O 2021 do Grêmio pode ser resumido em uma palavra: sofrimento. Após perder a final da Copa do Brasil para o Palmeiras e ser eliminado precocemente da Libertadores, o Tricolor até conquistou o título gaúcho, mas passou todo o Campeonato Brasileiro no Z-4 e acabou rebaixado à Série B pela terceira vez em sua história.
Revisitar os fatos da temporada também significa relembrar os problemas vistos pela torcida que culminaram com a queda. Foram quatro treinadores, algo que não ocorria desde 2004, fim de ciclo de um dos ídolos recentes, problemas no vestiário e decepção com um velho conhecido. Relembre abaixo:
Eliminação na pré-Libertadores e saída de Renato
Logo três dias depois de perder a final da Copa do Brasil para o Palmeiras, o Grêmio já se viu diante de um mata-mata de Libertadores pela frente, na segunda fase da competição. Venceu o Ayacucho, do Peru, e avançou para encarar o Independiente del Valle, do Equador. Acabou eliminado dentro da Arena para os equatorianos.
Essa eliminação não significou apenas isso. Também gerou o fim do ciclo de Renato Portaluppi no comando do Grêmio, após quatro anos e sete meses. O vice-presidente Claudio Oderich indicou o caminho minutos depois do jogo, em manifestações públicas de reprovação ao ídolo gremista. O Grêmio resolveu ali demitir Renato, embora o técnico também tenha decidido sair pelas críticas públicas.
Tiago Nunes, sucessor com título gaúcho
A escolha da diretoria foi pelo gaúcho Tiago Nunes, campeão com o Athletico e com passagem pelo Corinthians em 2020. O início foi arrebatador, com 10 vitórias consecutivas do técnico no comando, entre Gauchão e Copa Sul-Americana. O treinador conseguiu o título do estadual diante do rival Inter, o quarto consecutivo do Grêmio, e gerou uma boa expectativa para o restante do ano.
Surto de Covid no elenco
A festa do Gauchão, aliás, é citada pelo próprio clube como uma das raízes do problema do Grêmio no Brasileirão. A diretoria justifica a campanha ruim com o péssimo início de competição, com apenas dois pontos conquistados em sete rodadas. Aquele momento coincidiu com um surto de Covid-19 no departamento de futebol, resultado de descumprimento dos protocolos após o título estadual. Foram mais de 20 infectados no total, alguns com gravidade, entre eles 10 jogadores.
Contratações de peso atendidas: Douglas Costa e Rafinha
O Brasileirão já havia iniciado quando o Grêmio anunciou, em maio, a maior contratação para a temporada. Douglas Costa enfim selou seu retorno ao clube depois de 11 anos fora. A diretoria atendia uma das promessas feitas ainda nos tempos de Renato, de investir mais em 2021. Além dele, outro nome de peso, o lateral-direito Rafinha, foi contratado. A chegada de ambos empolgou a torcida, mas teve pouco resultado prático dentro de campo para o Tricolor.
Péssimo início de Brasileiro e demissão de Tiago Nunes
As primeiras rodadas sem vitória no Brasileirão complicaram a continuidade de Tiago Nunes no comando do Grêmio. No dia 4 de julho, após a derrota por 1 a 0 para o Atlético-GO na Arena, ele deixou o cargo após sete jogos pelo Brasileirão, com cinco derrotas e dois empates.
A transição após a saída de Renato, um centralizador de funções no departamento de futebol, foi um dos pontos apontados nos bastidores que gerou dificuldades para o trabalho do novo treinador, além de supostas dificuldades de relacionamento com o grupo de jogadores.
A reposição veio com um nome conhecido na história gremista: Luiz Felipe Scolari retornou ao Grêmio para sua quarta passagem pelo clube. Atingiu mais de 400 jogos e se tornou o segundo treinador que mais comandou o Tricolor na história, atrás apenas de Renato.
Vitória sobre o Fla, mas chances perdidas de sair do Z-4
Felipão foi aos poucos melhorando os resultados do Grêmio. Conseguiu uma vitória aqui, outra acolá, e elevou o aproveitamento do time. Ao mesmo tempo, caiu da Copa Sul-Americana nas oitavas de final para a LDU com duas derrotas. Ficava claro que a briga do clube na temporada se resumia a lutar contra o rebaixamento no Brasileirão.
