O Grêmio entrou na vitória por 1 a 0 sobre o São José com alguns objetivos traçados. O primeiro era manter o 100% no Gauchão, o que foi possível a partir da entrada de quatro titulares no jogo. A intenção de observar os reservas ficou prejudicada no contexto do gramado sintético do Estádio Francisco Novelletto. A última missão era sair sem nenhuma lesão importante, também conquistada.
Quando Renato chamou Bitello e Ferreira, aos 20 minutos do segundo tempo, o Grêmio a grosso modo tinha tido apenas duas oportunidades de fazer gol, ambas desperdiçadas por Guilherme. Um contra-ataque rápido a partir de uma bola longa e uma bola parada.
Construções afastadas da identidade que Renato tenta imprimir no atual Grêmio. Mas o que sobra para o time reserva, sem entrosamento e em um gramado sintético que dificulta muito o andamento natural das partidas. A entrada da dupla deu o tom: o time precisava de mais qualidade.
— Sabíamos da maneira que o São José ia jogar, iam pressionar. A bola fica viva o tempo todo. Por isso evitamos sair jogando, quebramos no Diego para juntar e brigar pela segunda bola. O mais importante é que não dá para cobrar de um ou outro jogador, é muito dificil de jogar aqui — justificou Renato.
Oito minutos depois, o técnico acrescentou Fabio e Everton Galdino ao time. Essa dupla foi ainda mais decisiva, já que o lateral deu o passe para o atacante anotar o gol do jogo. Além deles, o volante e o camisa 10 também participaram de toda a jogada definitiva para o placar.
É apenas o terceiro jogo na temporada, claro. Mas a apresentação da equipe reserva não foi de empolgar. Dá a impressão, inclusive, que o grupo pode não ser assim tão bom para o ano - o time titular parece ser redondo e suficiente.
Os quatro titulares fizeram a diferença para o Grêmio. Foram fundamentais para a manutenção do 100% no Gauchão. É verdade, também, que poucas conclusões podem ser tiradas em cima do campo artificial do Passo D'Areia.
No geral, Bruno Uvini e Gustavo Martins foram os maiores destaques gremistas entre os 11 reservas que começaram o jogo. Rebateram constantemente as investidas do São José. Gabriel Grando também salvou o time na única chance do rival.
No meio, Cristaldo era o grande nome, mas pouco apareceu. O meia deve ter saído com torcicolo de tanto observar a bola no alto passando sobre sua cabeça nos intermináveis chutões. Não conseguiu acalmar o jogo e é preferível ficar com a amostragem da sua estreia, muito melhor.
— Tem que saber a hora que dá para jogar e a hora que tem que jogar de acordo com o gramado. A equipe deles pressiona muito — reconheceu Bruno Uvini.
Por fim, o Tricolor saiu ileso do campo sintético. A preservação também ocorreu para evitar lesões em titulares. Os reservas também não apresentaram problemas - apenas Diogo Barbosa saiu com um dos braços imobilizados por conta de uma pancada, mas garantiu que não era nada grave.
Assim, o Grêmio pode retomar os trabalhos na tarde desta segunda-feira normalmente. O próximo desafio é na quarta, na Montanha dos Vinhedos, contra o Esportivo, em Bento Gonçalves.
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Construções afastadas da identidade que Renato tenta imprimir no atual Grêmio. Mas o que sobra para o time reserva, sem entrosamento e em um gramado sintético que dificulta muito o andamento natural das partidas. A entrada da dupla deu o tom: o time precisava de mais qualidade.
— Sabíamos da maneira que o São José ia jogar, iam pressionar. A bola fica viva o tempo todo. Por isso evitamos sair jogando, quebramos no Diego para juntar e brigar pela segunda bola. O mais importante é que não dá para cobrar de um ou outro jogador, é muito dificil de jogar aqui — justificou Renato.
Oito minutos depois, o técnico acrescentou Fabio e Everton Galdino ao time. Essa dupla foi ainda mais decisiva, já que o lateral deu o passe para o atacante anotar o gol do jogo. Além deles, o volante e o camisa 10 também participaram de toda a jogada definitiva para o placar.
É apenas o terceiro jogo na temporada, claro. Mas a apresentação da equipe reserva não foi de empolgar. Dá a impressão, inclusive, que o grupo pode não ser assim tão bom para o ano - o time titular parece ser redondo e suficiente.
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— Tem que saber a hora que dá para jogar e a hora que tem que jogar de acordo com o gramado. A equipe deles pressiona muito — reconheceu Bruno Uvini.
Por fim, o Tricolor saiu ileso do campo sintético. A preservação também ocorreu para evitar lesões em titulares. Os reservas também não apresentaram problemas - apenas Diogo Barbosa saiu com um dos braços imobilizados por conta de uma pancada, mas garantiu que não era nada grave.
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