Villasanti participou dos dois gols do Grêmio contra o Ponte Preta
Lucas Uebel / Grêmio/Divulgação
O saldo positivo do sábado (22) foi que a regressiva do Grêmio para voltar à elite está em 16 rodadas. O número a ser observado pela torcida é o de sete pontos em relação ao quinto colocado, hoje o Londrina.
O 2 a 1 na Ponte Preta, embora tenha provocado calafrios nos 43 mil que foram à Arena, fez o time assumir a vice-liderança e iniciar uma perseguição ao Cruzeiro. Embora, no meu ponto de vista, é o menos importante. O fundamental, para o Grêmio, é subir o quanto antes, antecipar seu acesso. Até para deixar no vácuo o processo eleitoral que se avizinha.
Bom, o jogo mostrou também que Roger terá uma equação para solucionar. Se até este sábado seu desafio era equilibrar um time com algumas lacunas no grupo, a partir de agora ele terá de encontrar uma forma de encaixar no time Lucas Leiva, Villasanti e Bitello.
Isso porque o primeiro chegou para ser não apenas o primeiro volante, mas um guia do Grêmio nesta segunda parte da caminhada na Série B. Ninguém acredita que Lucas tenha desembarcado para entrar no segundo tempo ou perfilar-se a Thiago Santos e Lucas Silva no banco de reservas. Porém, ninguém também enxerga o Grêmio hoje sem Villasanti e Bitello no meio-campo.
Villasanti faz uma temporada de regularidade desde a chegada de Roger. Primeiro, como um camisa 5. Nos últimos jogos, alinhado com Bitello. A chegada de Lucas Leiva parece ter feito o paraguaio afinar ainda mais seu jogo. No sábado, ele foi o melhor em campo. Participou dos dois gols e evitou o empate.
Bitello é outro que cresceu de forma exponencial com Roger. Alinhado com Villasanti, recuperou seus melhores momentos. Esse cenário exigirá de Roger uma escolha de Sofia. O sábado mostrou que o tripé com Lucas, Villa e Bitello tira o melhor dos dois atuais titulares.
O time parece necessitar de um meia para se aproximar de Diego Souza e fazer Ferreira e Biel acelerar. Talvez essa amostragem tenha sido o grande legado deixado pelo jogo de sábado. Tanto é que Roger, para evitar o pior, acionou Pedro Lucas e remontou o time com um meia.
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Lucas Uebel / Grêmio/Divulgação
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O 2 a 1 na Ponte Preta, embora tenha provocado calafrios nos 43 mil que foram à Arena, fez o time assumir a vice-liderança e iniciar uma perseguição ao Cruzeiro. Embora, no meu ponto de vista, é o menos importante. O fundamental, para o Grêmio, é subir o quanto antes, antecipar seu acesso. Até para deixar no vácuo o processo eleitoral que se avizinha.
Bom, o jogo mostrou também que Roger terá uma equação para solucionar. Se até este sábado seu desafio era equilibrar um time com algumas lacunas no grupo, a partir de agora ele terá de encontrar uma forma de encaixar no time Lucas Leiva, Villasanti e Bitello.
Isso porque o primeiro chegou para ser não apenas o primeiro volante, mas um guia do Grêmio nesta segunda parte da caminhada na Série B. Ninguém acredita que Lucas tenha desembarcado para entrar no segundo tempo ou perfilar-se a Thiago Santos e Lucas Silva no banco de reservas. Porém, ninguém também enxerga o Grêmio hoje sem Villasanti e Bitello no meio-campo.
Villasanti faz uma temporada de regularidade desde a chegada de Roger. Primeiro, como um camisa 5. Nos últimos jogos, alinhado com Bitello. A chegada de Lucas Leiva parece ter feito o paraguaio afinar ainda mais seu jogo. No sábado, ele foi o melhor em campo. Participou dos dois gols e evitou o empate.
Bitello é outro que cresceu de forma exponencial com Roger. Alinhado com Villasanti, recuperou seus melhores momentos. Esse cenário exigirá de Roger uma escolha de Sofia. O sábado mostrou que o tripé com Lucas, Villa e Bitello tira o melhor dos dois atuais titulares.
O time parece necessitar de um meia para se aproximar de Diego Souza e fazer Ferreira e Biel acelerar. Talvez essa amostragem tenha sido o grande legado deixado pelo jogo de sábado. Tanto é que Roger, para evitar o pior, acionou Pedro Lucas e remontou o time com um meia.
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