Renato Portaluppi está de volta. O maior ídolo da história do Grêmio, com direito a estátua na esplanada da Arena, inicia nesta segunda-feira sua quarta passagem como técnico do clube. E com um desafio inédito pela frente: confirmar o retorno do Tricolor à Série A.
O desembarque do técnico está previsto para o início da tarde desta segunda-feira, com a presença da torcida no aeroporto. Depois disso, ele comanda o primeiro treino no CT Luiz Carvalho e será apresentado oficialmente, em entrevista coletiva.
Nas passagens anteriores, Renato tem objetivos cumpridos no geral e conquistas expressivas de títulos. Na última delas, colocou fim a um jejum de 15 anos de conquistas expressivas, mas saiu desgastado pelos quase cinco anos no clube. O técnico ainda chegou a ser vice-campeão brasileiro em 2013 e também já brigou na parte de baixo da tabela três anos antes.
Relembre abaixo as três passagens anteriores de Renato pelo Grêmio:
Títulos e fim de jejum
A passagem anterior de Renato pelo Grêmio foi a mais duradoura – e também a mais vitoriosa. Foram quatro anos e sete meses, de setembro de 2016 a abril de 2021. Nesse período, o clube findou o jejum de títulos de expressão com a conquista da Copa do Brasil de 2016 e também faturou o Tri da Libertadores no ano seguinte, além de três campeonatos gaúchos e a Recopa Sul-Americana.
A saída de Renato ocorreu há exatos 508 dias. Desde então, o Grêmio navegou por mares agitados. A capacidade do técnico liderar praticamente todos os processos do que acontecia no vestiário deixou o clube à deriva, que culminou no rebaixamento. Desde então, passaram pelo cargo Tiago Nunes, Felipão, Vagner Mancini e Roger Machado, sem o mesmo sucesso.
O período final da terceira passagem teve derrotas pesadas, com o 4 a 1 para o Santos e o 5 a 0 para o Flamengo, ambas em mata-mata de Libertadores, e críticas ao técnico, alvo de reclamação pública do vice-presidente Claudio Oderich. A saída foi confirmada em abril de 2021, após a eliminação precoce na terceira fase da Libertadores.
Antes, no entanto, Renato tem no currículo as conquistas da Copa do Brasil em 2016, com o fim do jejum de títulos, da Libertadores em 2017, como único brasileiro a ganhar como jogador e técnico, e da Recopa em 2018. Além disso, foi tricampeão gaúcho no período.
Vice Brasileiro em 2013
O segundo momento como técnico do Grêmio ocorreu em 2013. Renato foi chamado pelo então presidente Fábio Koff, com quem tinha estreia relação ainda dos tempos de jogador, e acertou um contrato curto, até o fim da temporada, no lugar de Vanderlei Luxemburgo.
O técnico alavancou a campanha no Brasileirão daquele ano com um time reconhecido pelo poder defensivo. Em diversas vezes, o técnico atuou com três zagueiros ou três volantes, ou as duas opções juntas. Assim levou o time ao vice-campeonato brasileiro em 2013.
Com Renato, o Grêmio também tinha disputa da Copa do Brasil, da qual foi eliminado pelo Athletico na semifinal.
Do Z-4 ao G-4 em 2010
O pior cenário no qual Renato foi contratado ocorreu em 2010. O Grêmio lutava contra o rebaixamento no Brasileirão sob o comando de Silas e enfrentava dificuldades. A partir da chegada do técnico, a campanha foi de recuperação com classificação para a Libertadores ao final da competição.
Com Douglas, Gabriel e companhia, Renato montou uma equipe que jogava de maneira ofensiva, algo marcante naquela campanha. O então presidente Duda Kroeff afirma constantemente que se tivesse recorrido ao ídolo antes, vislumbraria a briga pelo título. Também não conquistou taças, mas cumpriu o objetivo de deixar o Z-4 com folga.
Em 2011, o Tricolor caiu nas oitavas de final da Libertadores para a Universidad Católica. Antes, havia perdido o título do Gauchão dentro do Olímpico em Gre-Nal que tinha do outro lado Paulo Roberto Falcão, maior ídolo do rival. Sem repetir o mesmo desempenho do ano anterior, o treinador pediu demissão em julho, em meio ao Campeonato Brasileiro, e deixou o clube de forma emocionada.