Alguns jogos foram emblemáticos na passagem de Felipão. Um deles a vitória sobre o Flamengo em pleno Maracanã na mesma semana que o Tricolor foi eliminado pelo Rubro-Negro com um 6 a 0 agregado na Copa do Brasil. A expectativa era que o time engatasse uma sequência de vitórias. A realidade mostrou, no entanto, três derrotas e um empate em partidas que, se vencesse, o time pularia para fora do Z-4.
Descontrole e rescisão de Maicon
Um dos últimos capítulos da passagem de Felipão significou o fim de uma era no clube. Maicon, líder do elenco e capitão sem faixa, rescindiu o contrato logo após a derrota para o Corinthians, na Arena, no fim de agosto. O volante teve um destempero após ser expulso ao reclamar com o árbitro Ricardo Marques Ribeiro. Partiu para cima, acertou um tapa no braço do árbitro e teve de ser contido. No dia seguinte, acertou sua saída do clube após mais de seis anos e nove títulos conquistados.
Reunião tensa e saída de Felipão
A sequência desperdiçada para deixar o Z-4 custou o cargo para Felipão. Antes da saída, uma última polêmica deu o tom dos problemas gremistas. Uma conversa das lideranças do elenco com o treinador ocorreu para tratar do estilo de jogo do time e de algumas características, como a saída de bola. Isso após a derrota para o Sport. Dois jogos depois – empate com Cuiabá e derrota para o Santos – Felipão foi demitido. Saiu também o vice de futebol Marcos Herrmann neste momento.
Quarto técnico do ano e troca na diretoria
As trocas no comando abriram caminho para Denis Abrahão assumir como vice de futebol. Perfil diferente dos vices anteriores, o dirigente é próximo ao presidente Romildo Bolzan, mas não participava oficialmente da gestão. A escolha foi pelo técnico Vagner Mancini, que estava no América-MG. Faltando 14 jogos para o fim do Campeonato Brasileiro, o técnico chegou com o discurso que era possível salvar o time e uma ideia um pouco mais ofensiva para atuar.
Derrota na "final" contra o rebaixamento
A passagem de Mancini iniciou com vitória sobre o Juventude, mas depois teve quatro derrotas seguidas, para Atlético-GO, Palmeiras, Atlético-MG e Inter. A sequência posterior até teve bom aproveitamento com o técnico, com cinco vitórias, dois empates nos últimos 10 jogos. Mas uma derrota em especial fez desmoronar o ambiente.
O duelo com o Bahia era visto como decisivo para o Grêmio se manter na Série A. Mesmo que o destino de ambos tenha sido a segunda divisão, se o Tricolor tivesse vencido aquela partida poderia ultrapassar o Juventude na tabela pelo número de vitórias conquistadas. Só que se viu um time sem vibração e completamente descolado com a realidade de briga contra o Z-4.
Polêmicas de Douglas Costa no fim do ano
Douglas Costa chegou cercado de expectativa e juras de amor ao Grêmio, mas encerrou o ano como decepção para a torcida. O camisa 10 não rendeu o esperado e ainda foi protagonista fora de campo. Primeiro, levou um cartão amarelo bobo ao demorar para sair de campo na vitória sobre o São Paulo, na Arena, e foi desfalque contra o Corinthians, na penúltima rodada. Foi às redes sociais responder as críticas pela suspensão e xingou os torcedores gremistas.
O ato final ocorreu na semana mais decisiva para o Grêmio. Dois dias antes do jogo com o Atlético-MG, pediu liberação para participar de sua festa de casamento – já havia sido liberado em julho para casar na República Dominicana, mas havia marcado uma festa no Rio. O clube negou a possibilidade e o manteve concentrado.
O vazamento da informação tornou o jogador alvo da torcida gremista. Participou de três gols contra o Atlético-MG, mas ao balançar as redes fez uma comemoração com ares irônicos e deu um "tchauzinho" aos gremistas. Pode ter sido o último ato dele com a camisa do Grêmio – o clube entende que não tem como manter Douglas Costa para a Série B.
Rebaixamento selado na última rodada
O Grêmio chegou vivo na última rodada, mas nas mãos dos adversários. Precisava que Bahia e Juventude perdessem respectivamente para Fortaleza e Corinthians, além de ganhar do time reserva do Atlético-MG. A parte do Tricolor foi feita com alguma facilidade. O time abriu 3 a 0 no primeiro tempo, embora tenha permitido aos mineiros diminuir o placar até o 3 a 2 – o jogo acabou 4 a 3.
