Roger despista sobre reforços no Grêmio e brinca com necessidade de convencer Romildo

Treinador reiterou que compreende postura do mandatário em preservar a saúde financeira do Tricolor


Fonte: Correio do Povo

Roger ainda não conseguiu fazer o Grêmio engrenar na campanha | Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA / Divulgação / CP

Além dos reforços já encaminhados, o treinador do Grêmio, Roger Machado, já havia indicado a necessidade da contratação de um meia articulador após o empate contra o CSA. No entanto, em suas últimas manifestações, o presidente Romildo Bolzan Júnior evitou falar em novos movimentos financeiros no mercado de transferências. Perguntado sobre isso, depois de nova igualdade diante do Bahia, na tarde deste domingo, Roger brincou sobre a necessidade de convencer o mandatário gremista.


“O presidente falou que não vai me dar reforço, né? É ele quem manda. Fala quem pode, obedece quem precisa. É o chefe que decide. Se convencer ele, traria mais 10", disse em entrevista coletiva. "Se a gente prospectar alguma coisa, a gente chama o Denis, o Diego e monta uma comitiva e tenta convencer ele", acrescentou.

Até o momento, o Tricolor anunciou o volante Lucas Leiva e tem encaminhados os meias Thaciano, que já voltou a treinar em Porto Alegre, e Guilherme. Todos ficam à disposição a partir do dia 18 de julho. O treinador salientou que o clube segue buscando alvos no mercado, mas pontuou que compreende a postura de Romildo em preservar a saúde financeira do clube. "Ele não quer deixar o clube pior do que ele encontrou", resumiu.

Capacidade defensiva

O técnico gremista também elogiou a capacidade gremista de se defender no empate em 0 a 0 contra o Bahia, na Arena Fonte Nova. Conforme o treinador, o Tricolor teve controle de jogo na primeira etapa e soube se portar quando sofreu pressão na etapa final.

"A gente não imagina que vá fazer um jogo, com adversário direto, que a gente vá dominar o tempo inteiro. Importante, quando a gente não tem o controle, é se defender bem", pontuou. "Fizemos um bom primeiro tempo. Foi um jogo de poucas oportunidades. Foi um jogo duro. Nosso pior momento foi na parte final, quando as trocas do Enderson Moreira empurram o Bahia para frente",
resumiu.

Questionado sobre a pouca produção ofensiva, o comandante sustentou que esse tema não lhe preocupa, ainda que o time venha tendo dificuldades para marcar gols. "No outro jogo, nós criamos muito. Jogamos com um adversário que conseguiu bloquear nossas ações", explicou. O goleiro baiano não foi exigido em nenhum momento da partida. "Nosso goleiro também fez somente uma defesa e a outra chance foi na trave", pontuou Roger.

O duelo marcou a volta do atacante Ferreira. De acordo com o técnico, ele conversará com a preparação física para saber as condições do camisa 10 atuar diante do Naútico, na sexta-feira, às 21h30min.



"O Ferreira tinha, tranquilamente, pra jogar 30 minutos muito bem. Podia se estender para 45? Poderia, mas a gente optou por fazê-lo entrar 30, com ele de tanque cheio e o adversário com o tanque já um pouco mais vazio". Com o resultado de empate, o Tricolor é quarto colocado, com 26 pontos, com três de vantagem para o Criciúma.

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