Além da montagem do elenco, o Grêmio está ativo no mercado atrás de um diretor executivo de futebol. Depois das negativas de Rodrigo Caetano e Alexandre Mattos, o clube gaúcho corre para definir o nome para ocupar o cargo e, apesar de ter cautela, quer definir a situação o quanto antes.
Ainda durante a campanha, quando era recém candidato, o presidente Alberto Guerra já tinha traçado nomes de executivo e definiu Rodrigo Caetano como alvo. Na semana passada, a permanência no Atlético-MG se confirmou. Nesta semana, o alvo foi o CEO do Athletico, mas Mattos também frustrou os planos gremistas.
O departamento de futebol tricolor tem uma lista de possíveis nomes e conversa com mais de um profissional. A ideia do presidente é ter alguém de renome, que tenha conhecimento amplo e experiência.
Mas com a negativa das primeiras opções, o Grêmio tem se deparado com um mercado escasso de executivos. O perfil de profissional que os dirigentes querem para assumir o cargo é considerado difícil de encontrar livre no mercado.
O Grêmio também pretende contar com um gerente no departamento. O nome preferido é o de Luís Vagner, que trabalha na CBF e está envolvido na Copa do Mundo.
Mesmo sem um diretor executivo, o departamento não deixa de tocar as negociações com jogadores, apesar de ver nessa figura como peça-chave na montagem do elenco. Por exemplo, o acerto com o Huracán pelo meia Franco Cristaldo está encaminhado, assim como uma renovação com Diego Souza.
O certo é que Diego Cerri não renovará com o Grêmio. Na última semana, Alberto Guerra, Paulo Caleffi e Antônio Brum se reuniram para fazer a transição da gestão em uma conversa longa, que durou uma tarde.
Nesta reunião, Cerri apresentou o seu trabalho realizado durante 2021 e 2022 e deu à diretoria o relatório de avaliação do elenco, projeção de alvos no mercado e as previsões financeiras do futebol para a próxima temporada. Além disso, mostrou as metas batidas durante seu ciclo no Grêmio.
Durante essa conversa, foi consenso a saída de Cerri. O próprio entendia que o clube precisaria de renovação nessa área. Uma das propostas da nova diretoria é dar mais autonomia ao executivo.
Claro que as decisões serão conjuntas com o vice e o diretor de futebol, mas a palavra do futuro executivo deve ter um peso maior a partir de agora.
Além de Cristaldo, o Grêmio também fez proposta por Carballo, do Nacional. Em paralelo, mantém conversas com outros jogadores e pode fazer oferta nos próximos dias, como os laterais Reinaldo e Rodinei e o atacante Michael.
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Mas com a negativa das primeiras opções, o Grêmio tem se deparado com um mercado escasso de executivos. O perfil de profissional que os dirigentes querem para assumir o cargo é considerado difícil de encontrar livre no mercado.
O Grêmio também pretende contar com um gerente no departamento. O nome preferido é o de Luís Vagner, que trabalha na CBF e está envolvido na Copa do Mundo.
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O certo é que Diego Cerri não renovará com o Grêmio. Na última semana, Alberto Guerra, Paulo Caleffi e Antônio Brum se reuniram para fazer a transição da gestão em uma conversa longa, que durou uma tarde.
Nesta reunião, Cerri apresentou o seu trabalho realizado durante 2021 e 2022 e deu à diretoria o relatório de avaliação do elenco, projeção de alvos no mercado e as previsões financeiras do futebol para a próxima temporada. Além disso, mostrou as metas batidas durante seu ciclo no Grêmio.
Durante essa conversa, foi consenso a saída de Cerri. O próprio entendia que o clube precisaria de renovação nessa área. Uma das propostas da nova diretoria é dar mais autonomia ao executivo.
Claro que as decisões serão conjuntas com o vice e o diretor de futebol, mas a palavra do futuro executivo deve ter um peso maior a partir de agora.
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