Os gritos de 'Renato! Renato! Renato!', durante empate do Grêmio com o Vila Nova, no estádio Serra Dourada, ecoam entre os gremistas. Pela primeira vez desde a saída do ídolo, em abril do ano passado, o retorno do treinador aparece como assunto entre torcedores e também nos bastidores do clube. Reflexo da fase do time na Série B do Brasileiro — sem vencer há quatro jogos e fora do G4 — e do clima de pressão e instabilidade.
A referência a Renato começou de fora para dentro, mas já atingiu setores da diretoria. A grandeza da figura do treinador é justamente o argumento para eventual retorno, mesmo que a saída em 2021 tenha sido depois de um desgaste profundo no dia a dia.
O Grêmio, porém, não iniciou nenhum tipo de movimento para o retorno até agora. Pelo contrário. Ontem à noite, a diretoria anunciou que Roger Machado segue no cargo, mas sob pressão e com críticas cada vez mais pesadas.
A palavra de ordem é reação a partir de cobranças internas e mudanças no time titular. Em meio a tudo isso, a sombra de Renato cresce. De forma inédita e vertiginosa. A leitura da diretoria é que o time atual tem problemas, mas pode jogar melhor futebol do que o rendimento apresentado recentemente.
O plano dos dirigentes é apostar em alterações contra o Vasco, quinta-feira (2), para ganhar fôlego. Em caso de tropeço, a ideia deve ser deixada de lado e uma troca é considerada iminente. E aí, entra Renato.
O pensamento de uma ala da diretoria é que Renato Gaúcho pode ser a solução para o momento do clube, acima da fase do time. Ídolo e com perfil de protagonismo, Portaluppi ganha força justamente pelo estilo que gerou problemas ao longo da passagem anterior.
Em abril de 2021, Renato deixou o Grêmio após a eliminação na fase preliminar da Copa Libertadores. Semanas antes, havia perdido a final da Copa do Brasil. E o clima era considerado de acomodação, fadiga na relação.
Contratado em setembro de 2016, Renato Gaúcho conduziu o Grêmio aos títulos da Copa do Brasil, Libertadores, Recopa Sul-Americana e abriu a hegemonia atual no Gauchão — com três dos cinco títulos. Se tornou, ao longo dos anos, mais do que treinador e a diretoria deu autonomia no dia a dia, a ponto de compor a direção de futebol com nomes que caíram em segundo plano diante da relação entre técnico e Romildo Bolzan Jr., presidente do Tricolor.
Roger Machado, que ficou à frente do Grêmio entre 2015 e 2016 e voltou ao clube em fevereiro deste ano, tem 19 partidas como treinador da equipe atual. O aproveitamento é de 56%, mas as críticas são aos jogos mais recentes. Com um gol marcado em nas quatro partidas sem vitória, o time gaúcho caiu da liderança para o sexto lugar na Série B.
Grêmio, Série B, 2022, Renato Gaúcho, Roger Machado
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A referência a Renato começou de fora para dentro, mas já atingiu setores da diretoria. A grandeza da figura do treinador é justamente o argumento para eventual retorno, mesmo que a saída em 2021 tenha sido depois de um desgaste profundo no dia a dia.
O Grêmio, porém, não iniciou nenhum tipo de movimento para o retorno até agora. Pelo contrário. Ontem à noite, a diretoria anunciou que Roger Machado segue no cargo, mas sob pressão e com críticas cada vez mais pesadas.
A palavra de ordem é reação a partir de cobranças internas e mudanças no time titular. Em meio a tudo isso, a sombra de Renato cresce. De forma inédita e vertiginosa. A leitura da diretoria é que o time atual tem problemas, mas pode jogar melhor futebol do que o rendimento apresentado recentemente.
O plano dos dirigentes é apostar em alterações contra o Vasco, quinta-feira (2), para ganhar fôlego. Em caso de tropeço, a ideia deve ser deixada de lado e uma troca é considerada iminente. E aí, entra Renato.
O pensamento de uma ala da diretoria é que Renato Gaúcho pode ser a solução para o momento do clube, acima da fase do time. Ídolo e com perfil de protagonismo, Portaluppi ganha força justamente pelo estilo que gerou problemas ao longo da passagem anterior.
Em abril de 2021, Renato deixou o Grêmio após a eliminação na fase preliminar da Copa Libertadores. Semanas antes, havia perdido a final da Copa do Brasil. E o clima era considerado de acomodação, fadiga na relação.
Contratado em setembro de 2016, Renato Gaúcho conduziu o Grêmio aos títulos da Copa do Brasil, Libertadores, Recopa Sul-Americana e abriu a hegemonia atual no Gauchão — com três dos cinco títulos. Se tornou, ao longo dos anos, mais do que treinador e a diretoria deu autonomia no dia a dia, a ponto de compor a direção de futebol com nomes que caíram em segundo plano diante da relação entre técnico e Romildo Bolzan Jr., presidente do Tricolor.
Roger Machado, que ficou à frente do Grêmio entre 2015 e 2016 e voltou ao clube em fevereiro deste ano, tem 19 partidas como treinador da equipe atual. O aproveitamento é de 56%, mas as críticas são aos jogos mais recentes. Com um gol marcado em nas quatro partidas sem vitória, o time gaúcho caiu da liderança para o sexto lugar na Série B.
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