Os suspeitos indicados pelo Inter e apresentados pela Brigada Militar como possíveis responsáveis pelo ataque ao ônibus do Grêmio no sábado, antes do Gre-Nal que aconteceria no Beira-Rio, foram soltos neste domingo "por insuficiência de provas", informou a Polícia Civil.
Pelas imagens analisadas de câmeras de vigilância e celulares, mais as testemunhas ouvidas, não há evidência que os aponte como autores do fato, segundo o coordenador das Delegacias de Polícia de Pronto Atendimento de Porto Alegre, Rodrigo Reis.
Outros 70 torcedores, que também vieram em excursões do interior do Estado, estão sob investigação. O agressor procurado está neste universo de 100 pessoas que se dirigiam aos acessos do Beira-Rio quando os objetos foram arremessados ao veículo gremista.
O cerco está se fechando.
A Polícia Civil explica que esta centena de pessoas caminhava pela Avenida Edvaldo Pereira Paiva (Beira-Rio) no exato momento em que o ônibus passava por ali. Pedras menores, maiores e paus voaram contra a delegação gremista por "diversas pessoas", diz Reis.
A prioridade agora é descobrir quem atirou o granito - responsável por estourar a janela e causar lesões em Villasanti e outros jogadores. A correria começou quando o vidro quebrou. A torcida "pulverizou" pelas mais variadas direções do entorno do estádio, o que dificultou a ação imediata da Brigada Militar.
- Eu vi muito policiamento que veio conosco. Na chegada, quando sofremos o atentado, tinha uma série de brigadianos motorizados. A falha foi a não identificação rápida da situação. Não sei se viram ou não. Mas que tinha bastante soldados, tinha. Não era problema de quantidade ou qualidade. Era problema de ser pego de surpresa e depois identificar a autoria - citou o presidente do Grêmio Romildo Bolzan Júnior.
Conforme apurou o ge, a investigação não aponta relação entre o ataque e qualquer torcida organizada do Inter. Tudo indica que o responsável pelo crime seja uma pessoa que mora no interior.
Entende-se que o episódio ocorreu em via pública, e não no complexo Beira-Rio e CT Parque Gigante. A responsabilidade pela segurança do clube visitante seria, portanto, do Estado.
O Inter disponibilizou, desde o início, todas as imagens e materiais que poderiam contribuir com a apuração. Seguranças do clube foram até a delegacia para prestar ajudar. As investigações continuam.
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Outros 70 torcedores, que também vieram em excursões do interior do Estado, estão sob investigação. O agressor procurado está neste universo de 100 pessoas que se dirigiam aos acessos do Beira-Rio quando os objetos foram arremessados ao veículo gremista.
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A Polícia Civil explica que esta centena de pessoas caminhava pela Avenida Edvaldo Pereira Paiva (Beira-Rio) no exato momento em que o ônibus passava por ali. Pedras menores, maiores e paus voaram contra a delegação gremista por "diversas pessoas", diz Reis.
A prioridade agora é descobrir quem atirou o granito - responsável por estourar a janela e causar lesões em Villasanti e outros jogadores. A correria começou quando o vidro quebrou. A torcida "pulverizou" pelas mais variadas direções do entorno do estádio, o que dificultou a ação imediata da Brigada Militar.
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Conforme apurou o ge, a investigação não aponta relação entre o ataque e qualquer torcida organizada do Inter. Tudo indica que o responsável pelo crime seja uma pessoa que mora no interior.
Entende-se que o episódio ocorreu em via pública, e não no complexo Beira-Rio e CT Parque Gigante. A responsabilidade pela segurança do clube visitante seria, portanto, do Estado.
O Inter disponibilizou, desde o início, todas as imagens e materiais que poderiam contribuir com a apuração. Seguranças do clube foram até a delegacia para prestar ajudar. As investigações continuam.
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