroso para eles.
O “erro” que poderia ter mudado o jogo de ida das finais, contra o Juventude em Caxias do Sul, foi protagonizado por Daronco, que já havia “operado” o Grêmio no GREnal mais recente, para garantir a vitória, no fim, daquela que era chamada a “seleção do Inter”. Não vimos essa Seleção, e o Grêmio estava desfalcado e em formação. Provavelmentesuperestimaram o Inter e subestimaram o Grêmio. Algo que tem sido comum. Além da distribuição ridícula de amarelos desnecessários ao Grêmio, a violência do Ju não foi punida adequadamente.
O “ápice” foi gravíssimo: o goleiro do time da Serra toca com a mão na bola fora da área para tirá-la de Diego Costa - e o derruba na área, inclusive. Supondo que não tenha sido pênalti - o que deveria, por si só, ser motivo para o VAR solicitar análise -, a regra afirma que, em perigo de gol, e era Diego Costa contra o goleiro deles, nesse caso deveriam ter aplicado vermelho ao goleiro e tiro livre indireto para a maior torcida do Sul. O VAR não chamou. Era lance para vermelho, deveria ter chamado. No VAR: Jean Pyerre Gonçalves de Lima, o mesmo que, no jogo anterior contra o Caxias, amarelou todo o time do Grêmio e chegou a ofender com palavras de baixo calão o técnico Renato Portaluppi, à beira do gramado.
A direção do Grêmio precisa ter mais força política e agir nos bastidores.
É, meus amigos, todo jogo, ao menos um erro grave contra os primeiros campeões mundiais do Rio Grande do Sul. Em jogo diante do Caxias, gol irregular deles na ida - o caxiense participa ativamente da jogada na pequena área, impedido, atrapalhando o goleiro e jogadores gremistas, VAR chamou para anular, o árbitro nada fez - Jean Pyerre Gonçalves de Lima, o mesmo do VAR vergonhoso contra o Juventude em Caxias. Na volta, em Porto Alegre, a arbitragem não foi nem um pouco caseira para o Grêmio.
Reclamação justa: o Grêmio tem sido prejudicado há anos na FGF, CBF e até Conmebol
Nós gremistas estamos cansados de sermos acusados de “teoria da conspiração”, ou “tem de jogar bola e não reclamar”. Título e classificação, entre grandes times, se ganham nos detalhes ou se perdem nos detalhes. Já não bastou o Brasileirão 2023 provavelmente perdido por um pênalti claríssimo de Yuri Alberto a favor do Grêmio. Em 2018, nos tiraram a Libertadores com gol de mão de Borré e não punição, prevista na Lei, para o suspenso técnico do River, Gallardo, que esteve no jogo e até no vestiário em Porto Alegre: perda de 3 pontos ou, simplesmente, desclassificação sumária. Nada foi feito pela Conmebol.
Até parece que muita gente, inclusive profissionais, não querem ver o Hepta do Grêmio. E essa data inapropriada de estreia da Libertadores entre as finais? FGF definiu já em novembro de 2023, sabendo que era quase certo que o Imortal jogaria a Libertadores por essa época, e Inter provavelmente ficaria de fora - mesmo que jogasse a Sul-Americana.
Para terminar, volto ao assunto mais importante de hoje: Renato Portaluppi acerta em enviar reservas a La Paz. Quase todos os times, mesmo com titulares, perdem lá, de River a grandes times brasileiros. Mas eu acredito. Um empatezinho. E, se não, é esse o jogo que pode ser perdido. Teremos jovens com mais fôlego, talvez ávidos por mostrar futebol, e um bom goleiro - ganhando ritmo de jogo -, de UEFA, multicampeão, que é Marchesín, ex-Seleção Argentina e Campeão da Copa América. Esperamos que Gustavo Martins, nosso zagueiro mais valorizado e com várias propostas da Europa, seja titular, e resolvam logo o imbróglio de sua renovação. Já “atletas” como Nathan Pescador e Galdino, não merecem continuar no Clube de Todos, o verdadeiro clube do povo do Rio Grande do Sul.
Contra tudo e contra todos, sempre foi assim.
O Grêmio tem - e recentes pesquisas demonstraram isso - a torcida mais fiel e fanática do Brasil. É isso que o sustenta, diante de tantas vezes vilipendiado, na CBF, FGF e até Conmebol - em 2017, na final houve pênalti claro não marcado em Jael, na ida na Arena do Grêmio, o que daria mais tranquilidade ao Tricolor, que cada vez mais ganha projeção global, que tem torcedores como Suárez e sua família, a irmã e a mãe de Cristiano Ronaldo, Gilberto Gil etc.
Dá-lhe Grêmio, hoje começa uma guerra e nós queremos vencê-la pela quarta vez! Deus nos conceda a honra de sermos os pioneiros no Tetra da Libertadores, o maior torneio continental da América, no Brasil. Lembrando que o time precisa de reforços urgentemente, principalmente zagueiros, 1o volante, e um 9 para fazer sombra a Diego Costa. Os R$ 63 milhões de 10% adiantados da Libra vão ajudar muito. Ainda dá tempo de construir um time apto a ser multicampeão, com ou sem apito.
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