Difícil, mesmo, foi contar com o Timão, que perdeu para o Juventude no Jaconi, enquanto o Fortaleza ganhou do Bahia. Era a confirmação do rebaixamento de uma equipe que passou mais de seis meses e 37 das 38 rodadas afundada entre os últimos colocados na competição.
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Revisitar os fatos da temporada também significa relembrar os problemas vistos pela torcida que culminaram com a queda. Foram quatro treinadores, algo que não ocorria desde 2004, fim de ciclo de um dos ídolos recentes, problemas no vestiário e decepção com um velho conhecido. Relembre abaixo:
Eliminação na pré-Libertadores e saída de Renato
Logo três dias depois de perder a final da Copa do Brasil para o Palmeiras, o Grêmio já se viu diante de um mata-mata de Libertadores pela frente, na segunda fase da competição. Venceu o Ayacucho, do Peru, e avançou para encarar o Independiente del Valle, do Equador. Acabou eliminado dentro da Arena para os equatorianos.
Essa eliminação não significou apenas isso. Também gerou o fim do ciclo de Renato Portaluppi no comando do Grêmio, após quatro anos e sete meses. O vice-presidente Claudio Oderich indicou o caminho minutos depois do jogo, em manifestações públicas de reprovação ao ídolo gremista. O Grêmio resolveu ali demitir Renato, embora o técnico também tenha decidido sair pelas críticas públicas.
Tiago Nunes, sucessor com título gaúcho
A escolha da diretoria foi pelo gaúcho Tiago Nunes, campeão com o Athletico e com passagem pelo Corinthians em 2020. O início foi arrebatador, com 10 vitórias consecutivas do técnico no comando, entre Gauchão e Copa Sul-Americana. O treinador conseguiu o título do estadual diante do rival Inter, o quarto consecutivo do Grêmio, e gerou uma boa expectativa para o restante do ano.
Surto de Covid no elenco
A festa do Gauchão, aliás, é citada pelo próprio clube como uma das raízes do problema do Grêmio no Brasileirão. A diretoria justifica a campanha ruim com o péssimo início de competição, com apenas dois pontos conquistados em sete rodadas. Aquele momento coincidiu com um surto de Covid-19 no departamento de futebol, resultado de descumprimento dos protocolos após o título estadual. Foram mais de 20 infectados no total, alguns com gravidade, entre eles 10 jogadores.
Contratações de peso atendidas: Douglas Costa e Rafinha
O Brasileirão já havia iniciado quando o Grêmio anunciou, em maio, a maior contratação para a temporada. Douglas Costa enfim selou seu retorno ao clube depois de 11 anos fora. A diretoria atendia uma das promessas feitas ainda nos tempos de Renato, de investir mais em 2021. Além dele, outro nome de peso, o lateral-direito Rafinha, foi contratado. A chegada de ambos empolgou a torcida, mas teve pouco resultado prático dentro de campo para o Tricolor.
Péssimo início de Brasileiro e demissão de Tiago Nunes
As primeiras rodadas sem vitória no Brasileirão complicaram a continuidade de Tiago Nunes no comando do Grêmio. No dia 4 de julho, após a derrota por 1 a 0 para o Atlético-GO na Arena, ele deixou o cargo após sete jogos pelo Brasileirão, com cinco derrotas e dois empates.
A transição após a saída de Renato, um centralizador de funções no departamento de futebol, foi um dos pontos apontados nos bastidores que gerou dificuldades para o trabalho do novo treinador, além de supostas dificuldades de relacionamento com o grupo de jogadores.
A reposição veio com um nome conhecido na história gremista: Luiz Felipe Scolari retornou ao Grêmio para sua quarta passagem pelo clube. Atingiu mais de 400 jogos e se tornou o segundo treinador que mais comandou o Tricolor na história, atrás apenas de Renato.
Vitória sobre o Fla, mas chances perdidas de sair do Z-4
Felipão foi aos poucos melhorando os resultados do Grêmio. Conseguiu uma vitória aqui, outra acolá, e elevou o aproveitamento do time. Ao mesmo tempo, caiu da Copa Sul-Americana nas oitavas de final para a LDU com duas derrotas. Ficava claro que a briga do clube na temporada se resumia a lutar contra o rebaixamento no Brasileirão.
Alguns jogos foram emblemáticos na passagem de Felipão. Um deles a vitória sobre o Flamengo em pleno Maracanã na mesma semana que o Tricolor foi eliminado pelo Rubro-Negro com um 6 a 0 agregado na Copa do Brasil. A expectativa era que o time engatasse uma sequência de vitórias. A realidade mostrou, no entanto, três derrotas e um empate em partidas que, se vencesse, o time pularia para fora do Z-4.
