Autor da assistência para o gol de empate contra o Bahia, Guilherme falou sobre as críticas que vem recebendo da torcida. O atacante chegou no meio do ano com status de reforço para a Série B, mas ainda não teve boas atuações nem balançou as redes. Ele diz que entende o descontentamento, mas que está trabalhando até a parte mental para superar o mau momento.
Nas últimas duas rodadas da Série B, o camisa 11 deixou o time titular para a entrada de Thaciano e virou opção no banco de reservas. No último domingo, foi chamado pelo treinador no intervalo e foi um dos principais responsáveis pelo empate do Grêmio.
Junto com boa parte do time, Guilherme demorou para entrar no clima do jogo. Até a metade do segundo tempo não estava bem na partida, errou tentativas de dribles e cruzamentos e, por seu histórico recente, recebeu algumas críticas das arquibancadas quando tocava na bola.
Mas aos 38 minutos da etapa final foi acionado por Diego Souza, carregou a bola pela esquerda e levantou na segunda trave para Thiago Santos empatar de cabeça. As vaias deram lugar aos cânticos que quase empurraram o time para uma virada.
– Entendo (as críticas) porque é um ano complicado. Eles (torcedores) costumam dizer que o ano de 2021 ainda não acabou, tenho escutado muito isso. Mas está acabando. Falta pouco. Agora é descansar, fazer um grande jogo em Recife, vencer e decretar o acesso que o torcedor merece – afirmou o atacante na zona mista da Arena.
Aos 27 anos, Guilherme voltou ao Grêmio após sete anos e ainda está em busca de fazer seu primeiro gol com a camisa tricolor. No entanto, o jejum não o preocupa. O jogador revelou que tem trabalhado a parte psicológica para não deixar o momento ruim atrapalhar.
– Eu tenho trabalhado muito, não só no dia a dia ali, mas o mental. Saí daqui com 20 anos de idade, volto depois de sete anos. Entendo a ansiedade do torcedor. Não são todos, é um ou outro que às vezes pegam no pé, algumas coisas desnecessárias, mas eu entendo. Ao invés de trazer negatividade, eu trago como algo positivo, para eu poder me reerguer no campo e ajudar meus companheiros, que é o mais importante – completou o jogador.
Quase lá! Grêmio vive montanha russa de sentimentos rumo à Série A
O camisa 11 chegou a Porto Alegre na janela de transferência do meio da temporada a pedido de Roger Machado, após um período no futebol dos Emirados Árabes. A expectativa era que pudesse repetir o que ele fez na Série B de 2019, quando liderou o Sport na campanha do acesso e foi o artilheiro do campeonato. No entanto, ainda não teve atuações de destaque.
– O Guilherme está com a cabeça boa, não tenho problema com ninguém. Vocês sabem, trabalho todos os dias, focado simplesmente no Grêmio. Quando a gente subir vai acabar isso e ano que vem vamos estar na Série A – completou.
Thaciano deixou a partida com dores na coxa esquerda e será reavaliado durante a semana. Guilherme é a primeira alternativa como atacante pelos lados do campo e, se não for titular, é muito provável que entre ao longo da partida contra o Náutico, como tem sido nos últimos jogos.
O grupo de jogadores se reapresenta na tarde desta sexta-feira e começa a se preparar para enfrentar o Náutico, nos Aflitos, no jogo que pode decretar matematicamente o retorno para a Série A. A delegação viaja para Recife na sexta-feira e ficará oito dias longe de Porto Alegre, com estadia no Rio de Janeiro antes de encarar o Tombense, em Muriaé (MG).
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Mas aos 38 minutos da etapa final foi acionado por Diego Souza, carregou a bola pela esquerda e levantou na segunda trave para Thiago Santos empatar de cabeça. As vaias deram lugar aos cânticos que quase empurraram o time para uma virada.
– Entendo (as críticas) porque é um ano complicado. Eles (torcedores) costumam dizer que o ano de 2021 ainda não acabou, tenho escutado muito isso. Mas está acabando. Falta pouco. Agora é descansar, fazer um grande jogo em Recife, vencer e decretar o acesso que o torcedor merece – afirmou o atacante na zona mista da Arena.
Aos 27 anos, Guilherme voltou ao Grêmio após sete anos e ainda está em busca de fazer seu primeiro gol com a camisa tricolor. No entanto, o jejum não o preocupa. O jogador revelou que tem trabalhado a parte psicológica para não deixar o momento ruim atrapalhar.
– Eu tenho trabalhado muito, não só no dia a dia ali, mas o mental. Saí daqui com 20 anos de idade, volto depois de sete anos. Entendo a ansiedade do torcedor. Não são todos, é um ou outro que às vezes pegam no pé, algumas coisas desnecessárias, mas eu entendo. Ao invés de trazer negatividade, eu trago como algo positivo, para eu poder me reerguer no campo e ajudar meus companheiros, que é o mais importante – completou o jogador.
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– O Guilherme está com a cabeça boa, não tenho problema com ninguém. Vocês sabem, trabalho todos os dias, focado simplesmente no Grêmio. Quando a gente subir vai acabar isso e ano que vem vamos estar na Série A – completou.
Thaciano deixou a partida com dores na coxa esquerda e será reavaliado durante a semana. Guilherme é a primeira alternativa como atacante pelos lados do campo e, se não for titular, é muito provável que entre ao longo da partida contra o Náutico, como tem sido nos últimos jogos.
O grupo de jogadores se reapresenta na tarde desta sexta-feira e começa a se preparar para enfrentar o Náutico, nos Aflitos, no jogo que pode decretar matematicamente o retorno para a Série A. A delegação viaja para Recife na sexta-feira e ficará oito dias longe de Porto Alegre, com estadia no Rio de Janeiro antes de encarar o Tombense, em Muriaé (MG).
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