Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio
Ao retornar ao Grêmio após quase seis anos, Roger Machado reavivou no torcedor a memória afetiva de um time de futebol vistoso e toque de bola, um estilo diferente daquele que Vagner Mancini implementou em seu trabalho. Pelas declarações do novo treinador em sua apresentação, reproduzir aquele modelo que encantou será difícil. Sua estreia será no próximo sábado (19), contra o São Luiz, na Arena, às 16h30min. Nesta quarta (16), o time será comandado por César Lopes.
Em suas primeiras palavras como novo comandante do Grêmio, ele se posicionou na defensiva e evitou citar qual modelo de jogo tentará aplicar no seu trabalho. Ressaltou que precisará ver os jogadores que estão ao seu dispor para ir montando a estrutura da equipe.
"Como treinador de futebol, eu tenho um desejo específico por determinado modelo de jogo, mas, acima de tudo, tenho de trabalhar em cima das características, da qualidade do material humano que tenho à disposição. A opção por aquele modelo é porque tive jogadores que se adaptaram rapidamente. Pretendo fazer uma equipe competitiva. Existem formas diferentes (de fazer isso), vamos encontrar a melhor", declarou.
Roger também explicou que, ao longo de sua carreira, montou equipes que atuavam de maneiras diferentes, algumas com mais posse de bola e outras com formações mais reativas. Seus dois últimos trabalhos, Bahia e Fluminense, foram equipes que passavam mais tempo sem do que com a bola.
A seguir, confira algumas mudanças táticas que podem ser promovidas pelo treinador.
Esquema de jogo
Dificilmente serão na estrutura do time as maiores modificações que o torcedor verá em campo. Exceção feita a alguns jogos pontuais, Roger gosta de montar suas equipes, assim como Mancini fez na maioria das partidas, no esquema 4-2-3-1. Até por ter um meia mais clássico como Benítez, provavelmente manterá esta formatação tática. Isso significa que dificilmente a defesa sofrerá mudanças significativas.
Volantes
Aqui, há maior possibilidade de mudanças. Roger gosta que o time recupere a bola rápido, o que diminui a probabilidade de Lucas Silva e Thiago Santos atuem juntos. Para dar maior mobilidade ao setor, o novo treinador conta com nomes como Fernando Henrique, Villasanti e Matheus Sarará.
Caso queira deixar o time mais móvel, existe a possibilidade de Thiago Santos e Lucas Silva irem juntos para o banco de reserva. Nessa opção, Villasanti pode ser o primeiro homem de meio-campo para dar mais agilidade na saída de bola (geralmente feita com seis jogadores no campo de defesa), atuando ao lado de um dos dois garotos da base.
Linha de três
A formação da linha de três atrás do centroavante será determinante para o modelo de jogo da equipe. Se quiser um time que fique com a bola, pode montar o setor com Campaz, Benítez e Ferreira.
Se quiser um futebol mais vertical, Campaz e Benítez disputariam a posição de meia. Ferreira jogaria pela esquerda, e Janderson e Elias brigariam pela vaga no lado direito.
Outro esquema
Caso surpreenda e troque de esquema, o treinador poderia adotar o 4-3-3. A formação permite inúmeras variações de formações quanto a nomes.
Se quiser um time mais reativo, pode montar o meio com Lucas Silva, Villasanti e Fernando Henrique, e o ataque com Janderson ou Campaz, Ferreira e Diego Souza. Em uma versão mais solta, Benítez pode atuar no lugar de um dos volantes.
#gremio #imortal #tricolor #rogermachado #mudancas #taticas
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Em suas primeiras palavras como novo comandante do Grêmio, ele se posicionou na defensiva e evitou citar qual modelo de jogo tentará aplicar no seu trabalho. Ressaltou que precisará ver os jogadores que estão ao seu dispor para ir montando a estrutura da equipe.
"Como treinador de futebol, eu tenho um desejo específico por determinado modelo de jogo, mas, acima de tudo, tenho de trabalhar em cima das características, da qualidade do material humano que tenho à disposição. A opção por aquele modelo é porque tive jogadores que se adaptaram rapidamente. Pretendo fazer uma equipe competitiva. Existem formas diferentes (de fazer isso), vamos encontrar a melhor", declarou.
Roger também explicou que, ao longo de sua carreira, montou equipes que atuavam de maneiras diferentes, algumas com mais posse de bola e outras com formações mais reativas. Seus dois últimos trabalhos, Bahia e Fluminense, foram equipes que passavam mais tempo sem do que com a bola.
A seguir, confira algumas mudanças táticas que podem ser promovidas pelo treinador.
Esquema de jogo
Dificilmente serão na estrutura do time as maiores modificações que o torcedor verá em campo. Exceção feita a alguns jogos pontuais, Roger gosta de montar suas equipes, assim como Mancini fez na maioria das partidas, no esquema 4-2-3-1. Até por ter um meia mais clássico como Benítez, provavelmente manterá esta formatação tática. Isso significa que dificilmente a defesa sofrerá mudanças significativas.
Volantes
Aqui, há maior possibilidade de mudanças. Roger gosta que o time recupere a bola rápido, o que diminui a probabilidade de Lucas Silva e Thiago Santos atuem juntos. Para dar maior mobilidade ao setor, o novo treinador conta com nomes como Fernando Henrique, Villasanti e Matheus Sarará.
Caso queira deixar o time mais móvel, existe a possibilidade de Thiago Santos e Lucas Silva irem juntos para o banco de reserva. Nessa opção, Villasanti pode ser o primeiro homem de meio-campo para dar mais agilidade na saída de bola (geralmente feita com seis jogadores no campo de defesa), atuando ao lado de um dos dois garotos da base.
Linha de três
A formação da linha de três atrás do centroavante será determinante para o modelo de jogo da equipe. Se quiser um time que fique com a bola, pode montar o setor com Campaz, Benítez e Ferreira.
Se quiser um futebol mais vertical, Campaz e Benítez disputariam a posição de meia. Ferreira jogaria pela esquerda, e Janderson e Elias brigariam pela vaga no lado direito.
Outro esquema
Caso surpreenda e troque de esquema, o treinador poderia adotar o 4-3-3. A formação permite inúmeras variações de formações quanto a nomes.
Se quiser um time mais reativo, pode montar o meio com Lucas Silva, Villasanti e Fernando Henrique, e o ataque com Janderson ou Campaz, Ferreira e Diego Souza. Em uma versão mais solta, Benítez pode atuar no lugar de um dos volantes.
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