Descontrole e rescisão de Maicon
Um dos últimos capítulos da passagem de Felipão significou o fim de uma era no clube. Maicon, líder do elenco e capitão sem faixa, rescindiu o contrato logo após a derrota para o Corinthians, na Arena, no fim de agosto. O volante teve um destempero após ser expulso ao reclamar com o árbitro Ricardo Marques Ribeiro. Partiu para cima, acertou um tapa no braço do árbitro e teve de ser contido. No dia seguinte, acertou sua saída do clube após mais de seis anos e nove títulos conquistados.
Reunião tensa e saída de Felipão
A sequência desperdiçada para deixar o Z-4 custou o cargo para Felipão. Antes da saída, uma última polêmica deu o tom dos problemas gremistas. Uma conversa das lideranças do elenco com o treinador ocorreu para tratar do estilo de jogo do time e de algumas características, como a saída de bola. Isso após a derrota para o Sport. Dois jogos depois – empate com Cuiabá e derrota para o Santos – Felipão foi demitido. Saiu também o vice de futebol Marcos Herrmann neste momento.
Quarto técnico do ano e troca na diretoria
As trocas no comando abriram caminho para Denis Abrahão assumir como vice de futebol. Perfil diferente dos vices anteriores, o dirigente é próximo ao presidente Romildo Bolzan, mas não participava oficialmente da gestão. A escolha foi pelo técnico Vagner Mancini, que estava no América-MG. Faltando 14 jogos para o fim do Campeonato Brasileiro, o técnico chegou com o discurso que era possível salvar o time e uma ideia um pouco mais ofensiva para atuar.
Derrota na "final" contra o rebaixamento
A passagem de Mancini iniciou com vitória sobre o Juventude, mas depois teve quatro derrotas seguidas, para Atlético-GO, Palmeiras, Atlético-MG e Inter. A sequência posterior até teve bom aproveitamento com o técnico, com cinco vitórias, dois empates nos últimos 10 jogos. Mas uma derrota em especial fez desmoronar o ambiente.
O duelo com o Bahia era visto como decisivo para o Grêmio se manter na Série A. Mesmo que o destino de ambos tenha sido a segunda divisão, se o Tricolor tivesse vencido aquela partida poderia ultrapassar o Juventude na tabela pelo número de vitórias conquistadas. Só que se viu um time sem vibração e completamente descolado com a realidade de briga contra o Z-4.
Polêmicas de Douglas Costa no fim do ano
Douglas Costa chegou cercado de expectativa e juras de amor ao Grêmio, mas encerrou o ano como decepção para a torcida. O camisa 10 não rendeu o esperado e ainda foi protagonista fora de campo. Primeiro, levou um cartão amarelo bobo ao demorar para sair de campo na vitória sobre o São Paulo, na Arena, e foi desfalque contra o Corinthians, na penúltima rodada. Foi às redes sociais responder as críticas pela suspensão e xingou os torcedores gremistas.
O ato final ocorreu na semana mais decisiva para o Grêmio. Dois dias antes do jogo com o Atlético-MG, pediu liberação para participar de sua festa de casamento – já havia sido liberado em julho para casar na República Dominicana, mas havia marcado uma festa no Rio. O clube negou a possibilidade e o manteve concentrado.
O vazamento da informação tornou o jogador alvo da torcida gremista. Participou de três gols contra o Atlético-MG, mas ao balançar as redes fez uma comemoração com ares irônicos e deu um "tchauzinho" aos gremistas. Pode ter sido o último ato dele com a camisa do Grêmio – o clube entende que não tem como manter Douglas Costa para a Série B.
Rebaixamento selado na última rodada
O Grêmio chegou vivo na última rodada, mas nas mãos dos adversários. Precisava que Bahia e Juventude perdessem respectivamente para Fortaleza e Corinthians, além de ganhar do time reserva do Atlético-MG. A parte do Tricolor foi feita com alguma facilidade. O time abriu 3 a 0 no primeiro tempo, embora tenha permitido aos mineiros diminuir o placar até o 3 a 2 – o jogo acabou 4 a 3.
Difícil, mesmo, foi contar com o Timão, que perdeu para o Juventude no Jaconi, enquanto o Fortaleza ganhou do Bahia. Era a confirmação do rebaixamento de uma equipe que passou mais de seis meses e 37 das 38 rodadas afundada entre os últimos colocados na competição.
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