Crédito: Lucas Uebel/Grêmio
O atacante Pepê, que jogou no Grêmio entre 2017 e 2021, foi vendido ao Porto em 2021 por cerca de R$ 98,6 milhões, na época.
Mas, 30% desse valor iria para o Foz do Iguaçu, clube que revelou o jogador e ele jogou entre 2015 e 2016. Quando foi vendido ao Tricolor, o Foz do Iguaçu ficou com 30% dos direitos econômicos. Então, o clube paranaense teria direito de receber cerca de R$ 29 milhões.
Mas, em entrevista ao programa “Show dos Esportes”, da Rádio Gaúcha, o presidente do Foz do Iguaçu, Arif Osman, acusou a antiga gestão do Grêmio de calote.
O clube diz ter provas de que o Grêmio não repassou o valor correto. Segundo o presidente, isso teria prejudicado a montagem de elenco do clube.
“O Foz tem seus direitos reconhecidos em documentos. Temos os documentos que provam. A gestão anterior do Grêmio foi catastrófica. Tive que montar um time pífio, sem orçamento algum. Fomos deixados às traças. É um clube gigante pisando em um pequeno”, disse Osman.
Amodeo, CEO do Grêmio, por sua vez, disse que a confusão foi causada pelo próprio Foz, que queria receber um dinheiro que era de terceiros.
“Esse imbróglio só existe por ter sido causado pelo Foz. Que quer receber o valor em detrimento dos terceiros. O Grêmio não pode pagar ao Foz e depois ser cobrado pelos terceiros. Entendemos que cumprimos o que foi combinado. Para proteger os direitos do clube, optamos naquele momento em aguardar a demanda no CNRD estabeleça para quem será pago”, afirma Amodeo.
A confusão se deu porque o Foz teria notificado o Grêmio de que negociou parte dos 30% de Pepê para terceiros. Então, a partir daí, eles teriam direito a receber 20%, que foi pago.
Porém, após o pagamento de 20%, o Foz emitiu uma notificação solicitando o valor correspondente aos 30%, para que o clube paranaense fizesse o pagamento para quem eles venderam os 10%.
O Grêmio informou que cumpriria o que foi acordado inicialmente e que os pagamentos aos terceiros, (apontados pelo Foz do Iguaçu) serão feitos ao longo de 2023.
Grêmio, Pepê, Dívida, Valores
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Mas, 30% desse valor iria para o Foz do Iguaçu, clube que revelou o jogador e ele jogou entre 2015 e 2016. Quando foi vendido ao Tricolor, o Foz do Iguaçu ficou com 30% dos direitos econômicos. Então, o clube paranaense teria direito de receber cerca de R$ 29 milhões.
Mas, em entrevista ao programa “Show dos Esportes”, da Rádio Gaúcha, o presidente do Foz do Iguaçu, Arif Osman, acusou a antiga gestão do Grêmio de calote.
O clube diz ter provas de que o Grêmio não repassou o valor correto. Segundo o presidente, isso teria prejudicado a montagem de elenco do clube.
“O Foz tem seus direitos reconhecidos em documentos. Temos os documentos que provam. A gestão anterior do Grêmio foi catastrófica. Tive que montar um time pífio, sem orçamento algum. Fomos deixados às traças. É um clube gigante pisando em um pequeno”, disse Osman.
Amodeo, CEO do Grêmio, por sua vez, disse que a confusão foi causada pelo próprio Foz, que queria receber um dinheiro que era de terceiros.
“Esse imbróglio só existe por ter sido causado pelo Foz. Que quer receber o valor em detrimento dos terceiros. O Grêmio não pode pagar ao Foz e depois ser cobrado pelos terceiros. Entendemos que cumprimos o que foi combinado. Para proteger os direitos do clube, optamos naquele momento em aguardar a demanda no CNRD estabeleça para quem será pago”, afirma Amodeo.
A confusão se deu porque o Foz teria notificado o Grêmio de que negociou parte dos 30% de Pepê para terceiros. Então, a partir daí, eles teriam direito a receber 20%, que foi pago.
Porém, após o pagamento de 20%, o Foz emitiu uma notificação solicitando o valor correspondente aos 30%, para que o clube paranaense fizesse o pagamento para quem eles venderam os 10%.
O Grêmio informou que cumpriria o que foi acordado inicialmente e que os pagamentos aos terceiros, (apontados pelo Foz do Iguaçu) serão feitos ao longo de 2023.
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