Grêmio, 2022, Renato Gaúcho
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O desembarque do técnico está previsto para o início da tarde desta segunda-feira, com a presença da torcida no aeroporto. Depois disso, ele comanda o primeiro treino no CT Luiz Carvalho e será apresentado oficialmente, em entrevista coletiva.
Nas passagens anteriores, Renato tem objetivos cumpridos no geral e conquistas expressivas de títulos. Na última delas, colocou fim a um jejum de 15 anos de conquistas expressivas, mas saiu desgastado pelos quase cinco anos no clube. O técnico ainda chegou a ser vice-campeão brasileiro em 2013 e também já brigou na parte de baixo da tabela três anos antes.
Relembre abaixo as três passagens anteriores de Renato pelo Grêmio:
Títulos e fim de jejum
A passagem anterior de Renato pelo Grêmio foi a mais duradoura – e também a mais vitoriosa. Foram quatro anos e sete meses, de setembro de 2016 a abril de 2021. Nesse período, o clube findou o jejum de títulos de expressão com a conquista da Copa do Brasil de 2016 e também faturou o Tri da Libertadores no ano seguinte, além de três campeonatos gaúchos e a Recopa Sul-Americana.
A saída de Renato ocorreu há exatos 508 dias. Desde então, o Grêmio navegou por mares agitados. A capacidade do técnico liderar praticamente todos os processos do que acontecia no vestiário deixou o clube à deriva, que culminou no rebaixamento. Desde então, passaram pelo cargo Tiago Nunes, Felipão, Vagner Mancini e Roger Machado, sem o mesmo sucesso.
O período final da terceira passagem teve derrotas pesadas, com o 4 a 1 para o Santos e o 5 a 0 para o Flamengo, ambas em mata-mata de Libertadores, e críticas ao técnico, alvo de reclamação pública do vice-presidente Claudio Oderich. A saída foi confirmada em abril de 2021, após a eliminação precoce na terceira fase da Libertadores.
Antes, no entanto, Renato tem no currículo as conquistas da Copa do Brasil em 2016, com o fim do jejum de títulos, da Libertadores em 2017, como único brasileiro a ganhar como jogador e técnico, e da Recopa em 2018. Além disso, foi tricampeão gaúcho no período.
Vice Brasileiro em 2013
O segundo momento como técnico do Grêmio ocorreu em 2013. Renato foi chamado pelo então presidente Fábio Koff, com quem tinha estreia relação ainda dos tempos de jogador, e acertou um contrato curto, até o fim da temporada, no lugar de Vanderlei Luxemburgo.
O técnico alavancou a campanha no Brasileirão daquele ano com um time reconhecido pelo poder defensivo. Em diversas vezes, o técnico atuou com três zagueiros ou três volantes, ou as duas opções juntas. Assim levou o time ao vice-campeonato brasileiro em 2013.
Com Renato, o Grêmio também tinha disputa da Copa do Brasil, da qual foi eliminado pelo Athletico na semifinal.
Do Z-4 ao G-4 em 2010
O pior cenário no qual Renato foi contratado ocorreu em 2010. O Grêmio lutava contra o rebaixamento no Brasileirão sob o comando de Silas e enfrentava dificuldades. A partir da chegada do técnico, a campanha foi de recuperação com classificação para a Libertadores ao final da competição.
Com Douglas, Gabriel e companhia, Renato montou uma equipe que jogava de maneira ofensiva, algo marcante naquela campanha. O então presidente Duda Kroeff afirma constantemente que se tivesse recorrido ao ídolo antes, vislumbraria a briga pelo título. Também não conquistou taças, mas cumpriu o objetivo de deixar o Z-4 com folga.
Em 2011, o Tricolor caiu nas oitavas de final da Libertadores para a Universidad Católica. Antes, havia perdido o título do Gauchão dentro do Olímpico em Gre-Nal que tinha do outro lado Paulo Roberto Falcão, maior ídolo do rival. Sem repetir o mesmo desempenho do ano anterior, o treinador pediu demissão em julho, em meio ao Campeonato Brasileiro, e deixou o clube de forma emocionada.
Grêmio, 2022, Renato Gaúcho
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